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Recuperação de SSD Queimado, Danificado ou Não Reconhecido

SSD não liga após pico de energia, curto ou superaquecimento? Desligue agora e não tente religar — a sobrecarga pode destruir os chips NAND de forma irreversível. A E-Recovery recupera dados mesmo sem sinal na BIOS. Diagnóstico Gratuito | Só Cobramos se Recuperar ⭐⭐⭐⭐⭐

Precisa Recuperar SSD Queimado com Algum Desses Problemas?

SSD Não Reconhecido pela BIOS

O SSD não aparece no sistema operacional nem na BIOS/UEFI após falha elétrica. A controladora perdeu comunicação ou os reguladores de tensão foram danificados — o dispositivo está vivo nos chips NAND mas eletricamente inacessível.

Cheiro de Queimado ou Componente Visível Danificado

Componente da PCB visivelmente queimado, trilha rompida ou cheiro de plástico queimado ao conectar. Não ligue novamente — a sobrecarga pode se propagar para os chips NAND e tornar a perda definitiva.

SSD Morto sem Sinal

O dispositivo não apresenta nenhuma atividade ao ser conectado — sem LED, sem vibração, sem detecção. Indica falha total na PCB por curto-circuito, pico de tensão ou capacitor queimado. Os dados nos chips NAND podem estar intactos.

SSD Queimado após Queda de Energia ou Raio

Pico elétrico severo, queda de energia ou descarga atmosférica queimou os circuitos de proteção do SSD. O dano pode ser localizado na PCB — com os chips NAND preservados e os dados ainda recuperáveis por leitura direta.

SSD com Capacidade Incorreta

O SSD aparece na BIOS com capacidade de 2MB ou valor incorreto. Sinal clássico de firmware morto ou corrupção da FTL — a controladora não consegue montar a tabela de tradução, mas os chips NAND permanecem fisicamente íntegros.

SSD Não Reconhecido após Troca de Placa ou Atualização

Tentativa de substituição da PCB por conta própria ou atualização de firmware malsucedida resultou em SSD completamente inacessível. O firmware da controladora ficou incompatível com os chips NAND — exige intervenção em nível de código para restaurar o acesso.

O que é Recuperação de SSD Queimado, Danificado ou Não Reconhecido?

A recuperação de SSD queimado exige domínio da eletrônica de potência dos circuitos de alimentação — reguladores de tensão, capacitores de proteção e trilhas da PCB que, quando danificados por surto ou curto-circuito, podem propagar a sobrecarga diretamente para os chips NAND onde os dados estão gravados.

Diferente de um HD onde a placa lógica é externa e substituível com chip ROM, o SSD tem componentes microscópicos integrados que gerenciam tensões críticas para as memórias — cada nova tentativa de alimentação em circuito danificado aumenta o risco de destruição permanente das células de dados sem reversão possível.

A E-Recovery é especialista em recuperação de SSD queimado e danificado — desde falhas elétricas na PCB e reguladores de tensão até corrupção total de firmware — utilizando PC-3000 SSD para acessar a controladora em Modo Tecnológico, contornando o firmware morto e extraindo os dados diretamente dos chips NAND sem depender da eletrônica danificada. Atendemos SSDs SATA, NVMe e M.2 de todas as marcas — com diagnóstico gratuito em até 48 horas e total sigilo.

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FAQ - Recuperação de Dados de SSD Queimado

Três regras que preservam as chances de recuperação: (1) não ligue novamente — cada tentativa pode transferir a sobrecarga para os chips NAND; (2) não tente substituir a PCB por conta própria — o firmware gravado na placa é único para cada unidade; (3) não conecte em outro computador repetidamente. Desligue, embale o SSD com cuidado e envie para diagnóstico especializado.

Na maioria dos casos sim — porque o dano elétrico geralmente afeta a PCB ou a controladora, mas os chips NAND onde os dados estão gravados permanecem fisicamente íntegros. A viabilidade depende do tipo e extensão do dano. O diagnóstico gratuito da E-Recovery determina o cenário antes de qualquer intervenção.

SSD queimado envolve dano físico elétrico — PCB, reguladores de tensão ou controladora danificados. SSD corrompido ainda é reconhecido mas apresenta falhas lógicas, bad blocks ou firmware instável. SSD morto é o termo popular para qualquer SSD que não responde — pode ser queimado, firmware destruído ou falha total da controladora. Cada cenário exige abordagem técnica diferente.

É o sinal clássico de firmware morto ou corrupção da FTL — a controladora não consegue montar a tabela de tradução dos blocos NAND e reporta capacidade mínima. Os dados nos chips NAND geralmente estão intactos. O PC-3000 SSD acessa a controladora em Modo Tecnológico para contornar o firmware e extrair os dados diretamente.

Porque no SSD não existe separação entre placa e dispositivo — a PCB é o próprio SSD. Qualquer tentativa de soldar componentes, substituir capacitores ou manipular circuitos sem equipamento especializado pode propagar o dano para a controladora ou para os chips NAND, tornando a recuperação inviável. O diagnóstico precisa ser feito em laboratório com equipamento de análise eletrônica dedicado.

Sim — é um dos cenários mais comuns de SSD queimado e tem boa taxa de recuperação. O PC-3000 SSD acessa o dispositivo em Modo Tecnológico, contornando o firmware danificado e acessando os chips NAND diretamente. O diagnóstico determina se a causa é elétrica, de firmware ou da controladora.

Quando a controladora é destruída além do ponto de recuperação, a extração dos dados torna-se inviável — porque a controladora original é a única capaz de interpretar o mapeamento proprietário dos chips NAND daquela unidade específica. Não existe substituição universal. Por isso o diagnóstico precoce é crítico: quanto antes o SSD chegar ao laboratório, maiores as chances de a controladora ainda ser acessível via PC-3000 em Modo Tecnológico.

Sim, frequentemente — desde que a controladora não tenha sido destruída completamente. Descargas elétricas severas costumam queimar os circuitos de proteção da PCB mas poupam a controladora e os chips NAND. O diagnóstico eletrônico identifica exatamente quais componentes foram afetados. Se a controladora ainda responde via PC-3000 em Modo Tecnológico, a recuperação é viável.

Depende do tipo de dano — falhas elétricas simples na PCB podem ser resolvidas em horas; casos com controladora queimada ou chip-off podem exigir dias de trabalho forense. O diagnóstico gratuito define o prazo antes de qualquer intervenção. Casos emergenciais têm atendimento prioritário 24/7.

Sim. SSDs NVMe M.2 queimados apresentam os mesmos padrões de falha elétrica que os SATA — PCB danificada, firmware morto ou controladora queimada. O PC-3000 SSD suporta interfaces NVMe e permite acesso em Modo Tecnológico para extração direta dos chips NAND.

O diagnóstico é gratuito e o orçamento é apresentado antes de qualquer intervenção. Só cobramos se os dados forem recuperados com sucesso. O valor varia conforme o tipo de dano — falha elétrica simples, controladora queimada ou necessidade de chip-off têm complexidades diferentes. Entre em contato para avaliação sem compromisso.

Envie o SSD completo, exatamente como está — sem tentar desmontar, remover chips ou substituir componentes. Qualquer manipulação prévia pode comprometer o diagnóstico e reduzir as chances de recuperação. Atendemos todo o Brasil via Sedex com orientação de embalagem segura.

Seu SSD não é reconhecido ou parou de funcionar repentinamente?

A recuperação de dados em SSDs com falha elétrica ou eletrônica exige diagnóstico em laboratório especializado e ferramentas adequadas. Solicite uma avaliação sem compromisso preenchendo o formulário abaixo.

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SSD Queimado e Danificado: Causas, Falhas e Como Recuperar

Causas do SSD Queimado: Firmware, Eletrônica e Desgaste Físico

Quando um SSD para de ser reconhecido ou interrompe o funcionamento repentinamente, a origem reside em falhas internas críticas. Diferente dos HDs, onde o dano é audível — cliques e bipes — no SSD a falha é silenciosa e pode ser classificada em três frentes principais:

Corrupção de Firmware — O Cérebro do SSD

O firmware é o microcódigo responsável por inicializar o dispositivo, gerenciar o mapeamento de dados e controlar a comunicação com o sistema. Quando ocorre corrupção nesse software interno — frequentemente causada por picos de energia ou travamentos durante ciclos de escrita — o SSD trava em modo de segurança. O resultado é um disco que não é reconhecido pela BIOS ou que se identifica com capacidade incorreta, como o clássico erro de 2MB. Nesses casos, o hardware está fisicamente íntegro, mas inacessível sem ferramentas que operem no Modo Tecnológico da controladora.

Danos Eletrônicos e Falhas de Alimentação

Curtos-circuitos, fontes de má qualidade ou oscilações na rede elétrica podem queimar reguladores de tensão, capacitores de proteção e trilhas sensíveis da PCB. Quando isso ocorre, o SSD queimado não dá sinais de vida — sem detecção, sem LED, sem resposta. A recuperação exige análise eletrônica minuciosa para estabilizar o circuito ou realizar o bypass dos componentes danificados, permitindo que a energia chegue corretamente à controladora e aos chips NAND para a extração dos dados.

Desgaste Físico e Componentes Comprometidos

Impactos severos em notebooks ou exposição a altas temperaturas podem comprometer as soldas BGA (Ball Grid Array) da controladora, causando mau contato ou falha total de comunicação. Cada tentativa de ligação forçada nesse estado pode agravar o dano elétrico e comprometer definitivamente as memórias onde os arquivos estão armazenados.

SSD Morto — Sem Sinal, Sem Resposta O termo popular SSD morto descreve qualquer SSD que não dá nenhum sinal de vida ao ser conectado — sem detecção na BIOS, sem LED, sem resposta no Gerenciamento de Disco. Na maioria dos casos, “morto” não significa irrecuperável — significa que a falha está na eletrônica ou no firmware, não nos chips NAND onde os dados estão gravados. Recuperar SSD morto exige diagnóstico eletrônico preciso para identificar se o problema é na PCB, na controladora ou no firmware — cada um com abordagem técnica distinta mas com alta taxa de sucesso quando o dispositivo chega ao laboratório sem tentativas de reparo anteriores.

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Como Recuperamos Dados de SSD Queimado, Danificado e Morto — Protocolo E-Recovery

A recuperação de SSD queimado exige intervenção direta na camada de hardware — softwares de recuperação são completamente inúteis nesses cenários, pois o dispositivo sequer é detectado pelo sistema operacional. Nosso protocolo segue etapas rigorosas de engenharia forense:

Análise Microeletrônica da PCB

Quando o SSD apresenta falha elétrica, realizamos análise detalhada da placa utilizando microscopia avançada e multímetros de alta precisão. Identificamos componentes em curto — reguladores de tensão, capacitores de proteção — efetuando reparo ou bypass necessário para estabilizar a alimentação. O objetivo é restaurar a eletrônica o suficiente para que a controladora original volte a operar e permita o acesso aos chips NAND.

Intervenção via Modo Tecnológico — PC-3000 SSD

Nos casos onde o dano é no firmware ou na controladora, conectamos a unidade ao PC-3000 SSD. Através desta tecnologia, acessamos o dispositivo em Modo Tecnológico (LDR) — carregando um microcódigo externo na memória RAM do SSD. Isso permite ignorar as áreas corrompidas do firmware original e acessar diretamente o tradutor de dados para iniciar a extração. A controladora original é indispensável nesse processo — não existe substituição que preserve o mapeamento proprietário dos chips NAND.

Extração e Reconstrução Lógica

Com o SSD estabilizado — seja por reparo eletrônico ou emulação de firmware via PC-3000 — realizamos a leitura completa do conteúdo em modo somente leitura. A extração é feita com foco absoluto na integridade física do dispositivo, garantindo que cada operação ocorra de forma segura e controlada sem risco adicional para os chips NAND.

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SSD Queimado por Marca e Modelo — Samsung, WD, Crucial, Kingston e Sandisk

SSDs queimados chegam ao laboratório de todas as marcas — mas cada fabricante tem características de PCB e arquitetura de controladora que determinam a abordagem de recuperação. Conhecer o modelo exato antes do diagnóstico acelera o processo.

Samsung 870 EVO e 870 QVO

A linha 870 é a mais presente no laboratório em casos de queima por surto elétrico. A controladora Samsung MJX tem proteção contra sobretensão limitada — um pico moderado na porta SATA é suficiente para queimar os reguladores de tensão da PCB. O diferencial da linha Samsung é que o mapeamento L2P é armazenado nos próprios chips NAND — não na controladora — o que significa que mesmo com a controladora queimada, os dados permanecem intactos e acessíveis via PC-3000 em modo tecnológico.

WD Blue e WD Green SATA

SSDs WD queimados chegam frequentemente após surto em desktop sem estabilizador. A controladora Marvell 88SS1074 usada na linha Blue tem comportamento específico após dano elétrico parcial — o SSD pode aparecer brevemente no sistema antes de desaparecer, criando a impressão de que o problema é intermitente quando na verdade o circuito está em falha progressiva.

Crucial MX500 e BX500

A linha Crucial usa controladora Silicon Motion SM2258 com reguladores de tensão integrados — o que significa que um surto que queima o regulador frequentemente danifica também parte do circuito da controladora. A recuperação nesses casos exige bypass eletrônico preciso antes de tentar comunicação via PC-3000.

Kingston A400 e UV500

SSDs Kingston de entrada são os mais comuns em notebooks de custo-benefício no Brasil. A controladora Phison PS3111-S11 tem arquitetura bem documentada no PC-3000 — facilitando o acesso em modo tecnológico mesmo com firmware corrompido após queima parcial.

SanDisk Ultra e SanDisk Plus

A linha SanDisk SATA usa controladora Marvell com firmware proprietário WD/SanDisk após a aquisição pela Western Digital. Queimas que afetam a região de firmware da PCB exigem carregamento de microcódigo externo via PC-3000 para contornar o firmware original danificado.

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SSD de Notebook Queimado — MacBook, Dell, HP e Lenovo

Notebooks têm características específicas de falha por queima que diferem dos desktops — a integração de componentes e a impossibilidade de isolar facilmente o SSD do restante do circuito criam cenários mais complexos.

MacBook com SSD queimado

Nos MacBooks mais antigos (até 2017), o SSD é uma placa removível com conector proprietário Apple — recuperável pelo processo convencional de PCB ou chip-off. Nos MacBooks mais recentes (2018 em diante), o SSD está soldado diretamente na placa-mãe — o chip-off dos chips NAND é o único caminho quando a controladora é destruída por curto na placa-mãe. A Apple usa chips NAND proprietários com firmware específico que exige módulos dedicados no PC-3000.

Dell XPS e Inspiron com SSD NVMe queimado

Quedas de tensão na fonte do notebook ou curtos por derramamento de líquido são as causas mais comuns. O slot M.2 do notebook não tem proteção de sobretensão tão robusta quanto os slots de desktop — um surto moderado queima a controladora do SSD antes que o fusível da placa-mãe atue.

HP ProBook e EliteBook com SSD queimado 

Notebooks HP corporativos frequentemente têm o SSD protegido por criptografia de hardware (HP Sure Start + TPM). Quando o SSD queima e precisa de chip-off, os dados nas células NAND podem estar criptografados pela chave armazenada no TPM da placa-mãe — tornando a recuperação dependente do acesso ao TPM original, que pode ter sido destruído junto com o SSD no mesmo evento de queima.

Lenovo ThinkPad com SSD queimado

A linha ThinkPad tem proteção de circuito relativamente robusta, mas surtos severos ainda queimam SSDs. O diferencial dos ThinkPads é a disponibilidade de esquemas de circuito para modelos corporativos — o que facilita a análise microeletrônica da PCB para identificar o componente exato danificado.

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SSD NVMe M.2 Queimado — Notebook, Desktop e Servidor

O SSD NVMe M.2 substituiu o SATA como padrão em notebooks e desktops nos últimos anos — e trouxe novos vetores de falha por queima que diferem completamente do SSD SATA convencional.

Queima por curto na placa-mãe do notebook

O cenário mais frequente de SSD NVMe queimado em notebooks. Quando a placa-mãe sofre curto — por derramamento de líquido, sobretensão ou falha de componente — a tensão irregular no slot M.2 pode queimar a controladora do SSD antes que qualquer proteção atue. A recuperação envolve estabilização eletrônica da PCB do SSD seguida de acesso via PC-3000 em modo tecnológico — carregando microcódigo externo diretamente na memória RAM do controlador para contornar o firmware danificado e acessar os dados nas células NAND.

Samsung 980 PRO e 970 EVO Plus NVMe

A linha NVMe Samsung usa controladora Elpis (980 PRO) e Pablo (970 EVO Plus) com arquitetura de firmware completamente diferente da linha SATA. O modo tecnológico via PC-3000 para controladores NVMe Samsung exige módulos específicos distintos dos módulos SATA — laboratórios sem atualização de ferramentas frequentemente declaram esses casos como irrecuperáveis por falta de suporte ao protocolo NVMe proprietário Samsung.

WD Black SN850 e SN770 NVMe

SSDs NVMe WD Black queimados em desktops com overclocking ou fonte instável podem entrar em modo de segurança de firmware após detecção de tensão fora dos parâmetros — recusando comunicação e simulando queima total quando na verdade o hardware está parcialmente intacto. O PC-3000 em modo tecnológico estabelece comunicação direta com o controlador NVMe contornando esse bloqueio.

SSDs NVMe em servidores

Queima de SSD NVMe U.2 em servidores Dell PowerEdge ou HPE ProLiant frequentemente ocorre por falha no backplane — o componente que distribui energia para os slots de disco. Um backplane com regulador defeituoso pode enviar tensão irregular para múltiplos SSDs simultaneamente. O DeepSpar USB Stabilizer complementa o PC-3000 em casos com instabilidade severa de comunicação após dano elétrico parcial — estabilizando o canal de leitura para extrair o máximo de dados antes de qualquer intervenção adicional.

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⚠️ Regra de Ouro: O que NUNCA Fazer com um SSD Queimado

Quando um SSD para de funcionar ou apresenta sinais de queima, insistir em novas tentativas de ligação é a decisão mais arriscada que existe. Um componente em curto-circuito pode gerar sobrecarga em cascata — atingindo diretamente a controladora ou os chips NAND onde os dados residem.

Tentar ligar repetidamente

Cada nova conexão pode enviar voltagem inadequada para os componentes internos, propagando o dano elétrico dos reguladores queimados para os chips NAND que ainda estão intactos. Um SSD que não aparece na BIOS na primeira tentativa tem chances de recuperação altas — após a décima tentativa, pode não ter mais.

Testar em outros computadores ou adaptadores USB

Se houver falha crítica nos reguladores de tensão, cada conexão agrava o curto e aumenta o risco de dano irreversível aos chips NAND. Adaptadores USB introduzem variações de tensão adicionais que podem ser o gatilho para destruir o que ainda era recuperável.

Abrir a carcaça ou aplicar limpa-contatos

Não resolve falhas de firmware nem queimas de componentes SMD. Contamina soldas BGA críticas com resíduos químicos e pode romper trilhas microscópicas da PCB que ainda permitiriam comunicação com a controladora. O interior de um SSD exige microscopia e ambiente controlado — não limpeza doméstica.

Tentar substituir componentes por conta própria

Sem microscópio de solda, estação de reflow e equipamento de microssoldagem calibrado, qualquer intervenção na PCB destrói trilhas e vias. A controladora de um SSD usa encapsulamento BGA com centenas de microcontatos invisíveis a olho nu — qualquer pressão excessiva ou temperatura incorreta torna o componente irrecuperável.

O protocolo seguro é simples: desligue imediatamente, isole o dispositivo e envie para diagnóstico. Nossa análise eletrônica identifica com precisão o componente danificado e define a abordagem correta — sem colocar os chips NAND em risco desnecessário.

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SSD Queimado vs SSD Corrompido vs SSD Morto — Diferenças que Determinam a Recuperação

Os três termos são usados frequentemente como sinônimos por quem perdeu dados em SSD — mas descrevem cenários tecnicamente distintos com abordagens de recuperação completamente diferentes. Confundir os três é o erro mais comum que leva a intervenções incorretas que agravam irreversivelmente o problema antes de chegar ao laboratório.

SSD queimado

Significa dano físico nos componentes eletrônicos da placa de circuito — reguladores de tensão destruídos por surto elétrico, capacitores queimados, trilhas rompidas por arco elétrico ou controladora com dano elétrico severo. O sintoma característico é o SSD que não dá absolutamente nenhum sinal de vida — não aparece na BIOS, não aparece no Gerenciamento de Disco, não aquece ao conectar. Em alguns casos há odor de componente queimado ou marca de chamuscado visível na PCB. A boa notícia é que os chips NAND onde os dados estão gravados raramente são afetados por dano elétrico na PCB — eles têm arquitetura separada e frequentemente sobrevivem ao mesmo surto que destrói a controladora. A recuperação exige intervenção microeletrônica na PCB ou chip-off dos chips NAND para leitura direta.

SSD corrompido

Significa que o hardware eletrônico está funcionando — o SSD é detectado pelo sistema, aparece na BIOS e responde a comandos — mas a estrutura lógica interna está danificada. O firmware foi corrompido por queda de energia durante operação de gravação, a FTL perdeu consistência, o sistema de arquivos ficou inconsistente ou a controladora entrou em modo de proteção por acúmulo de bad blocks. O sintoma característico é o SSD que aparece no sistema mas com erro de acesso, capacidade incorreta, pedindo formatação ou em modo somente leitura. A recuperação é predominantemente lógica — acesso em modo tecnológico via PC-3000, reconstrução da FTL, bypass do modo de proteção — sem necessidade de intervenção física nos chips.

SSD morto

É o termo popular mais ambíguo dos três — e é exatamente essa ambiguidade que cria problemas. Usuários descrevem como “SSD morto” qualquer SSD que parou de funcionar, independente da causa. Na prática, um SSD “morto” pode ser qualquer um dos dois cenários anteriores — queimado fisicamente ou corrompido logicamente — e a distinção só é possível via diagnóstico técnico. Um SSD que não aparece na BIOS pode estar com a PCB queimada ou com o firmware corrompido ao ponto de não completar a inicialização — dois cenários com abordagens completamente diferentes mas sintoma externo idêntico.

A distinção prática para o cliente é esta: SSD que não aparece em nenhum dispositivo e nunca aqueceu ao conectar — provavelmente corrompido de firmware, alta viabilidade de recuperação via modo tecnológico. SSD que não aparece e tem histórico de surto elétrico, odor de queimado ou marca visível na PCB — provavelmente queimado, recuperação via reparo eletrônico ou chip-off. SSD que aparece mas com erro, capacidade errada ou em modo de proteção — corrompido, recuperação lógica via PC-3000.

O erro mais comum que agrava os três cenários de forma diferente: no SSD queimado, religar repetidamente propaga o dano elétrico dos componentes queimados para os chips NAND ainda intactos. No SSD corrompido, executar softwares de recuperação ou ferramentas oficiais do fabricante aciona o modo de proteção definitivo ou apaga os chips NAND via Secure Erase automático. No SSD “morto” sem diagnóstico preciso, qualquer intervenção sem saber qual dos dois cenários está presente é uma aposta com resultado imprevisível — e frequentemente irreversível.

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Quanto Custa Recuperar SSD Queimado, Danificado ou Morto? Prazo e Investimento

O custo de recuperação de um SSD queimado depende de quatro variáveis principais: o tipo de dano eletrônico — regulador de tensão, capacitor de proteção, controladora ou trilha da PCB —, a interface do dispositivo (SATA, NVMe ou SSD soldado), a necessidade de chip-off e o histórico de tentativas de ligação realizadas antes do diagnóstico. Um SSD SATA com regulador de tensão queimado e chips NAND intactos exige menos horas de engenharia do que um SSD NVMe de MacBook soldado com dano elétrico severo na controladora após dez tentativas de ligação em diferentes computadores. Cada tentativa adicional antes do laboratório aumenta a probabilidade de dano secundário nos chips NAND.

O prazo segue a mesma lógica. O diagnóstico é gratuito — concluído em até 48 horas com laudo eletrônico do componente danificado, viabilidade de recuperação e proposta. Casos emergenciais têm diagnóstico prioritário em até 8 horas. A partir do diagnóstico, casos com reparo eletrônico da PCB e acesso via PC-3000 em modo tecnológico costumam ser concluídos entre 3 e 7 dias úteis. Casos que exigem chip-off dos chips NAND — SSDs soldados em MacBook, controladoras com dano total por surto severo — demandam entre 7 e 15 dias úteis. SSDs NVMe enterprise com dano em backplane de servidor e múltiplos dispositivos afetados simultaneamente podem demandar prazo adicional definido após avaliação inicial.

A E-Recovery não cobra pelo diagnóstico e opera com política sem dados sem cobrança para a maioria dos casos — a cobrança ocorre apenas após o cliente confirmar remotamente os dados recuperados. Em casos de alta complexidade técnica — chip-off em SSD soldado, SSDs NVMe enterprise com firmware proprietário ou casos com múltiplas tentativas de ligação anteriores que podem ter propagado dano para os chips NAND — pode ser aplicada uma taxa de engajamento para início dos trabalhos, acordada previamente com total transparência antes de qualquer intervenção.