Av. Prof. Noé de Azevedo, 208 cj. 65 (11) 3422-0066 contato@e-recovery.com.br
Formatou o HD sem querer, deletou arquivos ou reinstalou o Windows por cima? Pare tudo — não grave nada novo no disco. Trabalhamos exclusivamente sobre clones forenses do dispositivo original com PC-3000 e DeepSpar. ⭐ 4.9/5.0 no Google em mais de 120 avaliações.
Arquivos apagados acidentalmente que não estão na Lixeira. Ou pastas inteiras que sumiram após um comando de "Cortar e Colar" que foi interrompido no meio.
O disco foi formatado (Rápido ou Completo) pelo Windows, Mac ou Câmera Fotográfica. O disco aparece vazio, mas com o tamanho total disponível.
Você ou um técnico formatou o computador e instalou um novo Windows (ou Linux) por cima do sistema antigo, esquecendo de fazer backup da pasta de usuários.
Uma partição inteira (D:, E:) sumiu do "Meu Computador" e agora aparece no Gerenciador de Discos como "Espaço Não Alocado" ou "RAW".
A recuperação de HD formatado é viável na maioria dos casos — porque a formatação apaga apenas o índice de arquivos, não o conteúdo físico gravado nos setores magnéticos. Os dados permanecem intactos até serem sobrescritos por novas gravações. A regra crítica é parar de usar o disco imediatamente — não instalar programas, não salvar arquivos, não reiniciar o sistema.
Cada nova gravação ocupa fisicamente os setores que ainda contêm os dados perdidos, reduzindo irreversivelmente o volume recuperável. Softwares de recuperação executados no próprio disco também gravam dados temporários — agravando exatamente o problema que tentam resolver.
A E-Recovery utiliza PC-3000 e DeepSpar em laboratório próprio para recuperar HDs formatados em sistemas NTFS, APFS, HFS+ e FAT32 — analisando a estrutura lógica bit-a-bit para localizar fragmentos de fotos, documentos, bancos de dados e sistemas operacionais com precisão total, sem nenhuma gravação no disco original. Atendemos formatações simples, reinstalações de sistema e perdas de partição completa — com diagnóstico gratuito em até 48 horas.
Grandes empresas confiam na E-Recovery para recuperar raid, você também pode confiar!
O Problema
O computador de Vagner Mizael, Analista de Sistemas Sênior da Avianca, parou de carregar o sistema operacional. A equipe interna realizou procedimentos de recuperação sem sucesso. Com os dados críticos inacessíveis e o sistema operacional não inicializando, a Avianca buscou uma empresa especializada. A E-Recovery apareceu na primeira pesquisa no Google — e o diferencial foi percebido já no primeiro contato telefônico, antes mesmo de qualquer análise técnica.
O diagnóstico identificou corrupção na estrutura de partição do HD Western Digital — a tabela de partições havia sido comprometida, tornando o volume inacessível ao sistema operacional sem que os dados subjacentes fossem destruídos. Reconstruímos a estrutura lógica do disco, restauramos o mapeamento das partições e extraímos o conteúdo com integridade total. Vagner foi mantido informado sobre o status do processo em cada etapa, com todos os prazos comunicados por telefone cumpridos sem exceção.
O Resultado
Dados recuperados com integridade total dentro do prazo estabelecido. Vagner destacou que o preço era acima do mercado informal — mas que as outras empresas consultadas “não tiveram nem metade da qualidade no atendimento”. A combinação de comunicação transparente, cumprimento de prazo e resultado técnico foi o que diferenciou o serviço.
O Cliente: Já no primeiro atendimento percebi a diferença. Durante o processo sempre informaram o status. Todos os prazos foram cumpridos. Os concorrentes não tiveram nem metade da qualidade no atendimento.”
Na maioria dos casos sim — desde que o disco tenha sido desligado imediatamente após a formatação e não tenha sido usado depois. A formatação rápida apaga apenas o índice de arquivos, não os dados físicos nos setores magnéticos. Os arquivos permanecem gravados até serem sobrescritos por novas gravações. Quanto menos uso após a formatação, maiores as chances. Se o disco continuou em uso por dias ou semanas, o volume recuperável reduz progressivamente conforme as sobrescritas avançam.
A diferença é fundamental para as chances de recuperação. A formatação rápida recria apenas o índice do volume — os dados físicos nos setores magnéticos não são tocados e permanecem recuperáveis. A formatação completa — também chamada de Zero Fill — percorre cada setor do disco e sobrescreve com zeros, apagando fisicamente o conteúdo. Uma formatação completa torna a recuperação tecnicamente impossível — não existe engenharia capaz de reconstruir dados substituídos por zeros uniformes.
Desligue o computador imediatamente — não reinicie, não salve outros arquivos, não instale nenhum software. Cada operação de gravação posterior pode sobrescrever os setores onde os arquivos deletados ainda residem. Arquivos deletados não são apagados fisicamente — o sistema apenas remove a referência na tabela de índice. Os dados permanecem intactos até serem sobrescritos. A velocidade de ação é o fator mais crítico: quanto antes o disco for desligado, maiores as chances.
Frequentemente sim. A reinstalação do Windows grava arquivos de sistema concentrados nos primeiros setores do disco — mas arquivos pessoais como fotos, vídeos e documentos tendem a ocupar setores mais distantes que geralmente não são afetados pela reinstalação. O diagnóstico forense mapeia exatamente quais regiões foram sobrescritas e quais permanecem intactas antes de qualquer cobrança. O volume de uso após a reinstalação é o fator determinante — quanto menos o computador foi usado após reinstalar, maiores as chances.
Depende de como foram deletados. Arquivos excluídos com Delete vão para a Lixeira e podem ser restaurados facilmente enquanto a Lixeira não for esvaziada. Arquivos excluídos com Shift+Delete ou dentro de programas que não usam a Lixeira são removidos diretamente — sem passar pela Lixeira — mas permanecem fisicamente no disco até sobrescrita. Arquivos em HDs externos e pendrives também não passam pela Lixeira — a exclusão é imediata. Em todos esses casos, a recuperação especializada é possível desde que o disco não tenha sido usado extensivamente após a exclusão.
Vale o diagnóstico — que é gratuito. O volume recuperável depende de quanto espaço foi sobrescrito pelas novas gravações. Em muitos casos, mesmo após dias de uso, uma parcela significativa dos arquivos originais ainda está intacta nos setores que as novas gravações não atingiram. O diagnóstico forense mapeia exatamente o estado atual do disco e informa o percentual estimado de dados recuperáveis antes de qualquer cobrança. Importante: para casos onde a sobrescrita foi extensa e a recuperação não for possível, aplicamos uma taxa fixa de diagnóstico independente do resultado — situação sempre informada com transparência antes de qualquer aprovação.
Sim, com as mesmas condições de qualquer HD — o dispositivo precisa ter sido desligado rapidamente após a perda e não ter sido usado extensivamente depois. HDs externos têm uma particularidade: alguns modelos WD e Seagate usam criptografia nativa via placa de interface do case, o que precisa ser identificado antes de qualquer intervenção para não destruir as chances de recuperação. O diagnóstico gratuito identifica esse cenário antes de qualquer decisão.
Não necessariamente tudo. Os arquivos novos gravados ocupam setores específicos do disco — mas raramente cobrem 100% do espaço. Os setores que os novos arquivos não atingiram ainda contêm os dados originais. O Data Carving varre setor a setor em busca de assinaturas de arquivos recuperáveis nas regiões preservadas. Quanto maior o disco e menor o volume de arquivos novos gravados, maior a proporção do conteúdo original ainda recuperável.
Sim, sempre gratuito e sem compromisso. Em até 48 horas úteis você recebe avaliação técnica completa com viabilidade de recuperação, estimativa do volume de arquivos recuperáveis e orçamento — sem nenhuma cobrança independente do resultado do diagnóstico. Para casos urgentes, o diagnóstico emergencial é concluído em até 8 horas.
Sim, na maioria dos casos. A E-Recovery opera com política de sem dados sem cobrança — o pagamento ocorre apenas após você confirmar remotamente que os arquivos recuperados atendem sua necessidade. A exceção são casos de formatação completa com zero fill ou discos com uso extenso posterior à formatação, onde a taxa de diagnóstico pode ser aplicada independentemente do resultado — situação sempre informada com total transparência antes de qualquer decisão.
Para formatações recentes em HDs fisicamente íntegros, o processo costuma ser concluído entre 2 e 5 dias úteis após aprovação do orçamento. Casos com bad blocks, dano físico no disco ou grande volume de dados podem demandar entre 5 e 10 dias úteis. O diagnóstico gratuito define o prazo exato antes de qualquer decisão.
Pessoalmente, via motoboy ou por Sedex com orientação de embalagem segura — envolva o HD em plástico bolha, coloque dentro de uma caixa com proteção nas laterais e envie para o laboratório na Vila Mariana em São Paulo. Para clientes em SP, há 5 unidades de recebimento presencial: Vila Mariana, Barra Funda, Morumbi, Pinheiros e Tatuapé. A validação dos dados recuperados é feita remotamente antes do pagamento — sem necessidade de deslocamento para a retirada.
O tempo é crucial. Quanto mais rápido você agir, maiores as chances na recuperação de HD. Preencha o formulário abaixo para um diagnóstico e orçamento gratuitos ou chame-nos no WhatsApp.
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Quando um arquivo é deletado ou quando o disco passa por uma formatação rápida, os dados não são apagados fisicamente de imediato. Os “zeros e uns” que compõem suas fotos e documentos permanecem gravados na superfície magnética; o que o sistema operacional remove é apenas a referência na MFT (Master File Table), que funciona como o índice do volume. É como retirar o índice de um livro: as páginas continuam lá, intactas, mas o sistema perde a localização de onde cada capítulo começa. O Windows marca essa área como “espaço livre” e a considera disponível para novas gravações — mas até que uma nova gravação ocorra naquele endereço físico exato, os dados originais permanecem magneticamente intactos e recuperáveis.
A distinção entre formatação rápida e formatação completa (Zero Fill) é fundamental. Na formatação rápida, apenas a MFT é recriada — os dados brutos nos setores magnéticos não são tocados. Na formatação completa, o sistema sobrescreve cada setor do disco com zeros, apagando fisicamente o conteúdo. Esse processo pode levar horas em discos de grande capacidade justamente porque precisa percorrer cada endereço físico do disco. Uma formatação completa torna a recuperação tecnicamente impossível — não existe engenharia capaz de reconstruir dados que foram substituídos por zeros uniformes. Por isso, a primeira pergunta que fazemos ao receber um HD formatado é sempre: foi rápida ou completa?
A perda permanente acontece somente através da sobrescrita. Se um novo arquivo for gravado exatamente no mesmo endereço físico onde estavam os dados antigos, a recuperação torna-se impossível naquele setor específico. O que torna isso crítico é que a sobrescrita não exige nenhuma ação consciente do usuário — ela acontece de forma automática e invisível enquanto o sistema operacional está em execução.
Mesmo o simples ato de manter o computador ligado após a formatação desencadeia uma série de gravações automáticas: o cache do navegador registra dados de sessão, os logs do sistema são atualizados continuamente, o Windows Update pode baixar e instalar atualizações em background, o indexador de busca percorre o disco em busca de novos arquivos e o prefetch do sistema grava metadados de inicialização. Em um disco formatado recentemente, todos esses processos competem pelos setores recém-marcados como “livres” — que são exatamente os setores onde residem os dados recuperáveis. Cada minuto que o computador permanece ligado reduz estatisticamente as chances de recuperação. O protocolo correto é inequívoco: desligar o computador imediatamente, remover o HD se possível, e contatar um laboratório especializado antes de qualquer outra ação.
O cenário mais crítico ocorre na reinstalação do Windows sobre uma partição existente. Esse processo grava entre 20 GB e 40 GB de novos arquivos de sistema concentrados no início do disco — a região onde o próprio Windows armazena seus arquivos de sistema, que é também onde a MFT e as estruturas críticas do volume ficam localizadas. Tudo que ocupava essa região é destruído irreversivelmente.
Entretanto, a geometria do disco trabalha a favor da recuperação. Arquivos de usuário — fotos, vídeos, documentos, projetos — costumam ser armazenados pelo sistema em setores progressivamente mais distantes da área inicial, conforme o disco vai sendo preenchido ao longo do tempo. Em um HD de 1 TB com 300 GB de dados do usuário, a reinstalação do Windows tipicamente afeta os primeiros 30-40 GB do espaço físico — deixando intacta a vasta maioria dos setores onde residiam os arquivos pessoais.
Na E-Recovery, utilizamos o PC-3000 para mapear com precisão as regiões afetadas pela nova instalação e as regiões que permaneceram intactas, direcionando os algoritmos de extração exclusivamente para as áreas com maior probabilidade de conteúdo recuperável. Esse mapeamento evita o desperdício de tempo em setores já sobrescritos e maximiza a integridade dos arquivos extraídos das regiões preservadas.
Quando a tabela de arquivos é destruída por formatação, corrupção severa ou sobrescrita parcial, as ferramentas convencionais de mercado deixam de exibir qualquer conteúdo. Isso ocorre porque softwares comuns dependem completamente da integridade da estrutura lógica do sistema de arquivos para “ler” o disco — sem MFT, o software simplesmente não enxerga nada. Nessas situações críticas, a E-Recovery utiliza a técnica de Data Carving, um processo de engenharia forense que ignora completamente o sistema operacional e realiza a leitura setor por setor em nível hexadecimal, tratando o disco como uma sequência bruta de bytes sem qualquer estrutura lógica.
Cada formato de arquivo possui uma sequência de bytes única e imutável no início e no fim de seu conteúdo — as chamadas assinaturas de cabeçalho (magic bytes). Esses marcadores são definidos pelos próprios padrões internacionais de cada formato e permanecem idênticos independente do nome do arquivo, da pasta onde estava armazenado ou do estado do sistema de arquivos. Nossa engenharia varre o espaço bruto do disco em busca dessas assinaturas:
Ao detectar uma dessas assinaturas, nosso sistema isola o bloco de dados correspondente, calcula o tamanho esperado do arquivo com base no cabeçalho e reconstrói o arquivo individualmente — mesmo que o nome original, a data de criação e a pasta de origem tenham sido permanentemente apagados da MFT. A limitação do Data Carving é que os arquivos recuperados perdem os metadados de nomenclatura — voltam como File001.jpg, File002.pdf — mas o conteúdo binário é integral: o arquivo abre normalmente.
Arquivos de imagem e vídeo são os mais recuperáveis após formatação por uma razão técnica específica: seus formatos possuem assinaturas binárias únicas e bem documentadas que permitem localização por Data Carving mesmo sem qualquer referência na MFT. Um arquivo JPEG sempre começa com FF D8 FF e termina com FF D9 — independente do nome, da pasta ou do sistema de arquivos. Um arquivo MP4 tem o marcador ftyp nos primeiros bytes. Arquivos RAW de câmeras Canon, Nikon e Sony têm assinaturas proprietárias igualmente identificáveis, permitindo extração mesmo de arquivos de fotografia profissional de alta resolução.
Isso significa que mesmo em formatações onde a MFT foi completamente sobrescrita, fotos e vídeos podem ser extraídos com alta integridade — desde que os setores onde estavam gravados não tenham sido reutilizados por novas gravações. A limitação é que os arquivos voltam sem nome original e sem estrutura de pastas, o que para arquivos pessoais é apenas um inconveniente de renomeação, não uma perda de conteúdo.
Arquivos de banco de dados e documentos Office têm taxa de recuperação ligeiramente menor porque seus formatos permitem fragmentação — um único arquivo pode estar distribuído em dezenas de setores não contíguos no disco. O Data Carving recupera o fragmento inicial com integridade, mas a reconstrução de fragmentos distantes depende do estado de preservação de cada setor individualmente. Arquivos de texto simples (.txt, .csv) e PDFs têm alta taxa de recuperação por serem tipicamente menores e menos fragmentados.
Quando ocorre uma perda de dados, o HD deve ser tratado como uma verdadeira “cena de crime digital”. Qualquer ação realizada sem o protocolo correto pode comprometer setores críticos e eliminar permanentemente informações que ainda estão fisicamente intactas. A diretriz fundamental é: nunca instale programas de recuperação no próprio disco afetado — e nunca execute qualquer software de recuperação sem antes criar uma imagem forense do disco.
Ao baixar e instalar ferramentas como Recuva, EaseUS ou Wondershare Recoverit diretamente no mesmo volume onde os arquivos foram perdidos, o processo de instalação cria dezenas de arquivos temporários, DLLs e entradas de registro que são gravadas nos setores marcados como “livres” — que são exatamente os setores onde residem os dados recuperáveis. O paradoxo é devastador: o ato de instalar o software de recuperação pode destruir os dados que o software tentará recuperar.
Mesmo executando o software a partir de um pendrive externo, a varredura realizada por essas ferramentas monta o disco em modo de leitura e escrita — não em modo somente leitura — e frequentemente grava arquivos de log, índices de varredura e metadados temporários diretamente no volume analisado. Nossa ferramenta profissional monta o disco em modo somente leitura estrito, garantindo que nenhum byte seja gravado no dispositivo durante todo o processo de diagnóstico e extração.
Embora pareça uma solução simples, o recurso de Restauração do Sistema do Windows é um dos maiores inimigos da recuperação de arquivos pessoais após formatação. Esse recurso opera sobre Volume Shadow Copies — snapshots da estrutura lógica do disco criados periodicamente pelo Windows. O problema é duplo: primeiro, os Shadow Copies armazenam o estado do sistema de arquivos, não os arquivos de usuário em si; segundo, o processo de restauração realiza modificações extensas na estrutura lógica do disco, altera snapshots internos e substitui milhares de arquivos de sistema através de gravações massivas que contaminam os setores recuperáveis.
Em cenários de perda de dados por formatação, a interrupção imediata do uso é a única ação que preserva a integridade dos dados remanescentes. Qualquer tentativa de “resolver por conta própria” — seja com software gratuito, restauração do sistema ou reinstalação — reduz estatisticamente e irreversivelmente as chances de recuperação profissional.
A recuperação de HD formatado na E-Recovery segue um princípio simples: só cobramos se os dados forem recuperados com sucesso. O diagnóstico é sempre gratuito — em até 48 horas úteis ou emergencial em até 8 horas — e o orçamento é apresentado antes de qualquer intervenção.
Recuperar HD formatado com formatação rápida recente e sem uso posterior tem taxa de sucesso alta — os dados permanecem nos setores magnéticos até serem sobrescritos. Recuperar arquivos apagados do HD acidentalmente segue o mesmo protocolo — desde que o disco não tenha sido usado após a exclusão. Recuperar partição perdida ou excluída — incluindo disco não alocado ou HD não alocado que aparece no Gerenciamento de Disco — é tratado com reconstrução da tabela de partições via engenharia forense antes da extração dos dados.
Os cenários de menor taxa de sucesso são formatação completa com zero fill, reinstalação do Windows com uso extenso posterior e HDs usados normalmente por dias após a formatação — onde a sobrescrita progressiva já comprometeu grande parte dos setores recuperáveis.
Restaurar HD formatado ou recuperar dados formatados com Windows 11 exige atenção adicional ao OneDrive e ao serviço de otimização automática — que podem ter iniciado gravações em background sem nenhuma ação do usuário. O diagnóstico técnico mapeia exatamente quais setores foram preservados antes de qualquer cobrança.
Atendemos todo o Brasil via Sedex. Para clientes em São Paulo, 5 unidades de recebimento presencial — Vila Mariana, Barra Funda, Morumbi, Pinheiros e Tatuapé. Desligue o disco agora e entre em contato — cada minuto com o computador ligado reduz as chances de recuperação.
A formatação acidental no Mac tem particularidades que diferenciam completamente o processo de recuperação do equivalente em Windows — tanto pelo sistema de arquivos quanto pelo comportamento do macOS após a formatação.
O Mac usa três sistemas de arquivos dependendo da configuração e da época do equipamento. HDs externos formatados para uso exclusivo no Mac usam HFS+ em equipamentos mais antigos ou APFS nos mais recentes. HDs externos formatados para compatibilidade entre Mac e Windows usam exFAT. Cada um tem estrutura interna distinta, e a abordagem de recuperação varia conforme o sistema de arquivos que estava no volume antes da formatação acidental.
O APFS — introduzido no macOS High Sierra em 2017 — é o cenário mais complexo de recuperação após formatação. O APFS usa Copy-on-Write, o que significa que cada operação de escrita cria uma nova versão dos dados antes de descartar a antiga. Após uma formatação, o macOS recria as estruturas do container APFS com novas referências — e o comportamento Copy-on-Write pode sobrescrever metadados das versões anteriores mais rapidamente do que em sistemas de arquivos convencionais. A recuperação forense de APFS formatado exige análise das checkpoint areas e das B-trees de objetos para localizar versões anteriores de blocos que ainda residem fisicamente no disco.
O HFS+ tem estrutura mais documentada e ferramentas forenses com suporte mais maduro — o que tende a resultar em taxa de sucesso ligeiramente maior em formatações recentes sem uso posterior significativo. A Catalog B-Tree do HFS+ — o equivalente à MFT do NTFS — pode ter versões anteriores localizáveis via Data Carving mesmo após a formatação.
Um comportamento específico do macOS que agrava a situação após formatação acidental é o Spotlight. O serviço de indexação do macOS inicia uma varredura completa do volume imediatamente após qualquer nova formatação — criando arquivos de índice em segundo plano sem nenhuma ação do usuário. Em um HD externo recém-formatado acidentalmente, o Spotlight pode iniciar sobrescrita dos setores recuperáveis em minutos se o HD permanecer conectado ao Mac. A ação correta é ejetar e desconectar o HD imediatamente após perceber o erro — antes que o Spotlight complete qualquer ciclo de indexação.
A distinção entre arquivo deletado e HD formatado é uma das perguntas mais frequentes antes de contratar o serviço — e a resposta tem implicações diretas nas chances e no custo da recuperação.
Arquivo deletado é o cenário mais favorável tecnicamente. Quando um arquivo é excluído no Windows ou Mac — seja pela tecla Delete, pelo esvaziamento da Lixeira ou pelo Shift+Delete —, o sistema operacional remove apenas a referência daquele arquivo na MFT ou na Catalog B-Tree, marcando os blocos que ele ocupava como disponíveis. Os dados físicos permanecem intactos nos setores magnéticos até que novos arquivos sejam gravados por cima. Em um HD que não foi usado após a exclusão, a recuperação de arquivo deletado tem taxa de sucesso muito alta — o arquivo ainda está completamente intacto, só invisível para o sistema operacional.
HD formatado com formatação rápida é um grau acima em complexidade. A formatação recria a estrutura de metadados do volume — nova MFT no NTFS, nova Catalog B-Tree no HFS+ — apagando as referências de todos os arquivos simultaneamente. Os dados físicos permanecem nos setores magnéticos exatamente como no caso de arquivo deletado, mas agora sem nenhuma referência remanescente que indique onde cada arquivo estava. A recuperação depende de Data Carving — varredura por assinaturas binárias setor a setor — o que é mais demorado e resulta em arquivos sem nome original e sem estrutura de pastas.
A diferença prática para o cliente é esta: arquivo deletado recentemente de HD íntegro tem as melhores chances e o menor custo. HD formatado recentemente sem uso posterior tem chances similares mas custo ligeiramente maior pelo volume de trabalho de Data Carving. HD formatado com uso posterior — especialmente com reinstalação de sistema operacional — tem chances progressivamente menores conforme o uso após a formatação aumenta.
O fator que mais equaliza os dois cenários é o tempo de uso após o incidente. Um HD com arquivo deletado mas usado intensamente por uma semana pode ter chances menores que um HD formatado mas imediatamente desligado. A sobrescrita — não o tipo de operação que causou a perda — é o determinante real das chances de recuperação.
A reinstalação do Windows sobre uma partição existente é o cenário de formatação mais comum e também o mais mal compreendido em termos de recuperação. A percepção de que “reinstalei o Windows, perdi tudo” é frequentemente incorreta — e entender a geometria de onde o Windows grava seus arquivos é o que determina o que pode ou não ser recuperado.
Quando o Windows é reinstalado, o processo grava entre 20 GB e 40 GB de arquivos de sistema em uma estrutura de pastas concentrada nos primeiros setores do disco — a pasta Windows, Program Files, Users e os arquivos de sistema na raiz. Essa gravação afeta sobretudo a área inicial do disco físico, que é onde o próprio Windows historicamente armazena seus arquivos de sistema desde as primeiras versões do sistema operacional.
O que isso significa na prática: arquivos de usuário gravados ao longo do tempo — fotos, vídeos, documentos, downloads, projetos — tendem a ocupar setores progressivamente mais distantes da área inicial do disco, conforme o espaço vai sendo preenchido. Em um HD de 1TB onde o usuário tinha 400GB de dados pessoais, a reinstalação do Windows afeta tipicamente os primeiros 30 a 50GB físicos do disco — deixando a maioria dos setores onde residiam os arquivos pessoais fisicamente intactos.
Existem fatores que reduzem essa janela de recuperação. Primeiro, quanto mais tempo o Windows reinstalado foi usado antes de buscar recuperação, maior o volume de sobrescrita progressiva. Segundo, se o Windows Update baixou e instalou atualizações após a reinstalação, dezenas de gigabytes adicionais foram gravados distribuídos pelo disco. Terceiro, se o usuário começou a usar o computador normalmente — instalando programas, salvando arquivos novos — cada operação compete pelos setores onde os dados antigos ainda residem.
O diagnóstico forense mapeia com precisão quais regiões do disco foram afetadas pela reinstalação e quais permanecem intactas, direcionando o Data Carving exclusivamente para os setores com maior probabilidade de conteúdo recuperável. Esse mapeamento é feito antes de qualquer cobrança — o cliente recebe a avaliação do volume recuperável e decide se avança com o serviço.
O custo de recuperação de HD formatado depende de quatro variáveis principais: o tipo de formatação — rápida ou completa com zero fill —, o volume de uso posterior ao incidente, o sistema de arquivos envolvido e a urgência do atendimento. Uma formatação rápida recente com HD desligado imediatamente exige menos horas de engenharia do que um HD formatado há uma semana com reinstalação do Windows e uso intenso posterior. Formatação completa com zero fill é o único cenário tecnicamente irrecuperável — e o diagnóstico gratuito identifica esse cenário antes de qualquer cobrança.
O prazo segue a mesma lógica. O diagnóstico é gratuito — em até 48 horas em casos convencionais ou emergencial em até 8 horas. A partir do diagnóstico, casos com formatação rápida recente e disco fisicamente íntegro costumam ser concluídos entre 1 e 3 dias úteis. Casos com reinstalação do Windows, uso posterior extenso ou formatação em Mac com APFS — onde o Data Carving exige análise das B-trees e checkpoint areas — demandam entre 3 e 7 dias úteis. Casos com partição perdida ou disco não alocado onde a tabela de partições foi destruída exigem reconstrução forense antes da extração — prazo entre 2 e 5 dias úteis dependendo do estado dos metadados remanescentes. Atendimento emergencial 24×7 reduz esses prazos para situações onde os dados são críticos para a operação.
A E-Recovery não cobra pelo diagnóstico e opera com política sem dados sem cobrança para a maioria dos casos — a cobrança ocorre apenas após o cliente visualizar e confirmar remotamente os arquivos recuperados. Os cenários de menor taxa de sucesso — formatação com uso extenso posterior, reinstalação com atualização do Windows ou HD com OneDrive ativo após formatação no Windows 11 — são identificados com total transparência no diagnóstico antes de qualquer decisão. Atendemos todo o Brasil via Sedex com validação remota dos dados antes do pagamento.
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