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Recuperação de Datastore VMFS inacessível, VMDK corrompido ou snapshots deletados. Não force a montagem nem rode vmkfstools — cada operação adicional destrói metadados irrecuperáveis. Trabalhamos sobre clones forenses dos discos originais com PC-3000 e DeepSpar. ⭐ 4.9/5.0 no Google em mais de 120 avaliações.
O datastore parou de montar no ESXi ou aparece como inacessível no vCenter — todas as VMs hospedadas ficaram offline simultaneamente.
A máquina virtual foi removida do inventário do vCenter por engano — junto com todos os seus arquivos VMDK e configurações de snapshot.
O arquivo de cabeçalho .vmdk sumiu ou está corrompido, deixando apenas o arquivo -flat.vmdk — a VM não inicializa e o ESXi não consegue registrar o disco virtual.
O cluster vSAN entrou em estado "Permanent Device Loss" ou "All Paths Down" — todas as VMs hospedadas no cluster ficaram inacessíveis simultaneamente.
Snapshots foram removidos acidentalmente ou a cadeia delta ficou inconsistente após falta de espaço no datastore — a VM não consolida e não inicializa.
Os arquivos VMDK foram criptografados por ESXiArgs, LockBit ou variante similar — todas as VMs pararam simultaneamente e o datastore está inacessível.
A recuperação de VMware em ambientes ESXi e vSphere exige domínio profundo do sistema de arquivos VMFS e de suas camadas de abstração. Quando um datastore deixa de montar ou volumes vSAN entram em estado “Permanent Device Loss” (PDL), a operação de toda a empresa é paralisada.
Para recuperar dados VMware com segurança, é fundamental não rodar o comando vmkfstools nem forçar a montagem do disco em outros hipervisores antes do diagnóstico — essas operações destroem os metadados remanescentes e podem tornar a recuperação de datastore VMFS definitivamente inviável.
Na E-Recovery, aplicamos engenharia reversa para reconstruir a lógica de blocos do VMFS-5 e VMFS-6. Nossa tecnologia permite recuperar VMware mesmo após deleções acidentais, snapshots corrompidos ou ataques de ransomware que visam o vCenter. Atuamos na reconstrução manual da cadeia de snapshots para garantir que bancos de dados e aplicações críticas retornem à última versão estável — com total sigilo e sem downtime adicional.
O tempo é determinante em falhas de VMFS, VMDK ou datastores inacessíveis. Quanto mais rápido você agir, maiores as chances de recuperação total das suas VMs. Preencha o formulário abaixo para diagnóstico e orçamento gratuitos — ou fale conosco imediatamente pelo WhatsApp.
Organizações que operam VMware ESXi e vSphere confiam em nossa engenharia forense para restaurar datastores VMFS, VMDKs e ambientes virtualizados com segurança e precisão.
"Degradação no arquivo iSCSI travou o acesso ao VMFS 5 e causou perda de diversas VMs. Após tentativas frustradas com a própria VMware, a E-Recovery conseguiu recuperação integral das VMs e, nos casos mais críticos, restauração completa dos dados diretamente via iSCSI. Uma experiência extremamente positiva."
"Perdemos nosso servidor virtual de e-mails Zimbra após desligamentos inesperados por falta de energia. O disco VHDX de 1.6TB corrompeu e os arquivos ficaram inacessíveis. A E-Recovery nos passou confiança desde o primeiro contato, confirmou a viabilidade rapidamente e disponibilizou acesso remoto para validação antes da entrega."
"Consultamos outras empresas mas nenhuma sabia como resolver a corrupção do disco virtual VHDX. A E-Recovery recuperou todos os dados em pouco tempo, com profissionalismo e atendimento diferenciado. A escolha foi pela competitividade e pela confiança transmitida desde o primeiro contato — algo que as outras empresas não conseguiram oferecer. Recomendo sem hesitar."
"Num único surto elétrico perdemos o no-break e o servidor. Dois discos queimaram simultaneamente, destruindo o XenServer e todas as VMs — quatro anos de trabalho em risco. A E-Recovery recuperou 100% dos dados antes do prazo de cinco dias solicitado. É ótimo saber que podemos contar com ajuda especializada quando um desastre acontece."
O Problema
A Netpoint operava um ambiente VMware com datastore VMFS 5 acessado via iSCSI quando o sistema apresentou degradação progressiva no arquivo de configuração iSCSI — sem nenhuma falha física detectável nos discos. O resultado foi o bloqueio completo do acesso ao datastore e a perda simultânea de diversas VMs críticas para a operação da empresa.
O diferencial deste caso: antes de acionar a E-Recovery, a Netpoint consultou duas referências internacionais indicadas pela própria VMware Brasil — Gilware Data Recovery e DriveSavers. Nenhuma possuía operação local no Brasil para um caso dessa complexidade. O suporte técnico da própria VMware também avaliou o ambiente sem conseguir avançar. Com todas as alternativas esgotadas, a E-Recovery foi acionada como especialista nacional em virtualização avançada — exatamente o tipo de cenário onde engenharia forense local faz a diferença que empresas internacionais não conseguem entregar.
A Solução
O diagnóstico identificou que o problema estava na camada de metadados do VMFS 5 — não nos discos físicos. A degradação do arquivo iSCSI havia corrompido os ponteiros de alocação do datastore, tornando as VMs invisíveis para o hipervisor sem comprometer os blocos de dados subjacentes.
Com as imagens forenses protegidas em modo somente leitura, a equipe reconstruiu manualmente a estrutura de metadados do VMFS 5 via análise hexadecimal — identificando e corrigindo os ponteiros corrompidos que impediam a montagem do datastore.
Nos casos mais sensíveis, os dados foram extraídos diretamente da camada iSCSI — contornando completamente o VMFS e acessando os blocos brutos das VMs sem depender do hipervisor original.
O trabalho só foi encerrado após confirmação do cliente de que todos os dados estavam íntegros — incluindo validação remota do conteúdo das VMs antes da entrega final.
O Resultado
Recuperação integral de todas as VMs críticas. Nos casos mais sensíveis, reconstrução direta via iSCSI sem necessidade de remontar o datastore. Operação da Netpoint restabelecida sem perda de dados.
O Cliente: “Degradação no arquivo iSCSI bloqueou o VMFS 5 e derrubou diversas VMs. Após tentativas frustradas com a própria VMware, a E-Recovery recuperou tudo — incluindo restauração direta via iSCSI nos casos mais críticos. Experiência extremamente positiva.” – Alessandro Capoferri, Diretor — Netpoint
Sim. Avaliamos seu ambiente sem custo: datastore VMFS/VMFS-L não montando, VMDK inacessível, snapshots presos, LUN iSCSI corrompido, entre outros cenários. Você só aprova o serviço após receber laudo preliminar, prazo e valor.
Sim. Manter o ambiente ligado pode sobrescrever metadados e comprometer VMDKs e snapshots. A recomendação é desligar imediatamente o host afetado e não tentar remount, rebuild ou ferramentas de repair.
Sim. Na maioria dos casos reconstruímos cabeçalhos, blocos faltantes, chains de snapshots e segmentos fragmentados — mesmo quando o VMware reporta o disco como unreadable ou inconsistente.
Sim. Restauramos cadeias de snapshots, discos thin, thick, delta, redo logs, templates, linked clones e arquivos auxiliares (CTK, VMX, etc.).
Depende do tamanho do datastore, nível de corrupção e volume de VMs. Casos simples levam horas; cenários complexos (iSCSI, storages SAN, clusters ESXi) podem exigir alguns dias. Atendemos emergencial 24×7.
Você pode enviar apenas os discos físicos do storage/servidor. Clonamos tudo no laboratório e trabalhamos apenas nas imagens — preservando os originais.
Ambos. Podemos entregar:
Sim, esse é um dos cenários mais comuns. Mesmo com VMFS gravemente corrompido, reconstruímos a estrutura lógica e extraímos os VMDKs diretamente do LUN.
Sim, em muitos casos é possível fazer uma recuperação parcial. Trabalhamos com VMDKs criptografados, snapshots excluídos, datastores corrompidos e reconstrução de discos parciais — sem risco de reinfecção.
Sim. Trabalhamos com NDA, laboratório isolado, cadeia de custódia e processos alinhados à LGPD.
Sim, para a maioria dos casos lógicos (no data, no charge). Se não houver dados essenciais recuperáveis, não há cobrança..
Sim: ESXi 4.x, 5.x, 6.x, 7.x e 8.x — incluindo vCenter, vSAN, clusters HA/DRS, iSCSI, NFS, Fibre Channel e storages OEM.
Sim. Reconstruímos RAID virtualmente (Dell, HP, Lenovo, QNAP, Synology, NetApp, EMC, etc.) e depois restauramos o VMFS e os VMDKs.
O tempo é determinante em falhas de VMFS, VMDK ou datastores inacessíveis. Quanto mais rápido você agir, maiores as chances de recuperação total das suas VMs. Preencha o formulário abaixo para diagnóstico e orçamento gratuitos — ou fale conosco imediatamente pelo WhatsApp.
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Para recuperar datastore VMFS de forma segura, é fundamental entender o que o ESXi não consegue reparar sozinho — e por quê cada tentativa de reparo automático pode ser a última.
O VMFS (Virtual Machine File System) é um sistema de arquivos em cluster desenvolvido pela VMware com características que o tornam radicalmente diferente de sistemas convencionais como NTFS ou EXT4. Sua estrutura é organizada em três camadas interdependentes: os heartbeat regions (regiões de sincronia entre hosts do cluster), o resource allocation bitmap (mapa de alocação de blocos de 1 MB ou 8 MB dependendo da versão) e os file descriptors (ponteiros que mapeiam cada VMDK ao seu conjunto de blocos no datastore).
O mecanismo crítico que diferencia o VMFS-5 do VMFS-6 é o journaling de metadados. O VMFS-5 utiliza um journal de tamanho fixo que pode saturar em ambientes de alta carga de I/O — quando isso ocorre, as operações de escrita de metadados ficam pendentes e o datastore entra em estado inconsistente sem nenhuma falha física detectável. O VMFS-6 corrigiu esse problema com journaling dinâmico, mas introduziu o mecanismo de Auto-UNMAP (desmapeamento automático de blocos livres) que pode destruir blocos de VMs deletadas antes que qualquer tentativa de recuperação seja iniciada — tornando a recuperação de VMDK deletado inviável em minutos após a exclusão.
O comando vmkfstools -x repair, frequentemente sugerido em fóruns como primeira tentativa de recuperar VMware, opera diretamente sobre os metadados do datastore montado — sem criar nenhuma imagem forense prévia. Em um datastore com inconsistência de journaling, esse comando pode aplicar transações pendentes incorretas, sobrescrevendo permanentemente os ponteiros que levam aos arquivos VMDK. A única abordagem segura para recuperar dados VMware é a clonagem bit-a-bit do datastore antes de qualquer análise — o que o vmkfstools não faz.
Em laboratório, a reconstrução do VMFS começa pela análise hexadecimal dos primeiros 2 MB de cada disco membro do datastore — onde ficam armazenados os metadados primários incluindo o VMFS label, o UUID do volume e o resource allocation bitmap. Com esses metadados mapeados, é possível reconstruir a topologia completa do datastore independentemente do estado do ESXi e sem necessidade do hardware original.
Um dos cenários mais frequentes em recuperação de VMware é o arquivo -flat.vmdk presente no datastore mas sem o arquivo descritor correspondente — a VM aparece como “órfã” no vCenter e o ESXi não consegue registrá-la.
O VMDK é composto por dois arquivos distintos: o arquivo descritor (um arquivo de texto de poucos KB contendo o mapa de extensões, parâmetros de hardware virtual e cadeia de snapshots) e o arquivo -flat.vmdk (o arquivo binário que contém os dados reais da VM, com tamanho igual ao disco virtual provisionado). Sem o descritor, o ESXi não consegue determinar a geometria do disco, o tipo de provisionamento ou a posição dos dados — tornando o -flat.vmdk inacessível por qualquer ferramenta convencional.
A reconstrução forense do arquivo descritor é possível porque suas informações são parcialmente redundantes com os metadados do VMFS e com o cabeçalho interno do próprio -flat.vmdk. Os primeiros setores do arquivo flat contêm assinaturas de sistema de arquivos (NTFS, EXT4, XFS) que permitem identificar o sistema operacional da VM e validar os parâmetros de geometria. Com essas informações, reconstruímos o descritor manualmente — especificando o tipo de disco (monolithicFlat), o tamanho em setores, o adapter type e os parâmetros de DDB (Disk Database) — e remontamos a VM sem depender de nenhuma ferramenta da VMware.
O cenário mais complexo é o Thin Provisioning com sparse extents — onde o -flat.vmdk não é um arquivo contíguo mas uma série de extents espalhados pelo datastore em blocos não sequenciais. Para recuperar dados VMware em Thin Provisioning, é necessário mapear a allocation table do VMFS e identificar a sequência exata de blocos que compõem o arquivo antes de qualquer tentativa de leitura — processo impossível com ferramentas de recuperação genéricas que não interpretam o formato de alocação proprietário do VMFS.
Recuperar VMware com cadeia de snapshots corrompida é tecnicamente o cenário mais delicado — porque cada tentativa de consolidação forçada pelo ESXi pode destruir irrecuperavelmente blocos válidos da VM.
Os snapshots VMware são implementados como arquivos delta no formato VMDK (com extensão -000001.vmdk, -000002.vmdk, etc.) que registram apenas as diferenças em relação ao disco base. A cadeia funciona como uma árvore de dependências: cada arquivo delta aponta para o seu pai via o campo parentFileNameHint no descritor — e o ESXi precisa montar toda a cadeia em ordem para apresentar o estado atual da VM.
A consolidação falha em quatro cenários principais: falta de espaço no datastore durante o processo (o ESXi cria um arquivo temporário do tamanho completo do disco antes de comprimir o resultado), queda de energia durante a consolidação (deixa o disco base parcialmente atualizado e o delta parcialmente esvaziado — estado que o ESXi não consegue recuperar automaticamente), snapshot tree muito profunda (cadeias com mais de 32 níveis — limite oficial da VMware — onde a reconstrução se torna exponencialmente mais complexa) e backup VADP interrompido (onde o agente de backup cria um snapshot temporário que nunca é removido, deixando a VM em estado de “snapshot orphan” invisível no vCenter).
Para recuperação de VMware com cadeias delta corrompidas, o processo em laboratório começa pelo mapeamento completo de todos os arquivos delta presentes no datastore — incluindo os snapshots órfãos não visíveis no vCenter. Com o mapa da cadeia, identificamos os parentFileNameHints incorretos e os blocos duplicados entre deltas adjacentes. A reconstrução é feita block-by-block, mesclando manualmente os deltas em ordem cronológica até chegar ao estado mais recente possível da VM — sem usar o mecanismo de consolidação nativo do ESXi em nenhuma etapa.
O ESXiArgs, identificado pela primeira vez em fevereiro de 2023, representa um vetor de ataque específico contra infraestruturas VMware ESXi — e o cenário de recuperar dados VMware após ransomware tem particularidades técnicas que o diferenciam completamente do ransomware convencional em Windows.
O ESXiArgs e suas variantes não criptografam os arquivos -flat.vmdk diretamente — eles criptografam os arquivos descritores VMDK e os arquivos de configuração .vmx das VMs. O -flat.vmdk (onde os dados reais estão armazenados) frequentemente permanece intacto. Isso significa que em muitos casos de ataque ESXiArgs, os dados das VMs estão fisicamente presentes no datastore — o que está criptografado é a “chave de acesso” lógica que o ESXi usa para montar a VM.
A recuperação de datastore VMFS após ESXiArgs envolve a reconstrução manual dos descritores VMDK a partir das assinaturas dos -flat.vmdk — exatamente o mesmo processo descrito para arquivos descritores órfãos, mas com a complexidade adicional de que os metadados do datastore também podem ter sido parcialmente modificados pelo ransomware para impedir a remontagem do volume.
O segundo vetor de ataque, usado por variantes mais recentes como o LockBit ESXi, criptografa diretamente os blocos de dados do -flat.vmdk — tornando a recuperação dependente da disponibilidade de backup ou da obtenção de decriptores. Nesses casos, o processo forense foca em identificar exatamente quais blocos foram criptografados e quais permaneceram intactos — muitas VMs têm blocos de dados antigos não sobrescritos que podem ser extraídos mesmo sem decriptor.
Para recuperar VMware após ransomware, a regra mais importante é não reinicializar o host ESXi após o ataque. Cada reinicialização pode acionar mecanismos de recuperação automática do VMFS que sobrescrevem metadados essenciais para a análise forense — reduzindo drasticamente as chances de recuperação parcial ou total.
O vSAN (Virtual SAN) representa o cenário mais complexo de recuperação de VMware — porque os dados não estão em um storage centralizado mas distribuídos entre os discos locais de múltiplos hosts ESXi em um cluster.
O vSAN organiza os dados em disk groups, cada um composto por um disco de cache (SSD) e um ou mais discos de capacidade (SSD ou HDD). Os objetos de VM são distribuídos entre os disk groups de acordo com as storage policies definidas no vCenter — com réplicas, paridade e tolerância a falhas configuráveis por VM. Quando um disk group falha, o impacto depende diretamente da storage policy: VMs com RAID-1 têm seus dados disponíveis na réplica do disk group sobrevivente; VMs com RAID-5 ou RAID-6 podem ser reconstruídas matematicamente desde que o número de falhas não exceda a tolerância configurada.
O cenário crítico é o Permanent Device Loss (PDL) — quando o vSAN perde acesso permanente a um disk group e as réplicas não são suficientes para cobrir a perda. Nesse estado, as VMs afetadas ficam em estado “Inaccessible” no vCenter e o cluster para de aceitar operações de escrita para proteger a integridade dos dados remanescentes.
Para recuperar datastore VMFS em ambiente vSAN após PDL, o processo não pode ser feito com o cluster ativo — qualquer operação de rebalanceamento iniciada pelo vSAN pode sobrescrever os blocos dos disk groups afetados. Em laboratório, os discos de todos os hosts do cluster são clonados individualmente antes de qualquer análise. Com os clones, mapeamos a distribuição de objetos entre disk groups via análise dos vSAN metadata (LSOM — Log-Structured Object Manager) — identificando quais blocos de cada VM estão em quais discos e em qual estado (válido, stale, ausente).
A reconstrução é feita virtualmente — remontando o vSAN offline com os parâmetros originais de RAID e storage policy — sem necessidade do cluster original. Para recuperar dados VMware em vSAN com múltiplas falhas, a viabilidade depende do número de réplicas disponíveis e do estado dos blocos de paridade — análise que só é possível após o mapeamento completo do LSOM de todos os discos membros do cluster.
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