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Recuperação de NAS Asustor com volume ADM que não monta, RAID degradado após falha de disco ou dispositivo NAS que não inicializa. Laboratório em São Paulo/SP com recuperação remota para todo o Brasil — sem necessidade de envio do equipamento. Não tente rebuild sem diagnóstico forense — cada tentativa pode tornar os dados permanentemente inacessíveis. Diagnóstico gratuito em até 48h | 4.9/5 no Google ⭐⭐⭐⭐⭐
AS, Lockerstor ou Flashstor que não completa a inicialização, fica em loop de boot ou não aparece na rede após queda de energia ou atualização de firmware mal-sucedida.
Arquivos criptografados por ransomware no NAS Asustor — incluindo variantes que atacam especificamente dispositivos NAS como DeadBolt e eCh0raix.
Volume do sistema ADM inacessível, pasta compartilhada que desapareceu ou NAS que aparece na rede mas não permite acesso aos arquivos.
Corrupção do sistema de arquivos após desligamento abrupto, falha de atualização ou erro de journaling — NAS detectado mas volumes inacessíveis.
Array RAID 1, 5 ou 6 em modo degradado, disco marcado como falho ou volume que entrou em estado inativo após remoção acidental ou falha simultânea de dois discos.
Placa-mãe queimada, fonte de alimentação com defeito ou discos com bad blocks progressivos que tornaram o array inacessível.
A recuperação de NAS Asustor exige domínio da arquitetura ADM — sistema operacional baseado em Linux que gerencia arrays RAID internamente via mdadm, com sistema de arquivos EXT4 ou Btrfs e particularidades de firmware que diferem da Synology DSM e exigem abordagem específica em laboratório.
Um detalhe crítico que diferencia o Asustor de outras marcas: o ADM armazena os metadados de configuração do array em uma partição dedicada no primeiro disco. Quando esse disco falha ou é removido sem o procedimento correto, o NAS não consegue identificar os membros do array — mesmo com todos os outros discos presentes e íntegros. Cada tentativa de remontagem sem protocolo forense pode sobrescrever essa partição e tornar a recuperação de NAS Asustor permanentemente inviável.
A E-Recovery reconstrói esses metadados por engenharia forense e remonta o array virtualmente sem depender do hardware original. Atendemos todas as linhas da marca — modelos AS, Lockerstor, Flashstor e Nimbustor — em cenários de volume ADM corrompido, RAID degradado, falha do disco principal e ataques de ransomware DeadBolt e eCh0raix. Diagnóstico gratuito em até 48 horas e atendimento emergencial 24×7.
Não tente rebuild imediatamente. Se os discos sobreviventes já acumulam bad blocks silenciosos, o rebuild pode precipitar a falha de um segundo disco e colapsar o array completamente.
Não reinicie o NAS repetidamente. Em volumes Btrfs corrompidos, cada tentativa de remontagem pode sobrescrever estruturas necessárias para a recuperação forense.
Não atualize o firmware durante uma falha. Atualizações de ADM em situações de instabilidade podem sobrescrever a partição de metadados do array — agravando irreversivelmente o problema.
Não remova os discos sem documentar a ordem. Fotografe a posição de cada disco nas baias antes de qualquer remoção.
Encaminhe para diagnóstico. Gratuito, sem compromisso, concluído em até 48 horas úteis. Triagem emergencial 24×7 para NAS corporativos com operação parada.
Volume ADM corrompido, RAID degradado ou NAS que não inicia? Diagnóstico gratuito em até 48h — triagem emergencial 24×7 para NAS corporativos.
Grandes empresas confiam na E-Recovery, você também pode confiar!
"Falha severa comprometeu 12 TB de dados em um NAS Seagate RAID 0. Após tentativas internas sem sucesso, a E-Recovery reconstruiu o array por engenharia reversa dos parâmetros de stripe e disk order. Volume restaurado integralmente."
"Storage utilizado com gravador Avaya tornou-se inacessível após falhas repetidas. Diagnóstico identificou corrupção de metadados. Ambiente restabelecido com todas as gravações recuperadas integralmente." Autor: Departamento de TI, Olitel Brasil SA
"Nosso NAS Seagate 6-Bay Pro apresentou defeito e parou de inicializar. Enviamos os 6 HDs de 3TB para análise e todas as informações foram recuperadas com sucesso. Recomendamos a E-Recovery pelo atendimento dentro do prazo, preço justo e sem cobrança de orçamento."
"Profissionais de extrema qualidade e competência. Resolveram um grave problema com nosso NAS Storage em RAID 5 que fez total diferença no nosso negócio. O atendimento foi ágil, transparente e conduzido com total comprometimento do início ao fim. Somos muito gratos pelo serviço prestado e recomendamos a todos."
"Dois HDs de 3TB de um NAS LaCie 5Big em RAID 5 pararam simultaneamente. O rebuild foi impossível com 2 discos falhando. A E-Recovery recuperou todos os dados. A funcionalidade de permitir ao cliente visualizar os arquivos via Teamviewer antes de aprovar o serviço foi simplesmente sensacional."
"Nosso NAS Seagate BlackArmor de 12TB apresentou falha após descarga elétrica. Mesmo sem recuperação total dos dados — justificada pelo estado avançado dos discos — o serviço foi conduzido com profissionalismo e a equipe técnica demonstrou capacidade real para recuperação de RAID."
"Dois HDs do NAS IX4-200D ficaram offline e entramos em desespero — todos os arquivos de fotos e vídeos da empresa estavam lá. A E-Recovery me passou confiança desde o primeiro contato. Em 10 dias recuperaram 100% dos dados. Mais do que os terabytes de arquivos, recuperamos nossa paz e credibilidade."
"Os arquivos do nosso Storage simplesmente sumiram. Com 4 HDs em RAID 5, a impossibilidade de acesso gerou grande transtorno para todos os colaboradores. Fomos atendidos de prontidão, mesmo sendo no final de semana. Em pouco tempo tivemos todos os arquivos recuperados com agilidade e competência."
"Outras empresas exigiam cobrança para análise e inutilizavam os discos após a recuperação. A E-Recovery se destacou pela especialidade em NAS, análise gratuita em 24 horas e por não inutilizar os HDs. Após queda de energia e corrupção do RAID, tive ótimo atendimento em todo o processo."
"Após queda de energia o firmware do NAS foi corrompido. Consultamos outras empresas mas os orçamentos eram abusivos. A E-Recovery se destacou pela agilidade e orçamento gratuito. Estamos 100% satisfeitos — atendimento rápido e sempre disponíveis para responder dúvidas do início ao fim."
"Fui muito bem atendido pela equipe da E-Recovery. O diagnóstico foi ágil mesmo sendo um caso tecnicamente complexo por se tratar de um Drobo — equipamento com arquitetura proprietária BeyondRAID que poucas empresas do mercado conseguem atender. Orçamento rápido, valor justo e serviço concluído dentro do prazo. Indico a todos sem hesitar."
"Desligamentos no servidor corromperam a VM. Fui atendido com comprometimento e qualidade. Um diferencial importante: após a entrega, a E-Recovery mantém cópia de segurança nos servidores por 7 dias caso ocorra algum problema nesse intervalo. Recomendo pela capacitação técnica e experiência."
Depoimento do sr. Cardoso da Gráfica de Segurança Formflex (Carapicuíba/SP) referente recuperação de dados de um NAS Seagate configurado com RAID 5.
Depoimento de Christian Uhlmann sobre um NAS QNAP configurado em RAID 1 que ficou subitamente inacessível pela rede, causado por dois discos danificados.
Sim, 100% gratuito e sem compromisso. Nossos engenheiros identificam a causa exata da falha — volume ADM corrompido, RAID degradado, sistema de arquivos EXT4 ou Btrfs inconsistente, firmware travado — e informam o potencial de recuperação antes de qualquer cobrança. Para NAS corporativos com operação parada, oferecemos triagem emergencial 24×7. O diagnóstico padrão é concluído em até 48 horas úteis.
Para falhas físicas — discos com cabeças danificadas, placa-mãe do NAS queimada — aplicamos a política “Sem Dados, Sem Cobrança”. Para falhas lógicas — volume ADM corrompido, RAID degradado, EXT4 ou Btrfs inconsistente — existe uma taxa de análise independente do resultado, pois o processo forense é executado integralmente mesmo quando os dados não são encontrados. Tudo é detalhado no orçamento antes da sua aprovação.
Sim, na maioria dos casos. NAS Asustor preso no boot geralmente indica corrupção da partição de sistema do ADM, firmware travado após atualização mal-sucedida ou falha de disco que impede a remontagem do array na inicialização. A recuperação não depende do NAS inicializar — os discos são removidos, clonados forense individualmente e o array é reconstruído virtualmente em laboratório sem depender do hardware Asustor original.
Significa que o ADM detectou inconsistências nas estruturas de controle do volume — metadados do array mdadm corrompidos, superbloco EXT4 inválido ou árvore B-tree Btrfs com checksums incorretos — e bloqueou o acesso para evitar corrupção adicional. Os dados geralmente estão fisicamente intactos nos discos. O processo de recuperação reconstrói essas estruturas forense sobre imagens clonadas dos discos, sem modificar as mídias originais.
Desligue o NAS imediatamente e não tente rebuild sem diagnóstico forense prévio. O rebuild lê 100% dos dados dos discos sobreviventes sob carga máxima — discos do mesmo lote que já acumulam desgaste silencioso podem falhar exatamente nesse momento, colapsando o array com dois discos offline. Remova todos os discos, fotografe a ordem das baias e encaminhe para diagnóstico. A clonagem forense de cada disco precede qualquer tentativa de reconstrução.
Não recomendamos. Conectar os discos em outro Asustor pode sobrescrever os metadados de configuração do array original — especialmente a partição de metadados armazenada no primeiro disco do array. Essa informação é frequentemente a chave para reconstruir o array em laboratório. Qualquer tentativa de remontagem fora do ambiente forense controlado arrisca destruir permanentemente essa referência.
Depende do ransomware e de quando o NAS foi desligado após a detecção. Variantes que atacam especificamente NAS como DeadBolt e eCh0raix criptografam arquivos mas frequentemente não destroem os dados originais antes de criptografar — em muitos casos os arquivos originais ainda existem em blocos não sobrescritos. A E-Recovery faz análise forense para identificar se os dados originais são recuperáveis antes de qualquer cobrança. Nunca pague o resgate sem antes encaminhar para diagnóstico.
Sim, na maioria dos casos. O Btrfs usa Copy-on-Write — cada escrita cria uma nova versão do bloco sem sobrescrever o existente — o que oferece proteção em condições normais mas torna a reconstrução após corrupção mais complexa. A análise forense identifica as versões válidas de cada bloco e reconstrói a árvore de diretórios a partir das estruturas íntegras. O processo é feito exclusivamente sobre imagens clonadas — os discos originais permanecem intocados.
Não. A recuperação é feita diretamente nos discos removidos do NAS — não dependemos do hardware Asustor original. Os discos são conectados individualmente ao laboratório, clonados forense via PC-3000 e o array é reconstruído virtualmente. Mesmo com placa-mãe do NAS queimada, fonte com defeito ou firmware completamente corrompido, a recuperação dos dados é possível desde que os discos estejam fisicamente íntegros.
Falhas lógicas — volume ADM corrompido, RAID degradado, Btrfs inconsistente — levam geralmente de 3 a 7 dias úteis após aprovação do orçamento. Falhas físicas com substituição de cabeças em Sala Limpa levam de 5 a 15 dias. Para NAS com operação parada, a triagem emergencial 24×7 pode reduzir significativamente esses prazos. O diagnóstico gratuito define o prazo exato antes de você aprovar qualquer serviço.
Remova os discos do NAS na ordem original das baias e fotografe ou anote a posição de cada disco antes da remoção. Embale cada disco individualmente em saco antiestático, depois em plástico bolha, e envie em caixa rígida. Identifique como “Equipamento Eletrônico Frágil”. Envie pelos Correios com rastreamento ou qualquer transportadora. Atendemos todo o Brasil. Também é possível entregar pessoalmente na Vila Mariana ou nas unidades de recebimento em Barra Funda, Morumbi, Pinheiros e Tatuapé.
Você valida pessoalmente antes de qualquer pagamento. Ao concluir o trabalho, enviamos a lista completa de arquivos e estruturas recuperadas. Você acessa remotamente via AnyDesk ou UltraViewer para verificar os arquivos mais críticos. Só depois da sua confirmação o serviço é cobrado. Os dados são transferidos para uma mídia nova fornecida por você ou disponibilizada pelo laboratório.
Não tente rebuild sem diagnóstico forense. Cada tentativa pode reduzir as chances de recuperação.
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O sistema operacional ADM — ASUSTOR Data Master — é baseado em Linux e usa o mdadm como gerenciador de arrays RAID internamente. Essa arquitetura é robusta mas tem pontos de falha específicos que o laboratório da E-Recovery identifica com frequência.
O ADM armazena os superblocks do array mdadm nos primeiros setores de cada disco membro. Quando um disco falha ou é removido sem procedimento correto, o superblock pode ficar inconsistente entre os discos sobreviventes — o NAS não consegue mais identificar os membros do array e o volume entra em estado inativo. A reconstrução forense desses superblocks é a primeira etapa do processo de recuperação.
O Asustor reserva uma partição dedicada no primeiro disco do array para armazenar a configuração do sistema ADM — parâmetros do array, configurações de rede, credenciais e metadados de volume. Quando esse disco falha ou essa partição é corrompida por queda de energia durante escrita, o NAS pode não inicializar mesmo com todos os outros discos íntegros.
Atualizações de ADM executadas com discos instáveis ou durante queda de energia são uma das causas mais frequentes de NAS Asustor que para de inicializar. O firmware fica em estado parcialmente atualizado — incompatível com a versão anterior mas sem a nova versão completa instalada.
Padrão universal em NAS com discos comprados simultaneamente. O primeiro disco a falhar degrada o array — se o rebuild é iniciado sem diagnóstico forense prévio, os discos sobreviventes operam sob carga máxima e um segundo disco instável pode falhar durante o processo, colapsando o array completamente.
O Btrfs usa Copy-on-Write mas mantém uma árvore de transações que precisa ser fechada corretamente no desligamento. Quedas de energia durante operações de escrita intensa podem deixar essa árvore em estado inconsistente — o volume monta em modo somente leitura ou não monta.
Os modelos AS1002T, AS1004T, AS3104T e AS5304T são os mais presentes no mercado brasileiro — NAS de 2 a 4 baias para uso doméstico e pequenas empresas. Usam processadores Intel Celeron ou ARM dependendo da geração, com sistema de arquivos EXT4 como padrão. Falhas mais comuns: bad blocks progressivos nos discos e corrupção de volume após queda de energia sem UPS.
A linha Lockerstor 2, 4, 8 e 16 é o segmento corporativo da Asustor — NAS de alto desempenho com processadores Intel Core i3/i5, suporte a cache SSD NVMe e múltiplas portas 10GbE. O Lockerstor 16 com 16 baias é o modelo mais complexo de recuperar por conta da quantidade de discos e das possibilidades de configuração RAID. Falhas mais comuns: RAID 6 degradado com dois discos offline e corrupção de volume iSCSI após falha de rede durante escrita.
A linha Flashstor 6 e Flashstor 12 Pro são NAS exclusivamente com SSDs NVMe M.2 — sem baias para HDs convencionais. O processo de recuperação segue protocolo de SSD NVMe enterprise — acesso de baixo nível ao controlador via PC-3000, bypass de firmware travado em modo de proteção e clonagem forense das células NAND antes de qualquer análise lógica.
O Nimbustor 4 e Nimbustor 8 são posicionados para cargas de trabalho de edição de vídeo 4K e 8K com múltiplos SSDs NVMe em cache. A combinação de HDDs em RAID e SSDs NVMe em cache cria dois níveis de armazenamento que precisam ser analisados separadamente em caso de falha — os dados mais recentes podem estar no cache NVMe enquanto os dados históricos estão nos HDDs do array.
Modelos mais antigos ainda em uso ativo em pequenas empresas. Firmware ADM desatualizado com versões do mdadm sem suporte a algumas funcionalidades de recuperação modernas — o laboratório precisa identificar a versão exata do ADM para aplicar os parâmetros corretos de reconstrução do array.
A recuperação de um NAS Asustor com volume ADM corrompido ou RAID degradado segue um protocolo forense rigoroso de quatro etapas que preserva as mídias originais em qualquer cenário.
Cada disco é removido do NAS na ordem original das baias e conectado individualmente ao laboratório via bloqueador de escrita hardware — dispositivo que impede fisicamente qualquer escrita no disco original. O PC-3000 executa a clonagem bit a bit com algoritmos adaptativos que contornam bad blocks progressivamente, extraindo o máximo de dados sem forçar releituras destrutivas. Os discos originais são armazenados em cofre após a clonagem — todo o trabalho subsequente é feito sobre as imagens.
A análise hexadecimal das imagens identifica os superblocks mdadm em cada disco — os metadados que definem o UUID do array, o nível RAID, o chunk size, a ordem dos membros e o estado de cada disco. Em casos onde os superblocks estão inconsistentes entre os discos, a comparação cruzada entre as imagens permite deduzir os parâmetros originais do array por inferência matemática.
Com os parâmetros do array identificados, o array é remontado virtualmente em ambiente de laboratório — simulando o comportamento que o ADM original exibiria em perfeito estado. Para RAID 5 com um disco falhado, o cálculo XOR reconstrói matematicamente os dados do disco perdido a partir dos blocos sobreviventes e dos blocos de paridade. Para RAID 6 com dois discos falhados, as equações Reed-Solomon processam a dupla paridade para preencher as lacunas.
Com o array remontado, a análise forense do EXT4 ou Btrfs reconstrói as estruturas de diretório e localiza os arquivos. Em volumes EXT4, a reconstrução do superbloco e das tabelas de inodes permite recuperar a árvore de diretórios mesmo com corrupção parcial. Em volumes Btrfs, a análise das árvores B-tree e dos checksums identifica as versões válidas de cada bloco antes da extração.
A escolha entre Btrfs e EXT4 no ADM não é apenas uma preferência de sistema de arquivos — ela define completamente a abordagem de recuperação em laboratório e as chances de sucesso em diferentes cenários de falha.
O EXT4 é o padrão nas versões mais antigas do ADM e nos modelos de entrada da linha AS. Usa journaling para registro de operações pendentes — em caso de desligamento abrupto, o journal permite que o sistema corrija inconsistências na próxima montagem. Quando o journal é corrompido, a recuperação EXT4 é relativamente direta: análise do superbloco, reconstrução das tabelas de grupos de blocos e varredura de inodes para reconstituir a árvore de diretórios. O file carving por assinaturas de arquivo é eficiente em EXT4 porque os dados são escritos sequencialmente sem a fragmentação do Btrfs.
O Btrfs é o padrão nas versões mais recentes do ADM e nos modelos Lockerstor e Nimbustor. Usa Copy-on-Write — nunca sobrescreve dados existentes, sempre escreve novas versões em blocos livres. Isso oferece proteção natural contra corrupção em condições normais — múltiplas gerações de dados coexistem no disco. A complexidade na recuperação vem da estrutura de árvores B-tree que indexa todos esses dados: quando as raízes dessas árvores são corrompidas, o sistema de arquivos perde o mapa de localização de todos os arquivos mesmo que os dados estejam intactos. A reconstrução exige análise nó a nó das árvores para identificar as versões válidas.
O ADM suporta snapshots Btrfs nativos — cópias instantâneas do estado do volume em determinado momento. Em casos de corrupção ou ransomware, snapshots anteriores ao evento podem conter versões íntegras dos arquivos. A análise forense identifica e extrai dados de snapshots mesmo quando o volume principal está inacessível. Por outro lado, snapshots acumulados ao longo de anos sem limpeza regular podem complicar a análise por criar dezenas de versões de cada arquivo que precisam ser mapeadas.
NAS Asustor foram alvos específicos de campanhas de ransomware nos últimos anos — o DeadBolt em particular teve uma campanha massiva em 2022 que atingiu dispositivos Asustor expostos à internet diretamente, explorando vulnerabilidades no ADM. Entender como esses ataques funcionam é fundamental para avaliar as chances de recuperação sem pagar o resgate.
O DeadBolt explora vulnerabilidades no serviço EZ Connect e na interface web do ADM para obter acesso root ao sistema. Uma vez dentro, criptografa todos os arquivos nas pastas compartilhadas usando AES-128 — adicionando a extensão .deadbolt a cada arquivo. A chave de descriptografia é única por dispositivo e armazenada nos servidores dos atacantes. Crucialmente, o DeadBolt frequentemente não apaga os dados originais antes de criptografar — em muitos casos, especialmente em volumes Btrfs com Copy-on-Write, as versões originais dos arquivos ainda existem em blocos não sobrescritos do disco.
O eCh0raix (também chamado QNAPCrypt) é um ransomware que ataca tanto QNAP quanto Asustor via força bruta de credenciais ou exploração de vulnerabilidades conhecidas. A criptografia usa RSA + AES e é mais agressiva na sobrescrita dos dados originais — mas mesmo assim a análise forense frequentemente encontra arquivos parcialmente recuperáveis.
A E-Recovery realiza análise forense dos discos para determinar o percentual de dados originais ainda presentes antes de qualquer cobrança. Esse diagnóstico é gratuito e responde a pergunta mais importante: vale a pena pagar o resgate ou a recuperação sem a chave é viável? Em muitos casos atendidos pelo laboratório, a resposta foi que a recuperação forense foi mais eficaz e menos custosa do que o resgate.
Desligue o NAS imediatamente — cada minuto adicional de operação permite que o ransomware criptografe mais arquivos e sobrescreva mais dados originais. Não reinicie, não tente acessar os arquivos e não execute nenhuma ferramenta de limpeza de malware sobre o NAS ligado. Remova os discos e encaminhe para diagnóstico forense.
Quando o NAS Asustor para de responder na rede, exibe alerta de disco no painel ADM, o volume entra em estado inativo ou os compartilhamentos somem da rede, as ações tomadas nas primeiras horas determinam se a recuperação será completa ou parcial. A maioria das perdas definitivas em NAS Asustor não ocorre no momento da falha — ocorre nas tentativas de correção executadas sem diagnóstico prévio, especialmente quando o ADM inicia automaticamente processos de reparo que reescrevem metadados críticos.
O primeiro passo é documentar o estado exato antes de qualquer intervenção: fotografar o painel de status do ADM, registrar as mensagens de erro exibidas, anotar quais discos aparecem com falha e se houve queda de energia, atualização do ADM, substituição de disco ou operação de rebuild nas horas anteriores ao problema. Registrar também a ordem exata de cada disco nas baias — essa informação é crítica para a reconstrução correta do array mdadm em laboratório.
O segundo passo é a verificação física básica — com o NAS desligado: checar se todos os discos estão firmemente encaixados nas baias e se os cabos de energia e rede estão conectados corretamente. Muitos alertas de disco offline têm origem em falha de conexão física, não em falha da mídia. Se após essa verificação o NAS retornar ao normal, monitorar ativamente os atributos S.M.A.R.T. de todos os discos antes de qualquer outra ação.
O terceiro passo — e o mais importante — é saber quando parar. Se o volume continuar inacessível, dois ou mais discos estiverem em estado de falha, o rebuild não iniciar ou travar, ou o sistema de arquivos aparecer como corrompido, a única ação segura é desligar o NAS de forma controlada e preservar os discos na ordem exata das baias. Não inicie o rebuild, não execute fsck ou scrub Btrfs pelo painel do ADM, não conecte os discos ao Windows e não reinstale o firmware ADM — cada uma dessas ações pode destruir permanentemente os metadados mdadm ou as estruturas do sistema de arquivos que ainda seriam recuperáveis.
O custo de recuperação de um NAS Asustor depende de quatro variáveis principais: o modelo e configuração de RAID, o sistema de arquivos utilizado (EXT4 ou Btrfs), o histórico de intervenções realizadas antes do diagnóstico e a urgência do atendimento. Um NAS Asustor da linha AS com RAID 5 em EXT4 e falha lógica após queda de energia exige menos horas de engenharia do que um Lockerstor 8 com RAID 6 em Btrfs, dois discos offline e tentativa de rebuild mal-sucedida. Flashstor com SSDs NVMe têm protocolo específico de recuperação que difere completamente do protocolo para HDDs. Cada variável adicional aumenta a complexidade e o investimento necessário.
O prazo segue a mesma lógica. O diagnóstico é gratuito — em Asustor com configuração simples é concluído em até 48 horas, mas em casos com discos fisicamente instáveis, arrays de grande capacidade, Btrfs com corrupção severa ou histórico de intervenções anteriores, a clonagem forense prévia pode demandar prazo adicional, definido após avaliação inicial. A partir do diagnóstico, casos com falha estritamente lógica e discos fisicamente íntegros costumam ser concluídos entre 3 e 7 dias úteis. Casos com dano físico em uma ou mais mídias, ataques de ransomware DeadBolt, Flashstor com firmware travado ou Nimbustor com falha no cache NVMe demandam entre 7 e 15 dias úteis. Atendimento emergencial 24×7 reduz esses prazos para situações onde o NAS hospeda sistemas críticos.
A E-Recovery não cobra pelo diagnóstico e opera com política sem dados sem cobrança para a maioria dos casos — a cobrança ocorre apenas após o cliente visualizar e confirmar remotamente os dados recuperados. Em Asustor de grande porte ou complexidade técnica excepcional — Lockerstor 16 com muitos discos, Flashstor com células NAND comprometidas ou casos com intervenções anteriores extensas — pode ser aplicada uma taxa de engajamento para início dos trabalhos, acordada previamente com total transparência antes de qualquer decisão.
Com uma avaliação ⭐⭐⭐⭐⭐ de 4.9/5.0 em mais de 120 depoimentos no Google, e muitas outras histórias de sucesso compartilhadas diretamente em nosso site, a satisfação dos nossos clientes fala por si.
A E-Recovery é especialista em recuperação de dados de NAS Asustor de todas as linhas e gerações — de volumes ADM corrompidos e RAID degradados a ataques de ransomware DeadBolt e falhas físicas que exigem substituição de cabeças em Sala Limpa Classe 100 (ISO-5). Fundada em 2000, acumulamos mais de 20 anos de atuação e mais de 8.400 casos concluídos.
Nossa equipe técnica trabalha exclusivamente sobre clones forenses dos dispositivos originais, utilizando hardware profissional como PC-3000 e DeepSpar em laboratório próprio em São Paulo. Cada caso recebe análise individualizada — sem soluções genéricas, sem atalhos.
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