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Quais os principais riscos à segurança da informação?

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10 RISCOS COMUNS DE SEGURANÇA DE TI

Um número crescente de ameaças à segurança de informações nas empresas as deixam em alerta máximo. Ataques cibernéticos mais sofisticados visam o o roubo de dados e ativos de corporações, ou exigirem resgastes após criptografar os seus arquivos.

O setor de segurança cibernética continua enfrentando uma escassez de profissionais de segurança cibernética, à medida que nossa dependência de tecnologia aumenta juntamente com os ataques às informações sigilosas.

Com ousadia cada vez maior, os hackers estão evoluindo suas estratégias e usando tecnologia sofisticada para realizar seus ataques. As empresas devem possuir Planos de Resposta a Incidentes (IRP) bem elaborados para que as equipes de TI saibam como responder quando ocorrer uma violação de segurança.

Quais as ameaças que uma empresa pode sofrer? Estes são as dez principais ameaças cibernéticas à segurança nas informações da sua empresa:

1 – ATAQUES DE MALWARES – Ele abrange uma variedade de ameaças cibernéticas, como cavalos de Tróia e vírus. É um termo variado para código malicioso que hackers criam para obter acesso a redes, roubar ou destruir dados em computadores. O malware geralmente vem através de downloads de sites maliciosos, e-mails de spam ou da conexão com outras máquinas ou dispositivos infectados.

Esses ataques são particularmente prejudiciais para as pequenas empresas porque podem paralisar suas atividades. Eles também podem dar aos invasores uma porta dos fundos para acessar os dados, o que pode colocar clientes e funcionários em risco. 

As pequenas empresas são mais propensas a empregar pessoas que usam seus próprios dispositivos para o trabalho, pois isso ajuda a economizar tempo e custos. Isso, no entanto, aumenta a probabilidade de sofrer um ataque de malware, pois os dispositivos pessoais são muito mais propensos a correr o risco de downloads maliciosos.

2 – RANSOMWARE – É um dos ataques cibernéticos mais comuns, atingindo milhares de empresas todos os anos. Eles se tornaram mais comuns recentemente, pois são uma das formas mais lucrativas de ataque. O ransomware envolve criptografar dados da empresa, em seguida, forçar a empresa a pagar um resgate para desbloquear os dados. Isso deixa as empresas com uma escolha difícil, pagar o resgate e potencialmente perder grandes somas de dinheiro ou paralisar seus serviços com a perda de dados.

As pequenas empresas estão especialmente expostas a esses tipos de ataque. Os invasores sabem que as empresas menores têm muito mais probabilidade de pagar um resgate, pois muitas vezes não é feito backup de seus dados. O setor de saúde é particularmente atingido por esse tipo de ataque, pois bloquear registros médicos de pacientes e horários de consultas pode prejudicar uma empresa a ponto de não ter outra escolha a não ser fechar, a menos que o resgate seja pago.

As empresas devem considerar a implementação de uma solução de backup em nuvem eficaz, ajudando a reduzir a perda de dados. Existem vários métodos de backup de dados disponíveis para as organizações, portanto, é importante pesquisar o método que funcionará melhor para sua organização. A vantagem de implementar backup e recuperação de dados é que, no caso de um ataque de ransomware, as organizações podem recuperar rapidamente seus dados sem ter que pagar resgates ou perder produtividade. 

3 – PHISHING – O comprometimento de e-mail comercial continuam a ser a abordagem mais comum que os cibercriminosos usam para obter acesso às redes. Os emails de phishing parecem normais, mas ao clicar nos links maliciosos o malware é carregado nos dispositivos, permitindo que os cibercriminosos obtenham acesso a redes confidenciais. 

Com o uso generalizado de serviços em nuvem como Gmail e Office 365, os hackers estão se tornando mais sofisticados com suas habilidades de engenharia social. Os serviços em nuvem não podem proteger adequadamente seus dados confidenciais. A adoção de medidas adicionais de segurança de e-mail é uma maneira inteligente de proteger os funcionários de ataques de phishing.

As pequenas empresas correm o mesmo risco de ameaças à segurança cibernética, assim como as grandes empresas. À medida que os invasores automatizam cada vez mais os ataques, é fácil para eles atingir centenas, senão milhares de pequenas empresas de uma só vez. As pequenas empresas costumam ter defesas tecnológicas menos rígidas, tornando-as um alvo mais fácil para hackers do que organizações maiores.

4 – ATAQUES DE ENDPOINT – À medida que mais empresas movem recursos para a nuvem e contam com estações de trabalho remotas, a possibilidade de ataque aumenta. Com mais empresas criando políticas de “traga seu próprio dispositivo” e adotando plataformas SaaS, os hackers têm mais alvos disponíveis. O desafio é como proteger esses sistemas externos e dispositivos pessoais. 

Ataques de endpoint são freqüentemente usados por cibercriminosos para obter acesso a redes maiores. Ao exigir que os dispositivos atendam aos padrões de segurança antes de receberem acesso à rede, as empresas mantêm maior controle para bloquear efetivamente as ameaças e tentativas cibernéticas. As Detecções e Resposta de Endpoint (EDR) se tornaram uma tecnologia obrigatória para lidar com a ameaça crescente a que estão sujeitos funcionários remotos e dispositivos IoT (Internet of Things).

5 – ATAQUES DE TERCEIROS E FORNECEDORES – Um ataque à cadeia de suprimentos, também conhecido como ataque de terceiros, ocorre quando um cibercriminoso usa a vulnerabilidade do sistema de segurança de um fornecedor externo para obter acesso à rede de uma organização maior. O risco de uma violação por meio de terceiros é perigoso e crescente, e a maioria das violações de dados podem ser vinculadas direta ou indiretamente ao acesso de terceiros.

6 – ATAQUES DE APRENDIZADO DE MÁQUINA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – Embora o aprendizado de máquina e a inteligência artificial estejam sendo usados por empresas de segurança cibernética, ao mesmo tempo também estão sendo usados por cibercriminosos para lançar ataques. Com essas ferramentas, os ataques podem ser multiplicados e acelerados para obter acesso a redes críticas e bancos de dados confidenciais. O impacto desses ataques já está sendo visto, e muitos dos ataques em grande escala mais recentes foram dirigidos por IA e aprendizado de máquina.

7 – ATAQUES IOT – O uso da Internet das Coisas (IoT = Internet of Things) está crescendo a cada dia e o número de dispositivos IoT atualmente conectados à Internet deve chegar a quase 31 bilhões. A IoT inclui tudo, desde laptops e tablets a roteadores, webcams, eletrodomésticos, smartwatches, dispositivos médicos, equipamentos industriais, automóveis e até sistemas de segurança doméstica. Mais dispositivos conectados significam maior risco. Uma vez controlados por hackers, os dispositivos IoT podem ser usados para sobrecarregar redes, acessar dados confidenciais ou bloquear equipamentos essenciais para obter ganhos financeiros.

8 – GERENCIAMENTO DE PATCH INADEQUADO – O objetivo de um patch é eliminar um “buraco” ou vulnerabilidade nos programas de software ou no firmware do hardware. Os fabricantes lançam patches para resolver vulnerabilidades em seus sistemas operacionais, software e outras tecnologias. Os patches são essenciais para a segurança da sua empresa. No entanto, os patches são amplamente ignorados tanto pelos usuários quanto pelas equipes de segurança de TI. Independentemente do motivo, muitas tecnologias com vulnerabilidades permanecem sem correção, deixando as empresas e seus dados vulneráveis até mesmo às ameaças mais básicas de segurança cibernética.

9 – FORMJACKING – O roubo de formulários é apenas o que parece. O roubo de formulários é um tipo de ameaça à segurança cibernética em que um criminoso cibernético assume os formulários de um site. Em muitos casos, os cibercriminosos sequestram a página de pagamento em sites de comércio eletrônico para roubar informações financeiras e números de cartão de crédito. O objetivo é examinar dados valiosos enviados nos formulários. Outras vezes, os cibercriminosos usam chatbots para direcionar seus ataques. 

10 – CRIPTOJACKING – A criptomoeda, também conhecida como moeda online, afeta a segurança cibernética. O criptojacking envolve cibercriminosos sequestrando computadores domésticos ou de trabalho de terceiros para “minerar” bitcoins e outras moedas virtuais. Como a mineração de criptomoedas requer imensa capacidade de processamento do computador, os hackers ganham dinheiro secretamente pegando carona nos sistemas de outra pessoa. Para as empresas, os sistemas cryptojacking causam sérios problemas de desempenho e tempo de inatividade caro, até que as equipes de TI consigam rastrear e remover o código de cryptojacking.

A taxa de crimes cibernéticos está forçando empresas e governos a lutar para contratar profissionais de segurança cibernética qualificados em número suficiente para lidar com a ameaça crescente. Lidar e monitorar a vulnerabilidade de uma empresa em cada uma dessas dez áreas fornece uma vantagem significativa contra um ataque cibernético. 

Recomendamos que as empresas realizem avaliações de vulnerabilidade anuais para lidar com novos hardwares, softwares e pontos de acesso de terceiros para fechar lacunas em sua segurança cibernética. 

Se você sofrer um ataque cibernético e perdeu acesso aos seus dados em dispositivos como HDSSD ou RAID, consulte a E-RECOVERY. Em muitas situações, poderemos ajudá-lo a recuperar seus arquivos perdidos!

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