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Recuperação de Servidor ASUS RS520, RS700 ou RS900 com RAID offline, controladora PIKE travada ou array de alta capacidade inacessível após intervenção incorreta? A E-Recovery recuperou 180TB em um RS520-E9 declarado como perda total por outros laboratórios. Diagnóstico gratuito em até 48h. +8.400 Projetos | 20 Anos | 4.9/5.0 no Google ⭐⭐⭐⭐⭐
Array RAID 0, 5, 6 ou 10 em modo degradado ou completamente offline após falha de um ou mais discos — volume inacessível com dados de produção retidos.
Discos com metadados intrusos injetados por controladora incompatível — cenário que a maioria dos laboratórios declara como perda total mas que a E-Recovery já reverteu em arrays de até 180TB.
Controladora ASUS PIKE 2108 ou PIKE II 3108-8i com metadados corrompidos, firmware travado ou configuração de array perdida após substituição de hardware.
Arrays de alta capacidade com discos enterprise de 12TB, 16TB ou 18TB com bad blocks progressivos ou falha simultânea de múltiplas unidades.
RS520, RS700 ou RS900 que parou de inicializar após substituição de backplane, troca de controladora ou atualização de firmware mal-sucedida.
Datastores VMFS ou volumes CSV corrompidos após falha do array físico — VMs offline com bancos de dados e sistemas de produção inacessíveis.
A recuperação de servidor ASUS exige domínio da arquitetura ASUS PIKE — cujos metadados proprietários gravados nos discos diferem radicalmente de controladoras convencionais como Dell PERC e HPE Smart Array. Essa diferença é crítica: o array ASUS só pode ser reconstruído corretamente por quem conhece a lógica interna das controladoras PIKE 2108, PIKE II 3108-8i e seus derivados LSI OEM.
Quando ocorre falha de controladora, substituição por modelo incompatível ou injeção de metadados intrusos, o array torna-se completamente inacessível mesmo com todos os discos fisicamente íntegros. Conectar discos de um array ASUS em controladora incompatível sem diagnóstico forense prévio é o erro mais destrutivo — e o que mais frequentemente transforma casos recuperáveis em perda aparentemente total.
A E-Recovery tem experiência documentada em recuperação de servidor ASUS em cenários declarados irrecuperáveis — incluindo um RS520-E9-RS12-E com 12 discos Seagate Exos de 18TB e metadados intrusos injetados por controladora Dell PERC incompatível em todos os 12 discos. Dois meses de engenharia forense, 100% recuperado. Atendemos com PC-3000 e WinHex, política sem dados sem cobrança para falhas físicas, diagnóstico gratuito em até 48 horas e atendimento emergencial 24×7.
RAID degradado, controladora PIKE com falha ou array inacessível após intervenção incorreta? Diagnóstico gratuito ou emergencial — Atendimento emergencial 24×7.
O Problema
Quando o servidor chegou ao laboratório da E-Recovery, já havia passado por duas intervenções. A equipe de TI interna havia tentado substituir o backplane sem sucesso. Uma assistência técnica convencional foi acionada em seguida — e conectou os 12 discos a uma controladora Dell PERC incompatível com a arquitetura do array ASUS original.
A controladora injetou e gravou assinaturas físicas forçadas nos últimos setores de cada um dos 12 discos — sobrescrevendo os metadados nativos e destruindo completamente a lógica de paridade e distribuição de blocos do array. Outros laboratórios consultados declararam o caso irrecuperável.
Equipamento: ASUS RS520-E9-RS12-E — 12x Seagate Exos 18TB em RAID 5 Problema: Metadados intrusos injetados por controladora Dell PERC incompatível Processo: Clonagem forense + neutralização de metadados + reconstrução hexadecimal + entrega dinâmica Resultado: 100% recuperado em 2 meses — entrega semanal em lotes
A E-Recovery estruturou a recuperação em três fases.
Fase 1 — Clonagem forense: discos enterprise fatigados não toleram estresse adicional de leitura. Cada uma das 12 unidades de 18TB foi clonada bit-a-bit para novos HDs Toshiba NAS N300 de 22TB antes de qualquer análise. Todo o trabalho subsequente foi realizado exclusivamente sobre as imagens — os originais permaneceram intocados durante os dois meses de processo.
Fase 2 — Reconstrução lógica: via análise hexadecimal com WinHex, a equipe isolou e neutralizou as assinaturas injetadas pela PERC em cada disco. Com os metadados intrusos removidos, os parâmetros originais do array foram recalculados manualmente — algoritmo de rotação de paridade, stripe size e ordem exata dos discos no barramento ASUS.
Fase 3 — Entrega dinâmica: dado o volume de 180TB e a necessidade do cliente de manter parte da operação ativa, os arquivos não foram retidos até o encerramento. À medida que cada estrutura de diretório era validada, os arquivos de vídeo eram extraídos para HDs Toshiba de 20TB e entregues em lotes semanais.
Resultado: 100% dos arquivos de vídeo recuperados com integridade absoluta — sem corrupção de frames, com estrutura original de pastas preservada. Um cenário declarado como perda total revertido por engenharia forense.
Sim, 100% gratuito e sem compromisso. Nossos engenheiros identificam a causa exata da falha — RAID degradado, controladora PIKE com metadados corrompidos, discos com bad blocks, firmware travado — e informam o potencial de recuperação antes de qualquer cobrança. Para servidores de produção parados, oferecemos triagem emergencial 24×7. O diagnóstico padrão é concluído em até 48 horas úteis.
Casos que exigem aquisição de discos doadores, ou projetos muito complexos, podem ter uma taxa de análise independente do resultado pelo tempo de engenharia envolvido — sempre informada no orçamento antes da sua aprovação.
Não — é exatamente o erro que transformou o caso do RS520-E9 em dois meses de trabalho forense. Cada controladora RAID — ASUS PIKE, Dell PERC, HPE Smart Array, LSI MegaRAID — grava metadados proprietários nos discos com formato e posicionamento específicos. Conectar discos de um array ASUS em uma controladora incompatível pode injetar metadados intrusos que sobrescrevem os metadados nativos — destruindo a lógica de paridade e distribuição de blocos. Os dados permanecem fisicamente nos pratos mas o mapa de acesso é destruído.
Sim, na maioria dos casos. A controladora PIKE armazena parte dos metadados do array na sua NVRAM — mas os parâmetros essenciais de configuração são também gravados nos próprios discos em formato DDF. Com a PIKE queimada, o array não monta no servidor mas os discos preservam as informações necessárias para reconstrução forense em laboratório. A E-Recovery reconstrói o array virtualmente sem depender do hardware ASUS original.
Depende da complexidade. Arrays de alta capacidade com discos de 12TB a 18TB exigem clonagem forense que pode levar dias apenas para a fase de imagem — cada disco de 18TB leva horas para ser clonado em modo adaptativo com PC-3000. A reconstrução lógica depende do estado dos metadados e da extensão do dano. O caso do RS520-E9 com 180TB levou 2 meses — casos sem intervenções anteriores incorretas são resolvidos em tempo significativamente menor. O diagnóstico define o prazo antes de qualquer aprovação.
Sim — e o caso do RS520-E9 é a prova mais concreta disso. Arrays declarados irrecuperáveis por outros laboratórios chegam à E-Recovery com frequência. A declaração de irrecuperabilidade frequentemente reflete a limitação das ferramentas e do conhecimento do laboratório consultado — não o estado real dos dados. Desde que os discos estejam fisicamente íntegros e não tenham sido submetidos a novas intervenções após a declaração, o diagnóstico forense da E-Recovery pode identificar caminhos de recuperação não considerados anteriormente.
O RAID 5 tolera apenas uma falha simultânea — dois discos offline ultrapassam o limite de tolerância e o volume colapsa matematicamente. Mas isso não significa perda total. A análise forense dos discos sobreviventes via file carving identifica blocos de dados íntegros que não dependem dos discos falhados. O volume recuperável depende do padrão de distribuição dos dados e da extensão dos danos — o diagnóstico identifica o percentual antes de qualquer cobrança.
Para volumes acima de 10TB, a E-Recovery oferece entrega dinâmica — à medida que estruturas de diretório são validadas, os arquivos são extraídos e entregues em lotes progressivos sem aguardar o encerramento completo do caso. O cliente pode retomar parte da operação com os arquivos já entregues enquanto o restante do processo continua. Essa modalidade foi aplicada no caso do RS520-E9 com 180TB — entregas semanais em HDs Toshiba de 20TB durante todo o processo.
Sim. Quando o array ASUS falha e derruba o datastore VMFS, as VMs entram em estado inacessível simultaneamente. A recuperação envolve três camadas: reconstrução do array físico via metadados PIKE, verificação das estruturas VMFS no volume reconstruído, e extração dos arquivos VMDK de cada VM com validação de integridade antes da entrega. Bancos de dados SQL Server, Oracle e arquivos de ERP dentro das VMs são validados estruturalmente antes da entrega.
A E-Recovery atende toda a linha de servidores ASUS — RS520-E9, RS520-E10, RS700-E9, RS700-E10, RS900-E9, RS900-E10, TS700 e modelos tower ESC4000. Tanto com controladoras ASUS PIKE nativas quanto com controladoras LSI MegaRAID OEM presentes em alguns modelos. O diagnóstico identifica a controladora e os metadados específicos antes de iniciar qualquer procedimento.
Remova os discos do servidor na ordem original das baias e fotografe a posição de cada um antes da remoção — a ordem física é parte da geometria do array. Embale cada disco individualmente em saco antiestático e plástico bolha. Envie em caixa rígida identificada como “Equipamento Eletrônico Frágil”. Para arrays grandes com 12 ou mais discos, entre em contato antes do envio para orientação específica de embalagem e logística.
Você valida pessoalmente antes de qualquer pagamento. Ao concluir cada lote — ou o processo completo em casos menores — enviamos a lista de arquivos recuperados e você acessa remotamente via AnyDesk ou UltraViewer para verificar os arquivos mais críticos. Para VMs e bancos de dados, validamos a integridade estrutural antes da entrega. Só depois da sua confirmação o serviço é cobrado.
Não conecte os discos em outra controladora sem diagnóstico forense — pode destruir permanentemente os dados recuperáveis.
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A linha de servidores ASUS para o mercado corporativo cobre desde servidores de entrada até plataformas de alta densidade para data centers e produção audiovisual. A E-Recovery tem experiência documentada em recuperação de dados em todas as séries principais.
Os modelos RS520, RS700 e RS900 são os mais presentes no laboratório. O RS520-E9-RS12-E — o servidor do case dos 180TB — é um 1U com 12 baias hot-swap SAS/SATA, projetado para armazenamento de alta capacidade em rack. O RS700-E9 e RS700-E10 são plataformas 2U com até 24 baias — comuns em produtoras de vídeo, broadcasters e empresas de renderização. O RS900-E9 é o topo da linha com suporte a configurações de armazenamento massivo e múltiplos processadores Xeon Scalable.
O TS700-E9 e TS500-E9 são servidores tower presentes em pequenas e médias empresas que precisam de capacidade de armazenamento significativa sem infraestrutura de rack. Falhas mais comuns: bad blocks progressivos em arrays configurados com discos de consumo em vez de enterprise, e corrupção de metadados após quedas de energia sem UPS adequado.
O ESC4000 e ESC8000 são plataformas de computação de alta performance com GPUs — usadas em renderização 3D, machine learning e análise de dados. O storage nesses servidores frequentemente combina SSDs NVMe para scratch e HDDs SAS para armazenamento permanente em arrays RAID separados.
Os servidores ASUS são frequentemente expandidos com JBODs — gavetas de expansão conectadas via cabos SAS ao servidor principal. Quando a conexão SAS entre o servidor e o JBOD é interrompida por cabo danificado ou controladora com falha, os discos do JBOD passam a ser visíveis individualmente sem nenhuma indicação da geometria original do array — exigindo reconstrução forense completa.
As controladoras ASUS PIKE — Proprietary I/O Kit Expansion — são a solução RAID nativa dos servidores ASUS, instaladas via slot PIKE dedicado na placa-mãe. Diferente de controladoras externas como Dell PERC e HPE Smart Array, a PIKE integra-se diretamente ao barramento da placa-mãe ASUS — o que oferece vantagens de latência mas cria dependências específicas que impactam a recuperação quando a controladora falha.
Baseada no chip LSI SAS2108 de 6Gbps, é a geração anterior presente nos servidores das linhas E7 e E8. Suporta RAID 0, 1, 5, 6, 10, 50 e 60 com cache DDR3. Falhas mais comuns: perda de configuração do array após queda de energia com bateria de cache degradada, e corrupção de metadados após substituição da placa-mãe por modelo da mesma série mas com revisão de hardware diferente.
Baseada no chip LSI SAS3108 de 12Gbps, é a geração atual presente nos servidores das linhas E9 e E10. Suporta discos SAS e SATA de até 18TB e além, com cache DDR4 de 2GB protegido por capacitor. É a controladora do servidor RS520-E9-RS12-E do case dos 180TB. Falha mais específica desta geração: incompatibilidade de metadados quando os discos são conectados a uma controladora LSI 3108 de outro fabricante — mesmo sendo o mesmo chip base, a ASUS implementa parâmetros de configuração proprietários no formato DDF que diferem das implementações Dell PERC H730 e HPE Smart Array P408i que usam o mesmo chip LSI SAS3108.
A diferença que destrói arrays: esta é a distinção mais crítica para qualquer administrador de TI que gerencia servidores ASUS. A PIKE II 3108-8i e a Dell PERC H730 são baseadas no mesmo chip LSI SAS3108 — o que leva muitos técnicos a assumir que os discos são intercambiáveis entre as duas controladoras. Não são. A ASUS implementa um formato de metadados DDF com offsets e parâmetros proprietários diferentes da Dell. Quando discos de um array ASUS PIKE são conectados a uma PERC Dell, a controladora grava seus próprios metadados nos discos — sobrescrevendo parcialmente os metadados ASUS originais. O resultado é exatamente o que aconteceu no case do RS520-E9: 12 discos com metadados intrusos que tornaram o array completamente inacessível.
A E-Recovery reconstrói arrays ASUS PIKE em laboratório sem depender da controladora original. A análise hexadecimal via WinHex identifica os parâmetros nativos do array nos metadados gravados pelos discos — stripe size, algoritmo de rotação de paridade e ordem dos membros — permitindo a remontagem virtual independente do hardware ASUS.
O conceito de metadados intrusos é pouco documentado na literatura de recuperação de dados — mas é uma das causas mais frequentes de casos que chegam ao laboratório em condição drasticamente pior do que quando a falha original ocorreu. O case do RS520-E9 é o exemplo mais extremo atendido pela E-Recovery, mas o padrão se repete em menor escala com frequência.
O que são metadados intrusos: quando uma controladora RAID é conectada a discos que já têm metadados de outra controladora, ela pode interpretar os discos como virgens ou como membros de um array incompleto — e gravar seus próprios metadados de configuração nos setores reservados para essa finalidade. Esses metadados novos não apagam os dados do usuário — que estão distribuídos pelo espaço de dados dos discos — mas sobrescrevem parcialmente ou totalmente os metadados originais que descrevem como os dados estão organizados. Sem esse mapa, os dados existem fisicamente mas são inacessíveis.
Por que assistências técnicas convencionais cometem esse erro: técnicos sem especialização em recuperação forense de storages frequentemente tentam diagnosticar o problema conectando os discos em qualquer controladora disponível — muitas vezes uma Dell PERC ou LSI MegaRAID de outro servidor. Para fins de diagnóstico de hardware convencional, isso é aceitável. Para discos de um array RAID com metadados proprietários, é catastrófico.
A neutralização de metadados intrusos: o processo de remoção de metadados intrusos exige análise hexadecimal setor a setor de cada disco para identificar com precisão quais setores foram sobrescritos pela controladora intrusa e quais ainda preservam os metadados originais. Em casos onde os metadados originais foram completamente destruídos, a reconstrução é feita por inferência matemática — analisando os padrões de dados nos blocos do usuário para deduzir os parâmetros do array original. É o procedimento mais demorado e tecnicamente exigente em recuperação de RAID — e o que mais claramente separa laboratórios forenses de assistências técnicas convencionais.
Prevenção: a única ação segura quando uma controladora ASUS PIKE falha é desligar o servidor, preservar os discos na ordem original das baias e encaminhar para laboratório forense especializado. Qualquer conexão dos discos em hardware diferente antes do diagnóstico forense é um risco real de transformar um caso recuperável em trabalho de meses — ou em perda definitiva.
Os servidores ASUS RS520 e RS700 tornaram-se a escolha padrão em produtoras de vídeo, estúdios de animação, broadcasters e empresas de pós-produção no Brasil por uma razão simples: capacidade bruta de armazenamento a custo competitivo. Um RS520-E9-RS12-E com 12 discos Seagate Exos de 18TB entrega 180TB brutos em 1U de rack — uma densidade de armazenamento que plataformas como Dell PowerEdge e HPE ProLiant atingem apenas em formatos maiores e mais caros.
O perfil de uso que gera falhas específicas: produção audiovisual tem padrão de I/O completamente diferente de servidores de banco de dados ou virtualização. Escritas sequenciais longas e contínuas — arquivos de vídeo RAW de câmeras profissionais chegando simultaneamente de múltiplas fontes — estressam os discos de forma distinta. Arrays de alta capacidade nesse ambiente acumulam horas de operação muito rapidamente e atingem o limite de wear leveling dos discos antes do esperado em uso corporativo convencional.
Discos Seagate Exos e WD Ultrastar em arrays ASUS: o Seagate Exos X18 e X20 são os discos mais comuns em servidores ASUS de produção audiovisual. Com 18TB e 20TB respectivamente, usam tecnologia de selamento a hélio — o que reduz turbulência interna e permite maior densidade de pratos. A abertura desses discos em Sala Limpa exige protocolo específico para controle da pressão de hélio antes do acesso aos pratos — uma etapa que diferencia laboratórios com infraestrutura completa.
Falha em cascata em arrays de alta capacidade: arrays com 8, 12 ou 16 discos de 18TB instalados simultaneamente envelhecem juntos. O primeiro disco a apresentar bad blocks progressivos degrada o array — e o rebuild sobre os demais discos, que já acumulam horas similares de operação, frequentemente precipita a falha de um segundo disco antes que o primeiro rebuild complete. Em produção audiovisual, onde o servidor opera 24×7, esse ciclo pode se completar em horas.
Recuperação sem interrupção total da produção: para clientes com volumes massivos de dados e necessidade de continuidade parcial da operação, a E-Recovery oferece entrega dinâmica — os arquivos são extraídos e entregues em lotes progressivos à medida que cada estrutura de diretório é validada. O cliente retoma gradualmente o acesso ao acervo sem aguardar o encerramento completo do processo de recuperação.
Os servidores ASUS da linha RS e ESC são amplamente usados como hosts de virtualização — especialmente em empresas que precisam de alta capacidade de armazenamento local para VMs sem o custo de uma SAN dedicada. Quando o array ASUS falha nesse contexto, o impacto não são arquivos perdidos mas servidores virtuais inteiros offline.
Quando o datastore VMFS fica inacessível por falha do array PIKE, todas as VMs entram em estado inacessível simultaneamente. A recuperação segue protocolo de três camadas: reconstrução do array físico via análise de metadados PIKE, verificação das estruturas VMFS no volume reconstruído, e extração dos arquivos VMDK de cada VM com validação de integridade. Snapshots VMware em cadeia não consolidada adicionam complexidade — cada delta precisa ser remontado na ordem correta para reconstituir o disco virtual final.
Volumes CSV em NTFS ou ReFS sobre arrays PIKE têm comportamento específico de recuperação. O ReFS usa Copy-on-Write — o que oferece proteção em condições normais mas torna a reconstrução após corrupção mais complexa por envolver múltiplas versões de cada bloco. A análise forense do ReFS exige ferramentas com suporte nativo à estrutura de árvore B+ e ao mapeamento de versões de bloco.
O Proxmox tipicamente usa LVM-thin sobre o array para armazenar volumes de VMs em formato qcow2 ou raw. Quando o array PIKE falha, a camada LVM precisa ser reconstruída antes de qualquer acesso aos volumes de VM. Em configurações com ZFS sobre o array ASUS — cada vez mais comuns com o crescimento do Proxmox — a análise dos uberblocks ZFS é a primeira etapa para identificar o estado mais recente íntegro do pool antes da extração.
SQL Server, Oracle, MySQL e PostgreSQL rodando dentro de VMs sobre arrays ASUS são os casos de maior urgência — cada hora de indisponibilidade tem custo financeiro direto. A E-Recovery valida a integridade estrutural de arquivos .MDF, .LDF, tablespaces Oracle e dumps MySQL antes da entrega — garantindo que os bancos de dados abrem corretamente após a restauração.
Com uma avaliação ⭐⭐⭐⭐⭐ de 4.9/5.0 em mais de 120 depoimentos no Google, e muitas outras histórias de sucesso compartilhadas diretamente em nosso site, a satisfação dos nossos clientes fala por si.
A E-Recovery é especialista em recuperação de dados de servidores ASUS de todas as linhas e gerações — de arrays RAID com controladora PIKE queimada e metadados intrusos a ambientes VMware, Hyper-V e Proxmox com datastores inacessíveis, e arrays de alta capacidade em produção audiovisual. O case do RS520-E9-RS12-E com 180TB — declarado irrecuperável por outros laboratórios e recuperado integralmente pela E-Recovery em dois meses — é a demonstração mais concreta do que engenharia forense especializada consegue reverter. Fundada em 2000, acumulamos mais de 20 anos de atuação e mais de 8.400 casos concluídos.
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