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Arrays enterprise com stripe de grupos — falha de grupo completo, paridade corrompida ou rebuild interrompido? Desligue imediatamente — cada tentativa de reconstrução sem clonagem forense prévia pode destruir a paridade de múltiplos grupos RAID simultaneamente. Laboratório em São Paulo/SP com recuperação remota para todo o Brasil — sem necessidade de envio do equipamento. Diagnóstico gratuito em 48h ou emergencial 24/7 | +8.400 Projetos | 20 Anos | 4.9/5 no Google ⭐⭐⭐⭐⭐
Um grupo RAID 5 inteiro colapsa quando dois ou mais discos do mesmo grupo falham simultaneamente — o RAID 50 perde a paridade daquele segmento. Os grupos restantes permanecem íntegros mas o volume inteiro fica inacessível. Não inicie o rebuild.
O processo de reconstrução iniciou em um grupo mas travou — bad blocks nos discos sobreviventes ou latência no barramento SAS interromperam a sincronização. Em RAID 50 e RAID 60 com muitos discos, cada hora com rebuild pausado aumenta o risco de falha adicional em outro grupo.
Dois grupos RAID 6 perdem mais de dois discos simultaneamente — a double parity de cada grupo é comprometida. O RAID 60 é o array de maior resiliência enterprise mas quando um grupo colapsa completamente, a reconstrução automática é impossível sem intervenção forense.
Após reboot ou queda de energia, a controladora perdeu os metadados do array — o RAID 50 ou RAID 60 entra em Foreign Configuration. A complexidade é maior que em arrays simples porque a controladora precisa reconstruir a topologia de múltiplos grupos simultaneamente.
Expansão do array com adição de discos ou migração de RAID 5 para RAID 50 malsucedida resultou em volume inacessível. A controladora não consegue mapear corretamente os novos grupos — os metadados ficaram inconsistentes durante o processo de reorganização.
Queda de energia durante operação de escrita corrompeu a paridade em um ou mais grupos do array. O volume pode ainda montar mas arquivos em determinadas faixas estão corrompidos silenciosamente — sinal de inconsistência XOR entre os grupos afetados.
A recuperação de RAID 50 e RAID 60 exige domínio de arquiteturas nested — combinações de múltiplos segmentos RAID 5 ou RAID 6 em stripe sobre um segundo nível de RAID 0. Cada segmento mantém paridade independente com stripe size, disk order e algoritmos de rotação que variam entre controladoras Dell PERC, HPE Smart Array e LSI MegaRAID — criando uma topologia onde a falha pode ser localizada em um único segmento ou distribuída entre segmentos diferentes simultaneamente.
Quando dois discos do mesmo segmento falham em um RAID 50, ou três discos em um RAID 60, a paridade daquele segmento colapsa — e o segundo nível de striping não oferece nenhuma proteção contra essa falha interna. Forçar o rebuild reconstrói os segmentos sobreviventes mas sobrescreve permanentemente os blocos do segmento comprometido. Se o array apresenta segmento degradado, rebuild travado ou Foreign Configuration, desligue imediatamente.
A E-Recovery recupera RAID 50 e RAID 60 mapeando individualmente cada segmento, identificando qual nível da hierarquia está comprometido e remontando o array virtualmente via PC-3000 sem nenhuma escrita nos originais. Atendemos desde falha em segmento único até colapso distribuído entre múltiplos segmentos simultâneos — com diagnóstico gratuito em até 48 horas e atendimento emergencial 24×7.
Recuperar RAID 50 e RAID 60 exige clonagem forense individual de cada disco e reconstrução virtual por grupo. Envie seu caso para análise especializada — diagnóstico gratuito, sem compromisso.
Grandes empresas confiam na E-Recovery para recuperar RAID-50/60, você também pode confiar!
"Falha severa comprometeu 12 TB de dados em um NAS Seagate RAID 0. Após tentativas internas sem sucesso, a E-Recovery reconstruiu o array por engenharia reversa dos parâmetros de stripe e disk order. Volume restaurado integralmente." Autor: Tassio Lima — Analista de Infra, Portal Minha Vida
"Dois discos falharam simultaneamente após atualização de firmware, tornando o ambiente inacessível. A E-Recovery clonou cada unidade com PC-3000 e reconstruiu o RAID sem nenhuma escrita nos discos originais." Autor: Mauricio Junior — Gerente de TI, Fundação TVT
"Quedas de energia progressivas derrubaram o último disco funcional do RAID 5. A E-Recovery aplicou clonagem forense e reconstrução matemática da paridade, restaurando todos os dados com integridade total." Autor: Marcos Augusto C. Peres — Consultor de TI, Projeto Guri
"Storage utilizado com gravador Avaya tornou-se inacessível após falhas repetidas. Diagnóstico identificou corrupção de metadados. Ambiente restabelecido com todas as gravações recuperadas integralmente." Autor: Departamento de TI, Olitel Brasil SA
A placa controladora queimou, bloqueando o acesso ao array RAID 10 crítico. A E-Recovery extraiu os parâmetros diretamente dos discos, reconstruiu o layout virtualmente e restabeleceu o ambiente sem o hardware original." Autor: Gerência de TI, HEMAT
O Problema
O acervo de uma emissora de televisão não tem preço — décadas de imagens, reportagens e produções históricas armazenadas em um storage CalDigit de 16TB. Quando uma atualização de firmware malsucedida derrubou dois discos simultaneamente e tornou o volume completamente inacessível, a Fundação TVT acionou a E-Recovery em caráter emergencial. Maurício Júnior, Gerente de TI da emissora, havia tomado a decisão certa: nenhuma ferramenta genérica foi executada sobre o array antes do contato — preservando intacta a única janela de recuperação possível.
O Processo
O diagnóstico revelou que o bug de firmware havia corrompido os metadados de paridade do array — os discos estavam fisicamente íntegros mas a lógica que organizava os dados entre eles havia sido destruída pela atualização. Cada disco foi processado individualmente em ambiente forense controlado, com extração das imagens brutas antes de qualquer análise lógica.
A reconstrução exigiu mapear precisamente o impacto do bug — identificando quais estruturas de metadados foram alteradas, em quais posições e com qual extensão. Com o mapeamento completo, o algoritmo de rotação de paridade foi reconstruído virtualmente e o arranjo de 8 discos foi remontado em laboratório — sem o storage original e sem nenhum risco de sobrescrita.
O Resultado
Recuperação integral — 100% do acervo histórico da emissora restaurado com integridade absoluta. Nenhum arquivo perdido. Processo concluído dentro do prazo emergencial acordado com a equipe de TI da Fundação TVT.
O Cliente: “O Orlando me passou muita confiança ao explicar os procedimentos. Em pouco tempo tive a notícia que meus dados foram recuperados. Parabéns pelo profissionalismo e atenção.” — Maurício Júnior, Gerente de TI, Fundação TVT
O RAID 50 é um stripe de grupos RAID 5 — cada grupo tem uma paridade simples (XOR) e os dados são distribuídos em stripes entre os grupos. O RAID 60 é um stripe de grupos RAID 6 — cada grupo tem double parity (P e Q via XOR e Reed-Solomon), tolerando até duas falhas por grupo. O RAID 60 oferece maior resiliência mas exige mais discos e tem complexidade de recuperação superior ao RAID 50.
No RAID 50, cada grupo RAID 5 tolera uma falha — em um array com dois grupos de 4 discos, pode suportar até 2 falhas simultâneas desde que sejam em grupos diferentes. Se dois discos do mesmo grupo falharem, o grupo colapsa e o volume inteiro fica inacessível. No RAID 60, cada grupo RAID 6 tolera duas falhas — maior resiliência por grupo mas o mesmo princípio: falhas acima do limite do grupo destroem o volume.
Quando um grupo perde discos além do seu limite de tolerância — dois discos no mesmo grupo RAID 5, ou três no mesmo grupo RAID 6 — o volume inteiro fica inacessível mesmo com os outros grupos íntegros. Isso ocorre porque os dados são distribuídos em stripes entre todos os grupos — sem o grupo comprometido, os stripes ficam matematicamente incompletos. A reconstrução automática é impossível — apenas reconstrução virtual em laboratório pode recuperar os dados.
O RAID 5 tem um único grupo de paridade — a reconstrução virtual analisa um conjunto coeso de discos. O RAID 50 tem múltiplos grupos independentes — cada grupo precisa ser analisado e reconstruído separadamente antes da reconstrução do stripe entre grupos. Isso multiplica o tempo de análise, aumenta a complexidade do mapeamento de metadados e exige infraestrutura laboratorial capaz de processar múltiplos grupos simultaneamente.
O RAID 6 tem double parity em um único grupo — a reconstrução usa XOR e Reed-Solomon sobre um conjunto coeso de discos. O RAID 60 tem double parity em cada grupo independente — exige aplicar simultaneamente os algoritmos P e Q em cada grupo separadamente e depois reconstruir o stripe entre grupos. É o nível de maior complexidade técnica em recuperação de arrays RAID convencionais.
Sim — mas cada fabricante implementa RAID 50 e RAID 60 com arquiteturas proprietárias. NetApp usa RAID-DP (similar ao RAID 60) com algoritmos específicos. EMC VMAX e IBM DS têm implementações proprietárias de stripe entre grupos. A E-Recovery domina a reconstrução virtual desses ambientes — identificando a topologia dos grupos, os algoritmos de paridade e os offsets proprietários de cada plataforma sem depender do hardware original.
Em arrays simples o rebuild afeta apenas o grupo único. Em RAID 50 e RAID 60, um rebuild mal iniciado em um grupo pode propagar corrupção de paridade para os stripes que cruzam múltiplos grupos — comprometendo dados em grupos que estavam íntegros. Além disso, arrays de alta densidade com 12 ou mais discos têm probabilidade estatística maior de URE durante o rebuild, aumentando o risco de punctures em múltiplos grupos simultaneamente.
Sim. A reconstrução virtual em laboratório não depende da controladora física. Via PC-3000 e análise dos metadados gravados nos próprios discos, identificamos a topologia de cada grupo, o tamanho dos stripes entre grupos e os offsets proprietários — remontando o array em ambiente emulado sem o hardware original. Casos com controladora queimada, indisponível ou incompatível são tratados com o mesmo protocolo forense.
Quatro regras críticas: (1) desligue o servidor ou storage imediatamente; (2) não inicie rebuild mesmo que a controladora sugira — sem clonagem forense prévia o rebuild pode propagar corrupção entre grupos; (3) não troque discos de slot nem entre grupos diferentes; (4) registre o estado atual de cada disco antes de qualquer intervenção — LEDs, mensagens de erro e logs do iLO ou iDRAC são informações valiosas para o diagnóstico forense.
O diagnóstico é gratuito e o orçamento é apresentado antes de qualquer intervenção. Só cobramos se os dados forem recuperados com sucesso. O valor varia conforme o número de discos, quantidade de grupos afetados, tipo de falha, estado físico das unidades e complexidade da controladora. Arrays enterprise com 12 ou mais discos têm prazo e complexidade maiores — o diagnóstico determina o cenário real antes de qualquer cobrança.
Recuperar RAID 50 e RAID 60 exige clonagem forense individual de cada disco e reconstrução virtual por grupo. Envie seu caso para análise especializada — diagnóstico gratuito, sem compromisso.
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O RAID 50 e o RAID 60 são arquiteturas enterprise que combinam dois níveis de RAID em camadas — distribuindo dados em stripes entre grupos independentes de paridade. O RAID 50 agrupa discos em conjuntos de RAID 5, cada um com paridade simples via XOR, e distribui os dados em stripes entre esses grupos. O RAID 60 faz o mesmo com grupos de RAID 6, adicionando double parity — algoritmos P e Q — em cada grupo independentemente.
Essa arquitetura em duas camadas oferece capacidade massiva, alta performance e resiliência superior para ambientes com 8 ou mais discos — razão pela qual é adotada em storages enterprise de alta densidade como NetApp, EMC, IBM e HPE. Um array RAID 60 com quatro grupos de 4 discos pode tolerar até 8 falhas simultâneas — duas por grupo — sem perda de dados.
Mas essa complexidade tem um custo direto na recuperação de RAID 50 e RAID 60: quando um grupo colapsa completamente, os stripes que cruzam aquele grupo tornam-se matematicamente incompletos — e o volume inteiro fica inacessível mesmo com os demais grupos íntegros. A reconstrução automática pela controladora é impossível nesse cenário. Cada grupo precisa ser analisado, clonado e reconstruído individualmente antes que o stripe entre grupos possa ser remontado — um nível de complexidade que exige infraestrutura laboratorial e experiência técnica que poucos laboratórios no Brasil dominam.
Apesar da resiliência superior, o RAID 50 e o RAID 60 apresentam padrões de falha específicos que exigem diagnóstico técnico antes de qualquer intervenção:
Dois discos no mesmo grupo RAID 5 — ou três no mesmo grupo RAID 6 — falham simultaneamente, destruindo a paridade daquele segmento. Frequentemente causado por falha em cascata: o primeiro disco falha, o rebuild inicia, e o estresse adicional derruba um segundo disco já degradado no mesmo grupo. O volume inteiro colapsa mesmo com os outros grupos íntegros.
Arrays com 12 ou mais discos têm probabilidade estatística elevada de Unrecoverable Read Error durante o rebuild. No RAID 50 e RAID 60, um URE durante a reconstrução de um grupo pode contaminar os stripes que cruzam múltiplos grupos — criando punctures em segmentos que estavam íntegros antes do início do processo.
Quedas de energia durante operações de escrita podem corromper os metadados que descrevem a topologia de cada grupo — ordem dos membros, tamanho do stripe, algoritmo de paridade e offsets entre grupos. A controladora perde a referência da arquitetura completa e o array entra em Foreign Configuration ou para de montar.
Em RAID 50 e RAID 60, um rebuild mal iniciado em um grupo não afeta apenas aquele grupo — propaga corrupção de paridade para os stripes que cruzam múltiplos grupos simultaneamente. É o erro mais destrutivo e mais comum em ambientes sem suporte técnico especializado.
Atualizações malsucedidas ou incompatibilidades de firmware podem fazer com que a controladora perca o mapeamento da topologia entre grupos — gerando inconsistências que tornam o array inacessível mesmo com todos os discos fisicamente íntegros.
Embora compartilhem a arquitetura de stripe entre grupos, recuperar RAID 50 e recuperar RAID 60 são processos com complexidades distintas.
No RAID 50, cada grupo usa apenas XOR para calcular a paridade — um algoritmo linear e direto. No RAID 60, cada grupo usa simultaneamente XOR e Reed-Solomon — dois cálculos independentes por stripe dentro de cada grupo. Qualquer erro na identificação dos parâmetros proprietários de um grupo gera corrupção em ambos os blocos P e Q daquele grupo, propagando-se para os stripes entre grupos.
O RAID 50 tolera uma falha por grupo — quando o limite é ultrapassado, o grupo colapsa e não há paridade para reconstrução matemática daquele segmento. O RAID 60 tolera duas falhas por grupo — maior resiliência, mas quando três discos do mesmo grupo falham, a double parity é insuficiente e a recuperação depende exclusivamente da capacidade de extrair dados dos discos comprometidos em laboratório.
Arrays RAID 50 e RAID 60 tipicamente têm 12 a 24 discos ou mais. Isso multiplica o tempo de clonagem forense, aumenta a probabilidade de UREs durante a análise e exige infraestrutura laboratorial robusta — como o datacenter próprio da E-Recovery com mais de 15 máquinas dedicadas — para processar múltiplos grupos simultaneamente sem comprometer a integridade dos clones.
A recuperação de RAID 50 e RAID 60 na E-Recovery segue um protocolo forense desenhado para a complexidade de múltiplos grupos independentes — onde cada grupo precisa ser tratado como um array separado antes da reconstrução do stripe entre grupos.
Cada disco do array é removido e clonado via PC-3000 em modo somente leitura — independentemente do grupo ao qual pertence. Discos com bad blocks recebem leitura adaptativa, extraindo o máximo possível sem forçar leituras destrutivas. O estado original de cada unidade permanece imutável durante todo o processo.
Identificamos a composição exata de cada grupo — quais discos pertencem a qual grupo, a ordem dos membros dentro de cada grupo, o tamanho dos stripes internos e os offsets proprietários da controladora. Em controladoras de hardware (Dell PERC, HPE Smart Array, LSI MegaRAID) os metadados são extraídos dos discos e confrontados entre si. Em sistemas NAS via software (mdadm), os superblocks de cada grupo são analisados individualmente.
Cada grupo é reconstruído virtualmente de forma independente em ambiente emulado — aplicando XOR para grupos RAID 5 e XOR + Reed-Solomon para grupos RAID 6. Bad blocks e UREs são mapeados e isolados antes da reconstrução para evitar punctures nos stripes afetados.
Com todos os grupos virtualmente íntegros, reconstruímos o stripe entre grupos — remontando a arquitetura completa do RAID 50 ou RAID 60 sem nenhuma controladora física. Os volumes (NTFS, XFS, EXT4, VMFS) são montados e os dados extraídos com validação de integridade em cada arquivo crítico.
Bad blocks nos discos sobreviventes de um grupo são processados pelo rebuild e propagados para os stripes entre grupos — corrompendo arquivos em múltiplos grupos simultaneamente de forma silenciosa. O array reconstrói aparentemente com sucesso, o volume monta, mas os arquivos nos stripes afetados estão corrompidos permanentemente e só serão descobertos ao tentar abri-los.
Com o grupo além do limite de tolerância — dois discos no mesmo grupo RAID 5, três no mesmo grupo RAID 6 — o rebuild não tem informação matemática suficiente para reconstituir aquele segmento. A controladora pode gravar dados incorretos nos stripes afetados, destruindo permanentemente a única chance de recuperação via extração forense dos discos comprometidos.
A controladora armazena nos metadados o mapeamento exato de quais discos pertencem a qual grupo. Mover um disco de um grupo para outro altera essa topologia — a controladora perde o mapeamento correto e pode tentar reconstruir com grupos errados, corrompendo matematicamente múltiplos segmentos simultaneamente.
Em storages enterprise com cache persistente — FBWC em HPE Smart Array, BBWC em Dell PERC, cache dedicado em NetApp e EMC — descartar o cache sem análise prévia apaga transações pendentes que poderiam ser vitais para reconstituir a consistência dos grupos afetados. A limpeza de cache é irreversível e pode transformar um cenário recuperável em perda de dados transacionais críticos.
Cada operação de escrita adicional aumenta o risco de falha em outro disco do mesmo grupo — transformando um cenário de falha simples em colapso total do grupo. Em arrays de alta densidade com 12 ou mais discos operando 24×7, esse risco se materializa em horas, não em dias. O protocolo correto é desligar imediatamente, não executar nenhum comando na controladora e encaminhar todos os discos para diagnóstico com a ordem original de cada grupo preservada.
Quando um storage com RAID 50 ou RAID 60 entra em modo degraded, exibe alerta de múltiplos discos com falha ou o volume para de montar, as ações tomadas nas primeiras horas determinam se a recuperação será possível. Arrays enterprise operam em escala — cada erro se propaga entre grupos de forma silenciosa e acumulativa.
O primeiro passo é documentar o estado exato antes de qualquer intervenção: capturar logs completos da controladora — iDRAC no Dell, iLO no HPE, interface de gerenciamento no NetApp ou EMC —, fotografar o estado de cada disco no painel de gerenciamento, registrar quais discos e quais grupos estão em estado de falha e anotar se houve queda de energia, atualização de firmware ou operação de manutenção nas horas anteriores. Em arrays enterprise, os logs da controladora frequentemente revelam a sequência exata de eventos que levou ao colapso — informação que o laboratório usa para determinar quais grupos ainda têm paridade íntegra.
O segundo passo é a verificação física básica — com o storage desligado: checar se todos os discos estão firmemente encaixados nas baias, verificar os cabos SAS entre o servidor e eventuais JBODs de expansão e confirmar que o backplane está recebendo energia corretamente. Alertas de disco offline em arrays de alta densidade têm origem em falha de conexão física ou backplane com mais frequência do que em falha da mídia — e identificar isso antes de encaminhar ao laboratório pode eliminar a necessidade de intervenção forense.
O terceiro passo é saber quando parar. Se dois ou mais discos do mesmo grupo estiverem em estado de falha, se o rebuild não iniciar, se o volume aparecer como Foreign Configuration ou se o storage exibir erros de cache dirty que não se resolvem naturalmente, a única ação segura é desligar o storage de forma controlada e preservar os discos na ordem exata de cada grupo. Não inicie o rebuild, não importe a Foreign Configuration, não execute limpeza de cache e não substitua discos sem clonagem forense prévia — em arrays enterprise, cada uma dessas ações pode propagar corrupção de forma irreversível entre todos os grupos.
O RAID 50 e RAID 60 aparecem em dois contextos muito diferentes — e a abordagem de recuperação é radicalmente distinta em cada um.
Em storages enterprise — NetApp FAS e AFF, Dell EMC PowerStore e VMAX, IBM FlashSystem e DS8000, HPE MSA e Primera — o RAID 50 e RAID 60 são implementados com arquiteturas proprietárias que vão além do padrão de mercado. O NetApp usa RAID-DP — uma implementação própria de double parity com algoritmos de cálculo específicos e estruturas de metadados gravadas no formato WAFL. O EMC VMAX usa RAID 5 e RAID 6 com algoritmos de distribuição de paridade que variam entre gerações de hardware. O IBM FlashSystem usa RAID distribuído com compressão e deduplicação inline que modifica a relação entre blocos lógicos e físicos. Cada uma dessas plataformas exige conhecimento específico dos algoritmos proprietários para reconstrução virtual — não existe ferramenta universal que funcione para todas.
Em NAS Synology, QNAP e Asustor com RAID 50 ou RAID 60 via mdadm, os metadados de cada grupo são gravados nos superblocks dos discos em formato Linux MD RAID. A vantagem é que os parâmetros são mais acessíveis — stripe size, disk order e composição de cada grupo podem ser extraídos diretamente dos superblocks sem depender de hardware proprietário. A complexidade surge quando os superblocks ficam inconsistentes entre grupos após queda de energia ou quando o firmware do NAS implementa variações não documentadas do formato md superblock.
Em servidores com controladoras RAID de hardware — Dell PERC H730/H740/H755, HPE Smart Array P408i/P816i, LSI MegaRAID — os metadados de cada grupo são gravados em formato DDF nos primeiros setores de cada disco. A recuperação exige extração e análise individual dos metadados DDF de cada disco para reconstruir a topologia exata dos grupos antes de qualquer tentativa de remontagem virtual. Quando a controladora foi substituída ou os metadados foram sobrescritos por uma controladora incompatível, a reconstrução é feita por inferência matemática — analisando os padrões de dados nos blocos de cada grupo para deduzir os parâmetros originais.
O custo de recuperação de RAID 50 e RAID 60 depende de quatro variáveis principais: o número de discos e grupos do array, o tipo e extensão da falha — grupo único colapsado, UREs durante rebuild ou corrupção de metadados entre grupos —, o histórico de intervenções anteriores e a urgência do atendimento. Um RAID 50 com oito discos em dois grupos e falha lógica em um único grupo exige menos horas de engenharia do que um RAID 60 com 16 discos em quatro grupos, com triple disk failure em um grupo, UREs nos sobreviventes de outros dois grupos e tentativa de rebuild forçada malsucedida. Cada variável adicional aumenta a complexidade e o investimento necessário.
O prazo segue a mesma lógica. O diagnóstico é gratuito — em até 48 horas em casos convencionais ou emergencial em até 8 horas. Em arrays de grande porte com discos fisicamente instáveis ou com necessidade de estabilização via PC-3000 antes da clonagem, a análise forense prévia pode demandar prazo adicional, definido após avaliação inicial. A partir do diagnóstico, casos com falha lógica em um único grupo e discos fisicamente íntegros costumam ser concluídos entre 5 e 10 dias úteis. Casos com colapso de múltiplos grupos, UREs extensos, arrays com mais de 12 discos ou storages enterprise com arquitetura proprietária demandam entre 10 e 25 dias úteis. Atendimento emergencial 24×7 reduz esses prazos para situações onde o downtime tem custo direto mensurável.
A E-Recovery não cobra pelo diagnóstico e opera com política sem dados sem cobrança para a maioria dos casos — a cobrança ocorre apenas após o cliente visualizar e confirmar remotamente os dados recuperados. Em arrays de grande porte ou complexidade técnica excepcional — RAID 50/60 com muitos discos, storages enterprise com arquitetura proprietária ou casos com intervenções anteriores extensas — é aplicada uma taxa de engajamento para início dos trabalhos, acordada previamente com total transparência antes de qualquer decisão. Atendemos todo o Brasil via Sedex com validação remota dos dados antes do pagamento.
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