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Falhas em controladoras, degradação de arrays, discos SAS/SATA/NVMe e ambientes virtualizados. Engenharia forense especializada para restaurar servidores Dell, HPE, Lenovo, IBM e Supermicro. A E-Recovery tem avaliação 4.9 / 5.0 no Google ⭐⭐⭐⭐⭐
A recuperação de servidor consiste em restaurar dados e serviços essenciais após falhas físicas ou lógicas em ambientes Dell, HPE, Lenovo, IBM, Asus ou Supermicro. O processo inclui clonagem forense dos discos, identificação dos parâmetros do RAID, reconstrução virtual do volume e extração segura dos dados.
É utilizada quando o servidor não inicia, apresenta discos em “failed”, volumes RAW, corrupção de LUN ou falhas nas controladoras. O objetivo é reconstruir o ambiente do servidor, recuperar volumes, arquivos e aplicações críticas e devolver a operação ao cliente com segurança e integridade.
A E-Recovery é especialista em recuperação de servidores RAID, com tecnologia avançada e ambiente seguro para lidar com falhas complexas, garantindo a máxima integridade e confidencialidade das informações corporativas.
Grandes empresas confiam na E-Recovery, você também pode confiar!
Uma falha de servidor é um dos cenários mais críticos para qualquer departamento de TI. Quando um servidor Dell PowerEdge, HPE ProLiant, Lenovo ThinkSystem, Asus ou Supermicro deixa de montar o volume, não se trata apenas de arquivos inacessíveis — toda a operação corporativa fica vulnerável: bancos SQL/Oracle, sistemas ERP/CRM, aplicações internas, serviços web e todas as máquinas virtuais que dependem daquele host. Cada minuto de indisponibilidade amplia o impacto operacional.
A reação natural é tentar “fazer o servidor voltar”, mas esse impulso pode transformar uma falha totalmente recuperável em perda permanente de dados. Em servidores, diferentemente de estações individuais, uma única ação incorreta altera paridade, metadados e blocos críticos. Por isso, seguir as orientações abaixo é essencial para preservar a integridade do volume.
Se, após reiniciar, a controladora (Dell PERC, HPE Smart Array, LSI, Lenovo ServeRAID) marcar um disco como Failed, Foreign Configuration ou Stale, não clique em “Force Online”, “Import Foreign” ou comandos de reintegração automática.
Quando o estado do disco não corresponde mais à paridade atual, forçar a entrada dele no conjunto corrompe matematicamente 100% do volume, comprometendo VMs, LUNs e sistemas inteiros.
Se o volume aparece como RAW ou corrompido, rodar chkdsk (Windows Server) ou fsck (Linux) é um erro crítico. Essas ferramentas foram criadas para corrigir inconsistências leves de sistema de arquivos, não para preservar dados. Ao tentar “reparar” uma estrutura que perdeu coerência lógica, elas podem sobrescrever metadados essenciais — apagando diretórios, registros de VMs, bases SQL, logs e estruturas de LUN.
Se os dados são críticos, a ação mais segura é desligar imediatamente o servidor — especialmente se houver barulhos de clique, travamentos repetidos ou alertas constantes da controladora. Nosso diagnóstico identifica se a falha é física (discos), lógica (sistema de arquivos, LUN, VMFS/NTFS/XFS) ou de controladora, determinando a viabilidade real da recuperação sem qualquer risco adicional ao conteúdo.
Ambientes corporativos utilizam arquiteturas e controladoras muito diferentes entre si, e cada fabricante implementa padrões próprios de RAID, paridade, firmware e metadados. Por isso, reunimos páginas específicas para os servidores mais comuns do mercado, com orientações técnicas detalhadas e particularidades de cada plataforma. Selecione abaixo o modelo do seu ambiente para acessar informações direcionadas:
Os servidores Dell PowerEdge utilizam controladoras PERC com lógica própria de metadados e reconstrução, e isso faz com que falhas de RAID, perda de paridade ou volumes que não montam exijam análise específica. Problemas comuns incluem discos marcados como foreign, rebuild interrompido, inconsistência de stripes e degradação simultânea após quedas de energia. Nossa página dedicada detalha sintomas, riscos e orientações técnicas exclusivas para ambientes Dell.
Servidores HPE ProLiant com controladoras Smart Array apresentam comportamentos característicos em incidentes como falha de bateria, interrupção de write cache, degradação de RAID 5/6 e travamento de controladora após picos elétricos. Cada modelo guarda peculiaridades no formato de paridade e nos parâmetros de reconstrução. Na página específica, você encontra instruções completas para lidar com falhas sem comprometer o volume.
Os servidores Supermicro frequentemente utilizam controladoras LSI/Broadcom, conhecidas pelo alto desempenho, mas também sensíveis a inconsistências em arrays RAID e falhas de firmware. Sintomas como volumes ausentes no BIOS, offline virtual drive, discos “suspect” ou arrays que não importam corretamente exigem abordagem técnica orientada pelo comportamento da controladora. A página dedicada explica cada cenário em detalhes.
Os servidores IBM System x e controladoras ServeRAID possuem padrões próprios de metadados e técnicas de combinação de stripes, o que torna a análise forense essencial quando ocorre falha múltipla de discos, interrupção de rebuild, travamento da controladora ou perda de acesso à partição. Na página especializada, você encontra orientações direcionadas às particularidades da arquitetura IBM.
Ambientes Lenovo ThinkSystem e System x podem apresentar sintomas peculiares como drive predict failure, degradação silenciosa, inconsistência de paridade e perda de LUN após substituição de hardware. Cada geração adota nuances distintas de RAID e comportamento de controladora. Nossa página dedicada aprofunda essas diferenças e orienta como agir com segurança.
Em ambientes corporativos, a falha de um servidor raramente é um evento isolado. Quase sempre existe uma cadeia de fatores — degradação silenciosa de discos, inconsistências de paridade, instabilidades de controladora, interrupções abruptas de energia, firmware desatualizado ou operações de manutenção executadas no momento errado. Quando um desses elementos cede, toda a arquitetura lógica que sustenta máquinas virtuais, bancos de dados, sistemas ERP e aplicações críticas perde o ponto de referência. É por isso que o incidente costuma parecer súbito, mas, na prática, vinha se formando há semanas ou meses.
O que o usuário enxerga — volume que não monta, RAID degradado, sistema travando ou servidor reiniciando — é apenas a superfície. Por trás disso, o controlador deixa de reconhecer trechos essenciais da estrutura lógica: blocos que deveriam formar stripes deixam de se alinhar, a paridade não corresponde mais ao padrão esperado e setores anteriormente marcados como “OK” já não respondem dentro do tempo previsto. A partir desse momento, qualquer tentativa de remontar o volume sem análise especializada tende a agravar o problema, porque a controladora tenta forçar coerência mesmo quando os dados físicos já não se apresentam coerentes.
Os sintomas podem variar entre fabricantes, gerações e cenários de uso, mas seguem um padrão recorrente em incidentes reais:
A soma desses fatores explica por que servidores não “quebram”: eles entram em estado de colapso lógico. A separação entre “dados ainda existentes” e “dados já comprometidos” torna-se extremamente tênue, e qualquer tentativa de rebuild, troca de discagem, substituição de controladora ou boot forçado altera o estado atual das informações. É justamente nesse ponto que a engenharia forense — e não a simples técnica de reparo — se torna indispensável.
Servidores corporativos raramente apresentam falhas simples. Mesmo quando o alerta inicial aponta apenas um disco degradado ou um volume que deixou de montar, quase sempre existe uma combinação de fatores — físicos, lógicos e operacionais — que se sobrepõem e tornam o diagnóstico muito mais complexo do que a mensagem exibida no painel sugere. Cada arquitetura RAID reage de forma distinta, e cada fabricante implementa sua própria lógica de paridade, tolerância a falhas, metadados e política de reconstrução. Por isso, dois servidores podem apresentar sintomas idênticos e, ainda assim, exigir abordagens completamente diferentes.
As falhas mais recorrentes observadas em ambientes corporativos que operam com RAID incluem:
O desafio está no fato de que o RAID é, por definição, um sistema de compensação: ele tenta “esconder” problemas para manter o ambiente operacional. O que parece estabilidade é, muitas vezes, apenas a controladora trabalhando além do limite para sustentar paridade e coerência interna. Quando o conjunto finalmente cede, o volume não apenas deixa de montar — ele perde o alinhamento lógico necessário para que o sistema operacional interprete a estrutura de dados. É justamente por isso que incidentes graves raramente permitem soluções rápidas ou automáticas.
Ambientes com virtualização intensiva, bancos SQL, máquinas Linux, sistemas XFS ou repositórios de backup costumam sofrer impactos ainda maiores, porque dependem de volumes que precisam estar 100% consistentes para evitar perda estrutural. Quando há inconsistências nos blocos ou lacunas nos stripes, a paridade deixa de atender seu propósito original e passa a atuar como um multiplicador do erro. Nessas situações, insistir em procedimentos comuns — como reconstruções forçadas, troca apressada de discos ou tentativas de boot sucessivas — tende a causar danos irreversíveis.
A recuperação de um servidor corporativo exige muito mais do que simplesmente “ler discos” ou tentar remontar um RAID. Em ambientes críticos, cada ação tomada após a falha influencia diretamente a possibilidade de restaurar o volume original. Por isso, nosso processo é construído para eliminar riscos, preservar a integridade do material e reconstruir a lógica do array com precisão forense — sempre considerando o comportamento específico da controladora, da arquitetura RAID e do sistema operacional utilizado.
O trabalho começa pela preservação da evidência digital. Antes de qualquer intervenção, clonamos cada disco fisicamente, bit a bit, para impedir que o servidor execute operações automáticas que possam sobrescrever setores, atualizar metadados de forma incorreta ou tentar uma remontagem destrutiva. Esse procedimento garante que mesmo discos parcialmente degradados, intermitentes ou com setores frágeis sejam tratados em ambiente controlado, sem a pressão do hardware original.
Em seguida, analisamos os metadados do array: parâmetros de stripe, ordem dos discos, estados históricos, padrões de paridade e informações armazenadas pela controladora. Essa camada é crítica porque explica o comportamento do RAID antes da falha e aponta onde ocorreu a ruptura da consistência lógica. A partir dessas evidências, reconstruímos manualmente o conjunto, reproduzindo o comportamento da controladora — e não apenas aplicando algoritmos genéricos.
Nos casos mais complexos — como controladoras queimadas, rebuild interrompido, múltiplos discos degradados ou ambientes VMware/Hyper-V — avançamos para etapas adicionais de reconstrução interna, corrigindo lacunas, blocos inconsistentes e áreas corrompidas, sempre preservando a integridade do volume original. É nessa fase que o trabalho de engenharia forense se distingue de soluções automatizadas: cada decisão de reconstrução é calculada para manter a lógica do array intacta.
Ao final, realizamos a montagem controlada do volume e iniciamos a recuperação de dados, que pode envolver sistemas NTFS, EXT, XFS, VMFS, bancos SQL/Oracle ou máquinas virtuais completas. Somente após validar a consistência das informações, liberamos o material recuperado, acompanhado de instruções de prevenção e recomendações de boas práticas para evitar repetição do incidente.
Cada caso de servidor recebe um especialista dedicado, que será seu ponto de contato exclusivo durante todo o processo de recuperação de dados. nós mantemos você informado de cada etapa de forma proativa, garantindo total transparência sem que você precise solicitar atualizações.
Nós não vendemos peças e não fazemos manutenção geral em computadores. somos 100% focados e especializados em recuperação de dados corporativos. essa dedicação exclusiva nos permite operar com ferramentas avançadas e infraestrutura de laboratório, garantindo índices de sucesso muito superiores ao mercado.
Sabemos que um servidor parado significa prejuízo imediato. por isso, casos de alta criticidade recebem prioridade máxima em nosso laboratório. nosso fluxo foi projetado para ser o mais ágil possível, desde o diagnóstico até a entrega dos dados, para que sua empresa volte a operar no menor tempo.
Na grande maioria dos casos, você só realiza o pagamento após validar que os dados essenciais para a sua operação foram recuperados. se, por qualquer motivo, não for possível recuperar o que você precisa, não existe cobrança pelo serviço. todo o risco fica conosco.
A segurança dos seus dados é nossa prioridade absoluta. assinamos acordo de confidencialidade (nda) em todos os serviços e operamos em redes isoladas e controladas. nossa equipe é formada por profissionais rigorosamente selecionados, garantindo proteção total das suas informações.
Oferecemos um diagnóstico preciso e sem compromisso, detalhando causas da falha, arquivos recuperáveis (quando possível) e chances reais de sucesso. com isso, você recebe um orçamento fixo, claro e sem surpresas, sabendo exatamente o investimento necessário antes de autorizar qualquer serviço.
Veja como funciona o processo de recuperação de dados corporativos da E-Recovery — claro, transparente e acompanhado por especialistas em cada etapa.
Entre em contato conosco pelo formulário, WhatsApp ou telefone. Assim que seu caso for registrado, um especialista dá as primeiras orientações para garantir a preservação dos dados.
Para entregar os seus servidores, storages, RAIDs, datastores e ambientes virtuais (VMware, Hyper-V, Proxmox):
Matriz – Vila Mariana (SP) – (única unidade habilitada para receber equipamentos corporativos de grande porte)
Importante: Embale o dispositivo em plástico-bolha e utilize uma caixa firme para protegê-lo durante o transporte.
Realizamos uma análise completa do seu dispositivo para identificar a causa da falha e confirmar a viabilidade da recuperação. Após o diagnóstico, você recebe um orçamento detalhado por e-mail, dentro do prazo da modalidade escolhida. O valor é cobrado por dispositivo.
Observação Importante:
Para casos de alta complexidade — como servidores com RAID, storages corporativos ou ambientes de virtualização (VMware, Hyper-V, Proxmox, Citrix, etc.) — os valores de análise podem sofrer acréscimo. Antes de iniciar qualquer procedimento, sempre informamos eventuais ajustes e aguardamos sua aprovação.
O serviço de recuperação dos seus dados só é iniciado após sua aprovação formal do orçamento. Todo o processo é realizado exclusivamente em nosso laboratório próprio (localizado na matriz – Vila Mariana), onde utilizamos equipamentos profissionais, ferramentas forenses e técnicas avançadas para garantir a extração segura dos seus dados. Somente após a conclusão das etapas de engenharia reversa, clonagem e reconstrução dos volumes é que iniciamos a extração final dos arquivos ou discos virtuais.
Esta é uma das etapas mais importantes do processo. Assim que concluirmos a recuperação, enviaremos a lista completa dos arquivos encontrados no seu storage ou máquina virtual. Você fará a validação diretamente, por acesso remoto (AnyDesk ou UltraViewer), abrindo e testando os arquivos mais importantes para confirmar que tudo está íntegro e utilizável. Só após essa validação é que seguimos para a etapa final.
A regra “Sem Dados, Sem Cobrança” (No Data, No Charge) se aplica à grande maioria dos casos. Isso significa que você só realiza o pagamento do serviço de recuperação depois de validar os arquivos e aprovar o resultado. Entretanto, existem situações específicas em que é necessária uma taxa inicial.
Nossa Política de Risco Compartilhado (Importante)
Alguns tipos de recuperação demandam alto investimento em tempo técnico, equipamentos ou peças especializadas. Nesses cenários, é cobrada uma taxa inicial destinada a cobrir parte dos custos de análise, engajamento ou preparação técnica, independentemente do resultado final. Essa taxa se aplica nos seguintes casos:
Qualquer taxa inicial será sempre informada e detalhada previamente em sua proposta comercial, antes de qualquer aprovação da sua parte.
Após sua aprovação e o pagamento, os dados recuperados são preparados para devolução de forma segura e organizada:
Cópia em mídia física (sem custo adicional) — Você pode fornecer um HD ou SSD novo, e realizaremos a cópia completa dos dados recuperados sem qualquer taxa de gravação.
Entrega via nuvem (serviço opcional) — Caso prefira receber os dados por Google Drive ou OneDrive, a transferência será feita de forma segura. Trata-se de um serviço adicional, com custo informado previamente na proposta.
Local de retirada — Por motivos de segurança e controle de acesso, a retirada do dispositivo original e da nova mídia com os dados é feita exclusivamente em nossa matriz, na Vila Mariana (SP).
Para garantir sua privacidade e a segurança total das informações, seguimos uma política rígida de retenção e eliminação de dados. Após a entrega dos seus dados recuperados, mantemos uma cópia de segurança em nossos servidores por um período de 7 (sete) dias corridos, exclusivamente como medida preventiva caso você precise baixar novamente algum arquivo.
Passado esse prazo, essa cópia é permanentemente excluída de nossos sistemas por procedimentos automáticos e auditáveis. A partir desse momento, o serviço é considerado totalmente encerrado.
Por isso, é fundamental que você revise os arquivos entregues e faça seu próprio backup assim que recebê-los, garantindo a proteção contínua dos seus dados.
Exemplos reais de alta complexidade em ambientes corporativos que dependem de arrays RAID, controladoras dedicadas e alta disponibilidade.
Depoimento do sr. Cardoso da Gráfica de Segurança Formflex (Carapicuíba/SP) referente recuperação de dados de um NAS Seagate configurado com RAID 5.
Depoimento de Christian Uhlmann sobre um NAS QNAP configurado em RAID 1 que ficou subitamente inacessível pela rede, causado por dois discos danificados

O Cliente: O Comitê Paralímpico Brasileiro / Fernando Andrade Ulhôa.
O Desafio (O Problema): O Comitê enfrentou um cenário de desastre em seu data center após uma queda de energia que ocasionou falhas físicas em vários discos de um Servidor Dell configurado com 7 HDs em RAID 5. A oscilação elétrica causou danos graves, resultando em múltiplos discos com defeitos e na completa desestruturação do array RAID, deixando todos os dados inacessíveis em um momento crítico para a instituição.
A Solução (O Processo da E-Recovery): Diante da urgência, nossa equipe iniciou o processo imediatamente. A recuperação de um RAID 5 com vários discos fisicamente degradados é altamente complexa e exige precisão técnica:
Diagnóstico e Reparo: Todos os 7 discos passaram por análise individual. Aqueles com falhas físicas decorrentes da queda de energia foram encaminhados para nossa Sala Limpa, onde foram estabilizados para permitir a extração segura dos dados.
Clonagem Forense: Cada disco foi submetido à clonagem bit-a-bit utilizando equipamentos forenses de alta precisão, garantindo a obtenção da maior quantidade possível de dados, mesmo em áreas com setores danificados.
Engenharia Reversa (RAID 5): Com os clones estabilizados, nossos engenheiros realizaram a engenharia reversa para identificar a ordem exata dos discos, o tamanho do bloco, a paridade e quais unidades estavam “stale” (obsoletas), condição típica em falhas simultâneas.
Remontagem Virtual: Após identificar os parâmetros corretos, reconstruímos virtualmente o RAID 5 em nossos servidores especializados. A paridade dos discos íntegros foi usada para regenerar as partes faltantes dos discos danificados.
O Resultado (Sucesso Total): O array de 7 discos foi totalmente reconstruído, permitindo a recuperação integral dos dados críticos do Comitê Paralímpico Brasileiro. O processo atendeu plenamente à urgência do cliente e demonstrou a eficácia da engenharia forense aplicada pela E-Recovery.
Com uma avaliação ⭐⭐⭐⭐⭐ de 4.9 / 5.0 em mais de 110 depoimentos no Google, e muitas outras história de sucesso compartilhadas diretamente em nosso site, a satisfação dos nossos clientes fala por si.
Descubra por que tantos confiam em nós para a recuperação de seus dados mais valiosos. Clique no botão abaixo e veja porque a E-Recovery é empresa com melhor reputação do mercado.
O tempo é crucial. Quanto mais rápido você agir, maiores as chances de recuperação. Preencha o formulário abaixo para um diagnóstico e orçamento gratuitos ou chame-nos no WhatsApp.
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Voz: (11) 3422-0066
WhatsApp: (11) 93075-5919
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Veja as perguntas mais comuns sobre recuperação de dados de RAID. Se a sua dúvida for outra, entre em contato com nossa equipe de atendimento.
Não necessariamente. Na maioria dos casos, o que impede o volume de montar é a perda de coerência entre os discos, e não a destruição dos dados em si. Metadados desalinhados, paridade corrompida, controladoras travadas ou setores instáveis podem tornar o volume ilegível, mesmo com grande parte das informações ainda intactas. A análise forense identifica exatamente onde a estrutura foi rompida e permite reconstruir o array com segurança.
Não. O rebuild só é seguro quando se tem certeza absoluta de que os metadados, a ordem dos discos, o estado da paridade e a integridade dos setores estão consistentes. Quando a falha envolve degradação silenciosa, discos que alternam entre online/offline ou controladoras que perderam referência de stripes, o rebuild força dados incorretos sobre a paridade, causando perda total do volume. Por isso, recomenda-se suspender o servidor antes de qualquer tentativa.
O prazo depende do nível de falha física dos discos, do tamanho do volume, do sistema de arquivos (NTFS, VMFS, XFS, EXT, ReFS etc.) e do grau de inconsistência dos metadados. Casos simples podem ser concluídos em poucas horas; incidentes complexos, como falhas múltiplas de discos ou controladora queimada, geralmente exigem dias de trabalho contínuo. Após o diagnóstico, informamos um cronograma preciso.
Na maior parte dos casos, sim. Nosso objetivo é restaurar o volume mantendo a lógica original do array e a integridade das estruturas: diretórios, VMs, bancos SQL/Oracle, arquivos e permissões. Quando há corrupção severa em segmentos específicos, realizamos correções lógicas pontuais para garantir que o restante do volume seja reconstruído com coerência. Todas as informações recuperáveis são entregues perfeitas e validadas.
Trocar a controladora sem diagnóstico pode piorar o quadro. Mesmo modelos idênticos podem ter versões diferentes de firmware, políticas de rebuild distintas e comportamento específico para lidar com inconsistências. Ao detectar divergência, a nova controladora pode iniciar processos automáticos que alteram metadados e corrompem o volume. O ideal é não realizar nenhuma substituição antes da análise.
Desligue imediatamente. Barulhos de clique indicam falha física iminente no disco, e travamentos sucessivos sugerem que o RAID está tentando compensar degradações profundas. Continuar operando força tentativas de leitura/escrita que podem destruir setores ainda íntegros. Quanto menos o servidor for forçado nessas condições, maior a taxa de recuperação.
Sim. Restauramos VMs completas de ambientes Hyper-V, VMware e XenServer, preservando discos virtuais (VHDX, VMDK), snapshots, configurações e pastas de sistema. Mesmo quando o volume não monta ou está marcado como RAW, é possível reconstruir a lógica do RAID e extrair as VMs sem corromper suas estruturas internas.
O valor depende do tipo de falha (física, lógica, controladora), do número de discos, do tamanho do volume, do sistema de arquivos, da complexidade da reconstrução e da urgência. Após o diagnóstico gratuito, apresentamos uma proposta clara, baseada no esforço técnico necessário e na viabilidade real da recuperação. Não existe cobrança caso a recuperação não seja possível.
Sim, desde que o hardware danificado seja substituído adequadamente. A recuperação forense permite reconstruir o volume e restaurar todos os dados. Após isso, recomendamos instalar os discos recuperados em ambiente seguro, atualizar firmwares, verificar baterias de controladora e revisar políticas de backup. Também fornecemos recomendações específicas por tipo de servidor.
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