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Especialistas em reconstrução de volumes corrompidos e falhas de disco em RAID 0, 1, 10 e JBOD. Diagnóstico avançado para recuperar seus arquivos com segurança. Avalição 4.9/5.0 no Google ⭐⭐⭐⭐⭐
Quando um volume RAID não monta ou apresenta a mensagem de partição perdida, cada minuto de downtime impacta diretamente na continuidade do seu negócio. Somos especializados em reverter cenários complexos onde houve falha de discos ou o array parou de responder.
Se a sua controladora (Dell PERC, HP Smart Array, LSI ou Adaptec) perdeu a configuração ou entrou em loop de erro, não tente o rebuild forçado — essa ação pode sobrescrever blocos de dados vitais. Nossa equipe de engenharia atua na reconstrução lógica bit-a-bit dos parâmetros de stripe size, disk order e offset.
Temos domínio completo sobre sistemas de arquivos como NTFS, APFS, EXT4 e VMFS, restaurando a coerência matemática dos dados mesmo após quedas de energia ou falhas mecânicas. Garantimos a extração segura e o retorno rápido da sua operação com total sigilo e atendimento emergencial 24/7.
Em RAID 1 ou RAID 10, o sistema avisa que o volume está "Degradado". Isso significa que um dos discos falhou e você está rodando sem segurança. Se o segundo disco falhar, o acesso para.
Em RAID 0 (Striping), se um único disco apresentar lentidão ou falha, o volume inteiro desaparece ou pede para ser formatado, pois o arquivo é dividido entre todos os discos.
Um dos discos do array está fazendo barulhos mecânicos (cliques, arranhões ou bips). O gerenciador de disco marca a unidade como "Fault" ou "Missing".
Após uma limpeza ou mudança de computador, o RAID não monta mais. O sistema operacional vê os discos como "Raw" ou "Espaço Não Alocado" porque a ordem dos cabos foi alterada.
Depoimento do sr. Cardoso da Gráfica de Segurança Formflex (Carapicuíba/SP) referente recuperação de dados de um NAS Seagate configurado com RAID 5.
Depoimento de Christian Uhlmann sobre um NAS QNAP configurado em RAID 1 que ficou subitamente inacessível pela rede, causado por dois discos danificados
O RAID 0 divide os dados em blocos distribuídos entre as unidades para maximizar a velocidade de leitura e escrita. No entanto, por não possuir redundância, qualquer falha física em apenas um dos membros compromete a integridade de todo o volume lógico. Se um dos discos parar, o “quebra-cabeça” de dados se quebra, tornando o sistema de arquivos inacessível.
O Processo: A recuperação de dados em RAID 0 exige a estabilização rigorosa de cada disco danificado em hardware especializado (PC-3000), seguida da extração forense dos blocos remanescentes. Nossa engenharia realiza a reconstrução manual da geometria do array, determinando com precisão absoluta o Block Order, o Stripe Size (geralmente de 64KB a 256KB), os Offsets de partição e o interleave exato. Sem esses parâmetros decifrados bit-a-bit, os fragmentos de arquivos permanecem ilegíveis, exigindo uma análise hexadecimal profunda para remontar o array virtualmente e extrair os dados com 100% de integridade.
O RAID 1 mantém cópias idênticas dos dados em dois ou mais discos, oferecendo segurança contra a falha de uma unidade. O problema mais crítico e comum neste nível é o stale drive — quando um disco falha silenciosamente e o administrador continua operando com o espelhamento desatualizado sem perceber.
O Processo: Em nosso laboratório, utilizamos protocolos para identificar qual membro contém a versão mais recente e íntegra dos dados (fresh drive). Realizamos a clonagem forense e a extração segura bit-a-bit, evitando que o disco obsoleto contamine a estrutura de arquivos final. Esse procedimento é vital para impedir que reconstruções automáticas da controladora causem corrupção irreversível no sistema de arquivos.
O RAID 10 combina a velocidade do RAID 0 com a redundância do RAID 1, sendo o padrão para bancos de dados de alta performance. O risco crítico ocorre quando discos que formam o mesmo par de espelhamento falham simultaneamente, o que causa o colapso imediato do stripe superior e torna o volume lógico inacessível para o sistema operacional.
O Processo: Tratamos o RAID 10 como um desafio de múltiplas camadas. Primeiro, estabilizamos e recuperamos os espelhos individuais em Sala Limpa. Após garantir a integridade de cada par, aplicamos a reconstrução do nível de striping, decifrando a ordem exata das unidades e os offsets de partição. Essa abordagem permite recuperar ambientes virtualizados complexos (VMware/Hyper-V) com precisão absoluta de engenharia.
Diferente dos níveis com paridade, o JBOD trata os discos como unidades independentes ou como um volume contínuo (SPAN). O risco crítico nestes arranjos é a dependência extrema do primeiro disco (Disco 0): se ele falha, a MFT (Master File Table) ou o Superblock desaparecem, tornando os discos subsequentes completamente ilegíveis para o sistema operacional, mesmo que estejam fisicamente saudáveis.
O Processo: Nossa engenharia realiza a recriação virtual do volume concatenado através da estabilização mecânica individual de cada unidade. O procedimento exige o mapeamento manual do deslocamento (offset) de cada disco e a reconstrução dos descritores de arquivo que ficaram fragmentados entre as fronteiras das unidades físicas. Através de análise hexadecimal profunda em ambientes EXT4, XFS ou NTFS, conseguimos localizar os limites entre as unidades e restaurar a estrutura de diretórios original sem depender do hardware ou da controladora que colapsou.
Em arranjos RAID 0 e RAID 10, a ordem física dos discos é o alicerce da reconstrução. Qualquer alteração na sequência original compromete a capacidade da controladora — ou do software de análise forense — de identificar o padrão exato de stripes.
Preserve a Ordem das Baias: Jamais troque cabos SATA/SAS ou mova discos entre os slots do servidor. Mover o disco da “Porta 1” para a “Porta 2” destrói a referência topológica necessária para remontar o volume virtualmente. Numere os discos antes de removê-los.
Proibido o uso de CHKDSK ou FSCK: Executar utilitários de reparo em um RAID 0 instável é um erro fatal. O programa tenta “corrigir” inconsistências em fragmentos que pertencem a discos diferentes, gerando corrupção irreversível em milissegundos.
Não Inicialize o Disco: Se o Windows ou Linux solicitar a inicialização ou “Assinatura de Disco”, recuse imediatamente. Esse procedimento grava novos metadados sobre a estrutura original do RAID, sobrescrevendo informações essenciais e inviabilizando a reconstrução forense.
Conselho de Engenharia: Se o seu RAID 0 ou 10 parou, a ação mais segura é o repouso mecânico. Desligue o equipamento e não tente forçar o reconhecimento do volume. Cada tentativa de acesso em um array quebrado reduz as chances de uma recuperação integral.
Os níveis RAID 0, RAID 1, RAID 10 e JBOD falham de formas muito diferentes, envolvendo desde perda de ordem de blocos até espelhamento desatualizado e concatenamento corrompido. As dúvidas abaixo explicam, de forma prática, por que cada tipo apresenta problemas específicos e como funciona a recuperação de dados nesses cenários.
Sim. Mesmo quando um dos discos falha completamente, é possível reconstruir o array analisando tamanho de stripe, offsets, ordem dos blocos e distribuindo os fragmentos entre os discos. O processo envolve clonagem forense e reconstrução matemática do padrão de striping, algo que softwares não conseguem fazer com precisão.
Porque qualquer setor perdido em um dos discos “quebra” parte do arquivo. Fotos, vídeos, bancos de dados e VMs ficam incompletos. Nossa técnica envolve leitura controlada do disco danificado e reconstrução do interleave para remontar o arquivo original.
Não é recomendado. Um “stale drive” pode ter meses de diferença em relação ao disco atual. Recolocar esse disco no array pode sobrescrever dados mais novos ou remontar versões antigas dos arquivos. Nós identificamos qual disco contém a versão realmente atual e partimos dele.
Sim. Problemas de firmware, quedas de energia, inconsistências nos metadados e discos stale podem causar divergências entre espelhos, resultando em arquivos corrompidos ou versões antigas.
Quando dois discos do mesmo par de espelhamento falham. Nesses cenários, o array perde o grupo básico de redundância, e a montagem se torna impossível sem reconstrução forense dos stripes e dos espelhos sobreviventes.
Porque precisamos identificar:
Sim, mas o método muda. No JBOD cada disco tem seu próprio sistema de arquivos, então tratamos cada unidade individualmente. Já em SPAN, o sistema concatena todos os discos — se o primeiro falha, a tabela de arquivos se perde e precisamos reconstruir virtualmente o arranjo inteiro para localizar onde cada dado começa.
Porque a MFT ou tabela equivalente pode estar espalhada fisicamente entre discos. Se os primeiros blocos estão no Disco 1 e ele falha, o Disco 2 fica inacessível mesmo estando saudável. É necessário reconstruir o mapa de blocos sequenciais manualmente.
Não. Em RAID 0, 1, 10 e JBOD, qualquer rebuild mal sucedido pode sobrescrever blocos válidos por lixo, destruir paridade interna, corromper estruturas e eliminar versões recentes. Diagnóstico forense sempre deve vir antes.
Arrays simples (RAID 1 e alguns RAID 10 leves) podem ser concluídos em 24–48 horas. Casos com striping danificado, discos instáveis, SPAN corrompido ou falha dupla no RAID 10 podem levar dias, pois cada bloco precisa ser reconstruído e verificado em ordem.
Com uma avaliação ⭐⭐⭐⭐⭐ de 4.9 / 5.0 em mais de 110 depoimentos no Google, e muitas outras história de sucesso compartilhadas diretamente em nosso site, a satisfação dos nossos clientes fala por si.
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“Tivemos uma falha severa em um NAS Seagate NAS 400 configurado em RAID 0, o que comprometeu completamente o acesso a 12 TB de dados. Após tentativas internas sem sucesso, buscamos a E-Recovery. Desde o primeiro contato, a equipe demonstrou domínio técnico e comunicação clara sobre cada etapa do processo. Em poucos dias, todo o volume foi reconstruído com sucesso, superando nossas expectativas em prazo, qualidade e confiabilidade. A experiência confirmou um nível de especialização significativamente superior às alternativas do mercado.”
Cliente: Styllus Supermercados
Equipamento: Servidor IBM com RAID 0
Problema: desligamento abrupto apesar de uso de nobreak; surgimento de bad blocks; ausência de backup funcional; risco elevado de perda total
A Styllus Supermercados enfrentou um incidente crítico quando seu servidor IBM sofreu um desligamento repentino, mesmo estando protegido por nobreak. Ao reiniciar, o sistema passou a apresentar diversos setores defeituosos (“bad blocks”), impedindo o acesso aos dados. Para agravar o cenário, o backup interno não estava sendo executado corretamente — um risco sério, especialmente considerando que o arranjo estava configurado em RAID 0, que não oferece qualquer redundância.
Sem alternativa interna e com impacto direto sobre processos operacionais, a empresa optou por acionar a E-RECOVERY, com quem já havia tido uma experiência positiva em outra ocasião. O diagnóstico confirmou a degradação do RAID e a necessidade de extração avançada, com leitura individual dos discos e reconstrução manual das stripes do array.
Durante o processo, nossa equipe utilizou procedimentos especializados para lidar com os setores instáveis, garantindo a integridade máxima possível dos blocos válidos e reconstituindo os arquivos essenciais para a continuidade das operações.
“Como já tinha experiência positiva com a E-RECOVERY, não hesitei em enviar os HDs. A qualidade do serviço impressionou pela rapidez e eficiência.”
O caso reforça como mesmo ambientes com políticas de segurança e redundância podem enfrentar situações inesperadas — e como a recuperação profissional torna-se fundamental nessas horas.
Para outros tipos de problemas, marcas e cenários de recuperação, visite:
Diagnóstico completo em até 48h ou emergencial 24/7 para identificar falhas em arrays RAID 0, RAID 1, RAID 10 e JBOD, incluindo discos obsoletos (“stale”), degradação simultânea, perda de ordem dos blocos, erros de inicialização e volumes que não montam. Avaliamos controladoras, offsets, block order, espelhamento desatualizado e sequenciamento físico dos discos.
Tratamento especializado para RAID 0 com disco físico danificado, RAID 1 com espelho desatualizado (“stale drive”), RAID 10 com par espelhado perdido e JBOD/SPAN com volume concatenado corrompido. Reconstituímos stripes e espelhos manualmente quando necessário, garantindo precisão máxima em workstations, servidores compactos, estúdios e ambientes de alta performance.
Reconstrução forense do array com leitura controlada via PC3000 e DeepSpar, evitando que setores instáveis comprometam stripes, espelhos ou concatenação. Recriamos manualmente a ordem dos blocos, corrigimos divergências entre discos, estabilizamos unidades com leitura lenta e restauramos o layout exato do volume — mesmo quando há falha dupla (RAID 10) ou concatenação corrompida (JBOD/SPAN).
Mais de 20 anos de experiência em cenários críticos de RAID de performance, incluindo controladoras Intel, HighPoint, Areca, LSI/Adaptec e ambientes Windows, Linux, macOS, Synology e QNAP. Precisão técnica, sigilo corporativo e alta confiabilidade para empresas, criadores de conteúdo, TI interna, MSPs e operações que não podem parar.
Analisamos o conjunto RAID e verificamos falhas típicas dos níveis 0, 1, 10 e JBOD, como perda de ordem dos discos, espelhos desatualizados (“stale drive”), stripes incompletos, discos com setores instáveis, travamentos na inicialização e volumes que não montam. Também identificamos cenários causados por hot-swap incorreto, quedas de energia, discos do par espelhado falhando simultaneamente (RAID 10) e concatenações quebradas no JBOD/SPAN.
Avaliamos a ordem exata dos discos (block order), tamanho e sequência dos stripes, offsets, dados divergentes entre espelhos e a integridade física de cada unidade. Identificamos se há corrupção lógica, falha mecânica, disco stale ou concatenação quebrada. A partir disso, definimos o método seguro de acesso, evitando ações que poderiam sobrepor dados válidos, embaralhar stripes ou ativar discos obsoletos — problema comum em RAID 1 e RAID 10.
Antes de reconstruir qualquer volume, clonamos cada disco de forma forense com leitura controlada via PC3000 ou DeepSpar, estabilizando setores lentos, discos com “delayed read” e unidades com risco de travar durante o processo. Isso permite recriar o estado exato do array sem depender de discos fisicamente degradados. O procedimento garante extração mesmo quando há stripes incompletos (RAID 0/10), espelhos inconsistentes ou concatenações parcialmente corrompidas no JBOD/SPAN.
Recriamos matematicamente a estrutura original do array, identificando offsets, ordem dos blocos e stripes corretos. Em RAID 1 e 10, determinamos qual disco possui a versão mais recente (fresh drive) e evitamos dados obsoletos do stale drive. Em RAID 0 e 10, reconstruímos o striping bloco a bloco para restaurar sistemas NTFS, EXT4, XFS, APFS ou volumes usados por VMs e bancos de dados. Em JBOD/SPAN, reconstruímos a concatenação virtualmente, localizando o ponto exato onde cada disco inicia e termina para recuperar diretórios e metadados.
Antes de qualquer pagamento, você visualiza a lista de arquivos recuperáveis e a estrutura do volume reconstruído. Validamos bancos de dados, máquinas virtuais, pastas de produção, projetos de vídeo, sistemas corporativos e arquivos críticos que estavam distribuídos entre os discos do array original.
Os dados são entregues em novo storage, servidor, HD externo ou ambiente seguro definido pelo cliente. Fornecemos orientações específicas para RAID 0, 1, 10 e JBOD, incluindo boas práticas para evitar discos stale, reduções de performance, falhas simultâneas em espelhos e riscos de concatenção sem redundância — além de recomendações de backup corporativo.
Falhas nesses níveis exigem reconstrução forense da ordem dos blocos, correção de espelhos desatualizados e recuperação controlada dos discos. Envie seu caso para análise especializada pelo formulário abaixo.
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