Como recuperar um HD com bad blocks?

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Um setor defeituoso (também chamado de bad block ou bad cluster) em um HD é simplesmente um pequeno setor de espaço de armazenamento do disco rígido que parece estar com defeito. O setor não responde às solicitações de leitura ou gravação, impedindo o acesso aos dados gravados.

Os setores defeituosos podem ocorrer tanto em discos rígidos magnéticos tradicionais quanto em unidades de estado sólido modernas. Existem dois tipos de setores defeituosos. Um resultante de danos físicos que não podem ser reparados e outro resultante de erros de software que podem ser corrigidos.

TIPOS DE BAD BLOCKS

Existem dois tipos de setores defeituosos, geralmente divididos em setores defeituosos “físicos” e “lógicos” ou setores defeituosos “hard” e “soft”.

Um setor físico danificado é um cluster de armazenamento no HD que está fisicamente danificado. A cabeça do disco rígido pode ter tocado essa parte do disco rígido e danificado, alguma poeira pode ter se acomodado naquele setor e o arruinado, a célula de memória flash de uma unidade de estado sólido pode ter se desgastado ou o disco rígido pode ter tido outro defeitos ou problemas de desgaste que causaram danos físicos ao setor. Este tipo de setor não pode ser reparado.

Um setor lógico, ou com defeito, é um cluster de armazenamento no disco rígido que parece não estar funcionando corretamente. O sistema operacional pode ter tentado ler dados no disco rígido deste setor e descobriu que o código de correção de erros (ECC) não correspondia ao conteúdo do setor, o que sugere que algo está errado. Eles podem ser marcados como setores defeituosos, mas podem ser reparados sobrescrevendo a unidade com zeros. Ou, antigamente, executando uma formatação de baixo nível. A ferramenta de verificação de disco do Windows também pode reparar esses setores defeituosos.

CAUSAS PARA APARECIMENTO DE BAD BLOCKS

Seu disco rígido pode ter saído de fábrica com setores defeituosos. As técnicas de manufatura modernas não são perfeitas, e há uma margem ou erro em tudo. É por isso que as unidades de estado sólido costumam ser enviadas com alguns blocos defeituosos. Eles são marcados como defeituosos e são remapeados para algumas das células de memória extras da unidade de estado sólido.

Em uma unidade de estado sólido, o desgaste natural acabará resultando em setores que ficam ruins à medida que são gravados muitas vezes, e eles serão remapeados para a memória extra da unidade de estado sólido, ou “superprovisionada”. Quando a memória extra da unidade de estado sólido se esgota, a capacidade da unidade começa a cair à medida que os setores se tornam ilegíveis.

Em um HD magnético tradicional, setores defeituosos podem ser causados por danos físicos. O disco rígido pode ter tido um erro de fabricação, o desgaste natural pode ter deteriorado parte do disco rígido, a unidade pode ter caído, fazendo com que a cabeça do disco rígido toque o prato e danifique alguns dos setores, algum ar contaminado pode ter entrado na área lacrada do disco rígido e a poeira pode ter danificado a unidade. Enfim, há muitas causas possíveis.

Setores defeituosos também podem ser causados por problemas de software. Por exemplo, se o seu computador desligar repentinamente devido a uma queda de energia ou um cabo de alimentação puxado, é possível que o disco rígido tenha desligado no meio da gravação em um setor. Em alguns casos, é possível que setores no disco rígido contenham dados que não correspondem ao código de correção de erros, isso seria marcado como um setor defeituoso. Os vírus e outros malwares que mexem com o seu computador também podem causar esses problemas no sistema, e fazer com que setores defeituosos de software aumentem de qunatidade.

PROBLEMAS CAUSADOS POR SETORES DEFEITUOSOS

A realidade dos setores defeituosos traz à tona um fato assustador. Mesmo que seu disco rígido esteja funcionando corretamente, é possível que os setores defeituosos se multipliquem e corrompa alguns de seus dados. Este é outro motivo pelo qual você deve sempre fazer backup de seus dados, várias cópias são a única maneira de evitar que setores defeituosos e outros problemas estraguem os dados do seu disco rígido.

Quando seu computador detecta um setor defeituoso, ele marca esse setor como defeituoso e o ignora no futuro. O setor será realocado, portanto, as leituras e gravações nesse setor irão para outro lugar. Isso aparecerá como “Setores realocados” nas ferramentas de análise SMART do disco rígido, como CrystalDiskInfo . Se você tinha dados importantes nesse setor, no entanto, eles podem ser perdidos, possivelmente corrompendo um ou mais arquivos.

Alguns setores defeituosos não indicam que um disco rígido está prestes a falhar, eles podem simplesmente acontecer. No entanto, se seu disco rígido está desenvolvendo setores defeituosos rapidamente, pode ser um sinal de que seu disco rígido está falhando.

COMO CORRIGIR PROBLEMAS NO HD COM CHKDSK

O Windows tem uma ferramenta de verificação de disco embutida, também conhecida como CHKDSK, que pode escanear seus discos em busca de bad blocks, marcando-os como defeituosos ou reparando-os para torná-los utilizáveis novamente. 

Se o Windows achar que há um problema no seu disco rígido, ele executará automaticamente essa ferramenta quando o computador for inicializado. Mas você também está livre para executar essa ferramenta manualmente a qualquer momento. 

Outros sistemas operacionais, incluindo Linux e OS X, também têm seus próprios utilitários de disco integrados para detectar setores defeituosos .

Os setores defeituosos são apenas uma realidade dos discos rígidos e, geralmente, não há motivo para pânico ao encontrá-los. No entanto, você deve sempre ter backups de seus arquivos importantes para o caso de aumentar a quantidade de bad blocks no seu HD. E setores defeituosos em rápido crescimento podem certamente sugerir uma falha iminente no disco rígido.

Se você não consegue mais acessar as pastas e arquivos do seu HD, talvez não seja uma boa prática rodar o CHKDSK. Quando o disco já está com muitos setores defeituosos, a tendência é que essa ferramenta piore a situação. Em alguns casos, ele pode até mesmo corromper ainda mais os dados e impossibilitar a recuperação dos dados.

COMO SABER QUE MEU HD POSSUI BAD BLOCKS?

Existem vários programas que podem testar a integridade do seu HD, tais como HD Tune, CrystalDiskInfo e outros. 

O HD Tune possui uma versão de testes que você pode instalar para saber a saúde do seu HD através do S.M.A.R.T. (Self-Monitoring Analysis and Reporting Technology). Ele permite também fazer uma varredura em todo o HD em busca de bad blocks

Na janela principal do programa, acessa a aba HEALTH que mostrará vários atributos que o S.M.A.R.T. do seu HD monitora continuamente. Preste especial atenção aos atributos (ID) Uncorrectable Error Count e Current Pending Sector. Eles mostram a quantidade de setores com erros e ilegíveis, respectivamente.

Com o HD Tune você também poderá fazer um teste completo no HD através da aba ERROR SCAN. Faça este teste somente quando você não precisar usar o seu computador, pois o programa precisará rodar sozinho para não apresentar resultados inconsistentes.

À medida que a varredura evolui, ele mostrará graficamente o resultado da leitura de cada setor do HD. Setores bons estarão na cor verde. E setores ruins aparecerão como vermelhos. 

Se o HD parar de responder, recomendamos fechar o programa e cancelar o teste, pois o seu disco provavelmente já estão tão deteriorado que qualquer tentativa de acessar os setores ruins poderá danificá-lo ainda mais.

É POSSÍVEL CONSERTAR UM HD COM BAD BLOCKS?

Existem alguns programas como HDD REGENERATOR ou SPINRITE que prometem reparar discos rígidos com bad blocks. Mas será que eles realmente funcionam? A resposta é depende.

Se a sua intenção for apenas reparar o HD e não precisa dos arquivos existentes, talvez eles possam ajudar você. Este tipo de software escaneia todos os setores do disco rígido tentando repará-los. Se não conseguir, eles serão marcados como ruins e gravados no mapa de defeitos do HD, tornando-os indisponíveis.

Mas, eles não consertam ou tornam os setores ruins em bons novamente. Eles apenas fazem com que o HD evite usar os setores com bad blocks, fazendo de conta que eles não existem. 

Agora, se a sua intenção principal é recuperar os dados (e não consertar o HD), fuja deste tipo de programa. Dependendo da extensão dos danos existentes no seu disco rígido, eles podem piorar a situação em vez de melhorar. 

As dezenas de tentativas de acessar um setor com problemas pode deteriorar a mídia magnética e as cabeças de leitura, fazendo com que o HD pare de responder e impossibilitando qualquer tentativa de recuperação posterior.

A MANEIRA CERTA DE RECUPERAR HD COM BAD BLOCKS

A grande maioria das assistências técnicas de computadores ou empresas de suporte de TI oferecem serviços de recuperação de dados a seus clientes. Na maioria dos casos, essas recuperações são tentadas apenas com ferramentas de software por um indivíduo sem nenhum treinamento formal de recuperação de dados. 

Essas tentativas pouco profissionais são responsáveis por inúmeros casos de falha do HD e perda permanente de dados. Explicaremos algumas das principais causas desses resultados indesejáveis.

As recuperações feitas via software inevitavelmente causarão algum tipo de dano quando tentadas em um HD instável. Uma unidade instável, neste caso, é qualquer disco que está tendo problemas em ler ou gravar arquivos devido à degradação em seus cabeçotes de leitura/gravação ou na mídia magnética.

Após o aparecimento dos primeiros sintomas, o HD irá piorar gradativamente à medida que for usada, até que pare de responder totalmente. Essa falha torna a unidade completamente irrecuperável ou, pelo menos, complica bastante o processo de recuperação, tornando muito mais difícil e caro para o cliente eventualmente recuperar seus dados.

O principal problema é que todas estes softwares enviam comandos de leitura padrão para o HD e esperam que ele responda corretamente. Se a unidade não responder, o software não possui nenhum mecanismo para fazer abortar a leitura.

Para entender por que isso é um problema, primeiro temos que entender como os HDs SATA processam comandos de leitura padrão. Várias operações internas ocorrem sempre que um HD recebe um comando de leitura. Primeiro, o bloco com os setores é lido dos pratos pelas cabeçotes e carregado no cache da unidade. Enquanto estiver no cache, a soma de verificação dos dados do usuário de cada setor físico é calculada pelo processador da unidade.

Essa soma de verificação (ECC) é então comparada com a soma de verificação no código de correção de erros que foi originalmente escrito junto com o setor. Se as somas de verificação forem iguais, a unidade conclui que os dados lidos dos pratos são iguais aos dados originalmente gravados. Se houver uma incompatibilidade, a unidade tentará primeiro reparar a corrupção. Se isso falhar, o HD tentará reler automaticamente o(s) setor(es) com o problema repetidamente, tentando obter uma boa leitura.

Um setor defeituoso significa que o drive não conseguiu obter uma leitura integral e desistiu de tentar. Nesse ponto, a unidade também usará seus cabeçotes de leitura / gravação para gravar em sua área de serviço (System Area) para atualizar o status de vários registros, como o número de setores realocados nos atributos SMART.

Para fins de recuperação de dados, esse processo desperdiça tempo e causa degradação desnecessária dos cabeçotes. Este também é um ponto potencial de séria corrupção da área de serviço, porque cabeçotes de leitura / gravação degradados não serão capazes de atualizar os logs de erros. Procedimentos de manutenção de registros como esses podem ser desabilitados imediatamente com o equipamento de hardware correto, mas as ferramentas de software não possuem tais habilidades.

Um ponto-chave para entender é que os HDs não desistem de setores ruins facilmente! Mesmo em dispositivos perfeitamente saudáveis, uma falha de leitura interna ocasional é uma ocorrência relativamente normal, quando ocorre na primeira ou na segunda tentativa de leitura. O firmware da unidade é projetado com isso em mente, e novas tentativas automáticas garantem que a unidade continuará operando conforme o esperado, independentemente de ocasionais instabilidades de leitura.

O fato desses erros serem comuns é um sintoma da enorme pressão do mercado para aumentar as capacidades de armazenamento com preços cada vez menores. Quanto maior a densidade dos dados, mais difícil será para os cabeçotes de leitura / gravação fazerem seu trabalho de maneira confiável. Se um setor voltar tão ruim, isso significa que a unidade já tentou lê-lo centenas de vezes internamente durante vários segundos sem qualquer sorte. Essas inúmeras tentativas fracassadas são o que faz com que a unidade se degrade ainda mais.

Como a maioria dos bad blocks ocorre devido a cabeçotes de leitura / gravação degradados e/ou problemas com a superfície do(s) prato(s), essas múltiplas tentativas de leitura interna danificam ainda mais a unidade, agravando rapidamente o problema inicial. Por exemplo, uma pequena partícula de sujeira no prato pode se transformar em um arranhão e destruir as cabeças de leitura / gravação se for acessada várias vezes.

O firmware da unidade é que decide quando desistir de setores ilegíveis. Em alguns casos de instabilidade, o firmware pode falhar ao fazer isso corretamente, fazendo com que a unidade fique permanentemente travada na tentativa de reler um setor defeituoso. Este é o pior cenário possível durante a recuperação feita por softwares, pois a unidade estará se auto-destruindo muito rapidamente, e o programa não terá como corrigir o problema ou mesmo saber o que está acontecendo.

O hardware de recuperação de dados projetado adequadamente oferece controle completo sobre por quanto tempo a unidade pode realizar novas tentativas internas. Isso por si só reduz o processamento indesejável que leva à degradação do HD, pois podemos forçar a unidade a desistir de tentar depois de algumas centenas de milissegundos em vez de depois de alguns segundos. O hardware também tem controle direto sobre a energia que vai para o HD, que pode ser desligada e religada automaticamente como último recurso, caso todos os outros falhem.

As ferramentas de software devem funcionar por meio de hardware que simplesmente não foi projetado para lidar com as instabilidades do disco rígido. Para piorar as coisas, o hardware de computador padrão geralmente é projetado especificamente para não lidar com dispositivos de armazenamento danificados porque seu principal objetivo é garantir que o sistema continue funcionando como um todo.

Trabalhar com HDs instáveis, que constantemente geram erros, normalmente não é uma boa maneira de atingir esse objetivo. Portanto, após um certo ponto de instabilidade, o firmware/software do sistema (BIOS) deixará o dispositivo offline e se recusará a trabalhar com ele. Se o hardware decidiu não funcionar com a unidade, então realmente não importa do que o software é capaz.

O software nem sempre estará ciente do fato de que o hardware parou de funcionar, portanto, o HD ainda pode estar ligado e ocioso, enquanto o programa continua tentando acessá-lo inutilmente. Quase todas as unidades modernas têm um mecanismo automático que entra em ação sempre que a unidade fica ociosa por um determinado período de tempo. Esse mecanismo faz com que a unidade varra sua própria superfície para localizar e realocar setores defeituosos ou instáveis.

E todos os setores ruins encontrados são então realocados (ou seja, adicionados à lista de defeitos crescente). Esta é a última coisa que queremos que um HD instável faça! A unidade se degradará rapidamente como se estivesse sendo lida, mas não haverá nenhum dado para mostrar. Para piorar ainda mais as coisas, a lista de defeitos pode ficar cheia e causar uma falha de firmware além do problema inicial. O hardware que foi projetado para fins de recuperação de dados nunca irá parar de funcionar com a unidade dessa maneira. E também será capaz de detectar e desligar a unidade sempre que ela iniciar uma auto-varredura indesejada.

Muitas vezes, os técnicos de empresas de TI conectam HDs de clientes diretamente a um computador que está executando um sistema operacional (SO) como Windows ou Mac OS, a fim de executar o software de recuperação de dados na unidade. Se o sistema de arquivos da unidade for compatível com o sistema operacional ao qual está conectado, o sistema operacional tentará montá-lo imediatamente para dar ao usuário acesso aos arquivos. Apenas o processo de montagem utilizado pelo Windows / Mac OS pode ser extremamente demorado quando executado em uma unidade instável.

O Windows 10 começa seu processo de montagem lendo o Registro Mestre de Inicialização da unidade 9 vezes consecutivas. Se for bem-sucedido, ele começará a ler a seção Master File Table (MFT) do sistema de arquivos em blocos de 128 setores. Se um HD não consegue ler um bloco dentro do MFT, o Windows tentará automaticamente ler o mesmo bloco novamente, e novamente, e novamente … até 9 vezes consecutivas!

Se todas essas tentativas também não funcionarem, o Windows dividirá o bloco problemático de 128 setores em blocos menores, equivalentes ao tamanho do cluster que está sendo usado pelo sistema de arquivos (normalmente 8 setores ou 4 KB). Este mesmo bloco de 128 setores, que já não conseguiu ler 9 vezes, será tentado 8 setores por vez. Se algum desses blocos menores de 8 setores falhar na leitura, O Windows também irá testá-los 9 vezes cada.

Se todas essas tentativas falharem novamente, o Windows simplesmente desistirá, reinicializará a unidade e recomeçará automaticamente todo o processo de montagem do zero. Se permitido, o Windows reiniciará o processo de montagem quantas vezes forem necessárias até que a unidade trave e pare de responder completamente.

Se o Windows montar a unidade com êxito, ele continuará gravando mais um pouco para concluir a atualização dos logs do sistema. Cada vez que um arquivo é aberto, o Windows também atualiza seus atributos para controlar a última vez que cada arquivo foi acessado. Naturalmente, todos esses comandos de gravação estão sobrescrevendo dados antigos, causando perda permanente de dados e degradação adicional desnecessária da unidade.

O Mac OS tem uma abordagem diferente para montar drives. Ele não se esforça tanto quanto o Windows para conseguir uma montagem bem-sucedida. Ele faz muitas operações de leitura e gravação semelhantes durante o processo. No entanto, se encontrar um bloco que não pode ler em uma seção crítica do sistema de arquivos (por exemplo, dentro da estrutura do diretório raiz), ele tentará lê-lo apenas 5 vezes, ponto em que desistirá e parará de tentar montar a unidade. 

É claro que tal unidade permanecerá invisível para o sistema operacional, mas ainda estará ligada e ociosa, o que pode ser um motivo de preocupação, conforme descrito anteriormente. Se todas as estruturas críticas forem lidas com sucesso, então o sistema operacional tentará ler os blocos menos críticos até 10 vezes antes de esquecê-los e montar a unidade sem os dados nesses blocos. Nesse caso, o Mac OS enxergará e poderá trabalhar com a unidade, mas alguns arquivos estarão faltando. O usuário não será notificado sobre este problema.

Um recurso pouco conhecido do Windows é que ele ‘limpa’ automaticamente todas as entradas do sistema de arquivos que ele não enxerga em HDs montados. Em outras palavras, todas as entradas MFT parcialmente corrompidas que o Windows encontrar na unidade serão excluídas sem um único prompt ou notificação do usuário, mais uma vez causando perda permanente de dados e degradação desnecessária da unidade. 

Mesmo entradas MFT parcialmente corrompidas ainda podem ser muito úteis quando analisadas usando métodos projetados para a tarefa. Ferramentas de hardware adequadamente projetadas nunca darão a um sistema operacional como o Windows 10 ou Mac OS acesso direto à unidade do paciente, garantindo que problemas como esses nunca acontecerão.

É por causa disso que você precisará de ajuda profissional para recuperar os dados do seu HD com bad blocks. A E-RECOVERY possui o conhecimento e os equipamentos necessários para que essa tarefa seja bem-sucedida. Consulte-nos para saber quanto custa este tipo de serviço.

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