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Recuperação de RAID 5, RAID 6, RAID 50 e RAID 60

Especialistas em recuperar RAID 5, RAID 6 e RAID 50/60. Soluções para falha de múltiplos discos, perda de paridade e rebuild interrompido. Avaliação 4.9/5.0 no Google ⭐⭐⭐⭐.

O que é recuperação de dados de RAID 5, 6, 50, 60?

RAID 5 — Paridade Distribuída (Tolerância a 1 Disco)

RAID 5 distribui dados e paridade entre todos os discos, permitindo que o arranjo continue funcionando mesmo que 1 disco falhe. É rápido e eficiente, mas extremamente vulnerável durante o rebuild: qualquer setor instável pode derrubar o volume. Muito usado em servidores pequenos, storages SMB e ambientes corporativos de médio porte.

RAID 6 — Paridade Dupla (Tolerância a 2 Discos)

RAID 6 funciona como o RAID 5, mas com dois blocos de paridade, permitindo a falha simultânea de até 2 discos sem perda imediata dos dados. É mais seguro para arrays grandes e de alta densidade, porém o rebuild é mais pesado e pode levar muitas horas — aumentando o risco de falhas adicionais durante o processo.

RAID 50 — RAID 5 + RAID 0 (Velocidade + Resiliência)

RAID 50 combina grupos RAID 5 com striping (RAID 0) sobre eles. Isso aumenta a velocidade de leitura e escrita e melhora a tolerância a falhas em comparação ao RAID 5 isolado. Em geral, o sistema tolera a falha de 1 disco por grupo, mas o arranjo inteiro cai se ocorrerem falhas múltiplas dentro do mesmo grupo.

RAID 60 — RAID 6 + RAID 0 (Máxima Tolerância)

RAID 60 é formado por múltiplos grupos RAID 6 com paridade dupla, unidos por striping (RAID 0). Ele suporta até 2 discos falhando em cada grupo, tornando-o um dos arranjos mais resistentes do mercado. É comum em empresas, bancos de dados, datacenters e storages com alto volume de discos. Mesmo assim, rebuilds mal executados e discos instáveis podem quebrar a paridade.

Sintomas de Perda de Dados em RAID 5, RAID 6, RAID 50, RAID 60

Array Offline / Failed

O volume lógico desapareceu do sistema operacional. O gerenciador de RAID informa que o número de discos falhos excede a tolerância (ex: 2 discos falhos em RAID 5).

Rebuild Interrompido

Durante a substituição de um disco danificado, o processo de reconstrução (Rebuild) travou em uma porcentagem (ex: 47%) e derrubou outro disco, matando o array.

Lentidão Extrema (I/O Wait)

O acesso aos arquivos tornou-se inviável. O servidor demora minutos para listar uma pasta, indicando que um ou mais discos estão com setores defeituosos e a controladora está lutando para calcular a paridade.

Partição RAW / Unallocated

O RAID parece estar online na controladora, mas o Windows/Linux não reconhece a partição, pedindo para formatar o volume (Erro de Lógica de Paridade).

Estas Empresas Confiam na E-Recovery, Você Também Pode Confiar

Depoimento do sr. Cardoso da Gráfica de Segurança Formflex (Carapicuíba/SP) referente recuperação de dados de um NAS Seagate configurado com RAID 5.

Depoimento de Christian Uhlmann sobre um NAS QNAP configurado em RAID 1 que ficou subitamente inacessível pela rede, causado por dois discos danificados 

Entendendo a Recuperação de RAID 5-6-50-60 -

Quando um RAID Enterprise — seja RAID 5, 6, 50 ou 60 — falha, o problema não é misterioso; é matemático. Arrays baseados em paridade dependem de cálculos XOR (no caso do RAID 5) e de polinômios Reed-Solomon combinados com paridade P+Q (no RAID 6) para recompor blocos ausentes. Enquanto o número de discos defeituosos permanece dentro da tolerância, o volume segue operando normalmente. O colapso ocorre quando a paridade deixa de ser consistente e a controladora desmonta o volume para impedir que dados corrompidos sejam entregues ao sistema.

No RAID 5, que utiliza paridade única e tolera apenas a falha de um disco, o segundo disco costuma não “falhar de uma vez”: ele degrada de forma silenciosa, acumulando setores pendentes, leituras lentas ou timeouts. Basta que esse comportamento apareça no momento errado para quebrar a paridade de um stripe inteiro. Já no RAID 6, apesar da dupla paridade com XOR e Reed-Solomon permitir a perda de dois discos, boa parte dos incidentes não surge de falhas físicas simultâneas, mas sim de perda de sincronismo, quedas de energia, instabilidade prolongada ou rebuilds interrompidos que deixam o conjunto em estado inconsistente. Em ambas as arquiteturas, um único setor ilegível pode invalidar todo o cálculo de paridade daquele bloco lógico.

O problema mais frequente em ambientes corporativos, porém, é o disco obsoleto — o stale drive. Trata-se de uma unidade que falhou meses antes sem gerar alerta eficaz, fazendo o sistema operar degradado por longos períodos. Quando um segundo disco finalmente falha, o array cai; e, na tentativa de recuperação, alguém força o stale drive de volta online. Esse disco retorna com dados antigos, incompatíveis com o estado atual do volume, e ao reintroduzi-lo, destrói a paridade inteira. A abordagem da E-Recovery nessas situações envolve determinar qual disco está realmente sincronizado, isolar o stale drive, reconstruir a paridade apenas com o subconjunto íntegro e ignorar completamente discos com timestamps e estados internos divergentes. Isso evita o colapso lógico do sistema de arquivos — um erro comum em tentativas amadoras de reparo.

Nos RAID 50 e RAID 60, utilizados em storages corporativos maiores, a complexidade aumenta significativamente. Não existe um “RAID gigante”; existem múltiplos sub-grupos RAID 5 ou RAID 6 unidos por striping superior, formando o “RAID 0” que os integra. O volume colapsa quando qualquer sub-grupo perde sua tolerância interna. Nesse cenário, o desafio técnico é exponencial: cada sub-grupo tem seu próprio block order, sua própria rotação de paridade, controladoras utilizam tamanhos de stripe diferentes (64, 128, 256 KB) e a ordem lógica dos discos raramente coincide com a posição física das gavetas. Por isso, não dependemos da controladora original. Clonamos todas as unidades em PC-3000 ou DeepSpar — muitas vezes 24, 36 ou até 48 discos —, descartamos unidades lentas que quebrariam a paridade, reconstruímos matematicamente cada sub-grupo individualmente e, por fim, emulamos o array completo em software proprietário, remontando stripes, offsets e layout lógico de forma controlada e sem risco de sobrescrita.

Esse processo permite reconstruir o volume final de maneira fiel, independente da controladora e preservando a integridade lógica do conjunto.

Como é Feita a Recuperação de RAID 5, RAID 6, RAID 50 e RAID 60

A recuperação de arrays baseados em paridade exige engenharia reversa detalhada sobre cada disco físico, porque o estado real do conjunto raramente corresponde ao que a controladora reporta. O processo começa pela clonagem forense integral de cada unidade, utilizando leitura controlada para estabilizar setores instáveis, contornar áreas lentas e impedir que discos em pré-falha introduzam erros na paridade. Nenhuma operação é feita nos discos originais: toda a análise é conduzida sobre imagens seguras, garantindo que o ambiente não seja alterado durante a investigação.

Após a clonagem, iniciamos a reconstrução matemática do array. Essa etapa determina a ordem exata dos discos, o tamanho de stripe, os offsets utilizados pelo fabricante, os padrões de rotação de paridade, e a forma como o conjunto distribui blocos entre dados e redundância. Em RAID 5, isso envolve interpretar o comportamento de paridade XOR, inclusive quando há stripes incompletos, blocos desatualizados ou setores marcados como pending. Em RAID 6, acrescenta-se a necessidade de reconstrução P+Q através dos polinômios de Reed-Solomon, que exigem consistência simultânea entre dois blocos de redundância — algo particularmente sensível quando o array sofreu quedas de energia, instabilidade prolongada ou tentativas prévias de rebuild.

Nos níveis aninhados RAID 50 e RAID 60, trabalhamos cada sub-grupo de forma independente, porque cada conjunto possui sua própria geometria interna: block order, rotação de paridade, tamanhos de stripe distintos e variações de offset que dependem tanto da controladora quanto do firmware. Apenas depois que cada sub-grupo RAID 5 ou RAID 6 é reconstruído com precisão é que remontamos a hierarquia superior equivalente ao RAID 0, emulando a topologia completa sem depender de controladoras físicas que, muitas vezes, estão reportando estados inconsistentes ou tentando rebuilds que corrompem ainda mais o conjunto.

Com a geometria final estabelecida, montamos o volume lógico virtualmente. Isso permite recuperar pastas, bancos de dados, máquinas virtuais, LUNs, diretórios corporativos e arquivos críticos, mesmo em cenários com paridade inconsistente, rebuild interrompido, discos stale, degradação silenciosa ou falhas múltiplas em um sub-grupo específico. Todo o processo é conduzido sem qualquer risco de sobrescrita, preservando integralmente a estrutura original do array e garantindo que os dados sejam extraídos no estado mais íntegro possível.

⛔ A Regra de Ouro - Não Force o Rebuild

Quando um RAID está offline, os dados permanecem intactos nos discos, mas em estado crítico. Qualquer tentativa de “acordar” o array pode agravar a falha e comprometer definitivamente a integridade da paridade. Por isso, não se deve forçar um rebuild em um conjunto instável; o processo exige leitura intensiva de todos os discos remanescentes e, se houver setores defeituosos ou unidades em pré-falha, o stress mecânico tende a acelerar a degradação e causar a perda definitiva dos blocos ainda íntegros.

Da mesma forma, nunca se deve inicializar os discos quando o sistema solicita esse procedimento, pois isso grava uma nova assinatura e apaga informações essenciais da configuração RAID. Alterar a posição física dos discos é igualmente arriscado: a ordem é um elemento crítico no cálculo da paridade e, se os discos forem trocados de slot, a estrutura lógica deixa de corresponder à estrutura física, transformando o volume em dados ilegíveis.

FAQ - Recuperação de Dados de RAID 5-6-50-60

1. O que faz um RAID 5 ou RAID 6 ficar inacessível?

Falha de discos durante o rebuild, setores instáveis, divergência de paridade e blocos “Unreadable” podem quebrar o volume lógico. Em RAID 5, a perda de 2 discos derruba o arranjo; em RAID 6, o risco maior é rebuild incompleto.

2. O que acontece se eu fizer rebuild com disco errado?

O array pode sobrescrever paridade válida com dados incorretos, destruindo a estrutura do volume. Isso é uma das causas mais comuns de perda total em RAID 5/6.

3. RAID 50/60 é mais seguro?

Sim. RAID 50 tolera falha de 1 disco por grupo; RAID 60 tolera 2. Porém, se dois discos falham no mesmo grupo, o volume inteiro cai imediatamente.

4. Posso continuar usando o servidor mesmo em modo “degradado”?

Tecnicamente sim, mas é arriscado. A leitura fica mais pesada, aumentando a chance de novos bad blocks e falha adicional — especialmente em RAID 5.

5. Por que o RAID não monta mais, mesmo com todos os discos funcionando?

Isso ocorre por paridade desalinhada, ordem incorreta dos discos, superblocos inconsistentes, falha no mdadm, problemas na controladora ou offsets alterados após tentativas de rebuild.

6. Posso apenas trocar o disco e tentar reconstruir?

Depende. Se houver setores instáveis, blocos pendentes ou discos “apertando” a leitura, o rebuild destrói dados. Recomendamos análise forense antes de qualquer reconstrução.

7. Quanto tempo leva a recuperação de um RAID 5/6/50/60?

Varia muito. Em casos leves, 24–72h. Em cenários com paridade inconsistente, pode levar dias, pois cada stripe precisa ser reconstruído matematicamente.

8. O RAID não é backup?

Não. RAID oferece disponibilidade, não proteção contra exclusão, corrupção lógica, ransomware ou falha múltipla.

Mais de 250 Depoimentos de Clientes Satisfeitos

Com uma avaliação ⭐⭐⭐⭐⭐ de 4.9 / 5.0 em mais de 110 depoimentos no Google, e muitas outras história de sucesso compartilhadas diretamente em nosso site, a satisfação dos nossos clientes fala por si.

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Estudo de Caso – NAS EMC Lenovo ix4-300d (RAID 5) com Metadados Corrompidos após Queda de Energia

Cliente: HS Arquitetos Ltda
Responsável Técnico: Fernando Bittencourt – Triware Informática Ltda
Equipamento: NAS EMC Lenovo ix4-300d
Configuração: RAID 5
Problema: queda de energia → corrupção da base de dados do RAID → volume inacessível

A HS Arquitetos enfrentou uma falha crítica em seu NAS EMC Lenovo ix4-300d, configurado em RAID-5. Após uma queda brusca de energia, a base de dados interna do RAID foi corrompida, impedindo totalmente o acesso ao volume. Nenhuma tentativa de recuperação foi realizada antes do envio — uma decisão correta para evitar agravamento do problema.

Antes de escolher um parceiro, o técnico responsável consultou outras empresas especializadas, mas encontrou obstáculos: cobrança obrigatória apenas para análise, políticas que exigiam descarte dos discos após a recuperação e ausência de transparência sobre o processo. Esses fatores criariam custos adicionais e exigiriam a compra de novos HDs, inviabilizando a operação.

A E-RECOVERY foi escolhida pelos diferenciais:

  • Análise gratuita, realizada em até 24 horas;
  • Especialização real em NAS e RAID;
  • Não inutilização dos discos após a recuperação;
  • Experiência comprovada em casos complexos.

Durante o diagnóstico, confirmamos corrupção dos metadados do RAID causada pelo desligamento abrupto — falha comum em ix4-300d, que depende de estruturas internas sensíveis para montar o volume. Foi necessário:

  • Analisar individualmente cada disco,
  • Recuperar stripes válidas,
  • Reconstruir manualmente a estrutura do RAID 5,
  • Validar blocos íntegros e volumes internos.

Todo o processo foi conduzido com comunicação clara e acompanhamento contínuo pelo cliente.

“A especialidade em NAS, não inutilizar os discos, a experiência de 20 anos, análise gratuita e no prazo de 24h foram diferenciais. Tive um ótimo atendimento por parte da equipe da E-Recovery em todo o processo.”

O caso foi concluído com êxito, e os dados se tornaram novamente acessíveis sem necessidade de substituição dos discos originais.

Para outros tipos de problemas, marcas e cenários de recuperação, visite:

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Por que Escolher a E-Recovery para Recuperar RAID 5, 6, 50, 60

Análise Técnica Gratuita

Diagnóstico completo em até 48h ou emergencial 24/7 para identificar falhas em arrays RAID 5, RAID 6, RAID 50 e RAID 60, como degradação simultânea de discos, paridade inconsistente, rebuild interrompido e volumes que não montam. Avaliamos problemas na controladora, ordem dos discos, offsets e divergências entre grupos de paridade.

Especialização em RAID Complexo

Tratamento especializado para RAID 5/6 com paridade perdida, RAID 50/60 com grupos desalinhados, e volumes mdadm com superblocos inconsistentes. Reconstituímos manualmente cada stripe quando necessário, garantindo precisão máxima em servidores e storages de alta densidade.

Processo Seguro

Reconstrução forense do array com leitura controlada via PC3000 e DeepSpar, evitando que setores instáveis ou discos degradados comprometam a paridade. Recriamos os stripes matematicamente, corrigimos offsets e restauramos o layout exato do volume, preservando os dados mesmo em casos com múltiplas falhas ou rebuild mal-sucedido.

Suporte Especializado

Mais de 20 anos de experiência em cenários críticos, incluindo falhas em controladoras Dell PERC, HP SmartArray, LSI/Adaptec, QNAP, Synology e FreeNAS. Precisão técnica, sigilo corporativo e alta confiabilidade para empresas, TI interna, provedores, datacenters e ambientes de missão crítica.

Passo a Passo de Recuperação — RAID 5, RAID 6, RAID 50, RAID 60

1. Recebimento e Triagem

Analisamos o conjunto RAID e verificamos sinais de falhas típicas dos níveis 5, 6, 50 e 60, como degradação simultânea de discos, paridade inconsistente, grupos offline, discos com setores instáveis e volumes que não montam. Também identificamos alterações causadas por rebuilds mal-sucedidos, troca de discos em ordem incorreta, falhas da controladora e divergência de offsets entre os membros do array.

2. Diagnóstico Técnico

Avaliamos a ordem correta dos discos, superblocos, stripes, setores em atraso (“pending sectors”), grupos de paridade e a saúde real de cada unidade. Verificamos se há corrupção lógica, falha eletrônica, desalinhamento de paridade ou grupos RAID independentemente degradados. A partir disso, definimos o procedimento seguro de acesso, evitando qualquer operação que possa sobrescrever paridade válida ou piorar o cenário.

3. Clonagem Segura

Antes de reconstruir qualquer coisa, clonamos cada disco de forma forense usando leitura controlada via PC3000 ou DeepSpar, estabilizando discos lentos e setores críticos. Isso permite recriar o estado exato do array sem depender de discos fisicamente degradados. Esse processo garante extração mesmo quando há discos com falhas intermitentes, paridade quebrada, quedas de performance ou risco de falha adicional durante o rebuild.

4. Reconstrução e Recuperação dos Arquivos

Recriamos matematicamente os stripes, corrigimos offsets, restauramos o layout correto do array e remontamos o volume lógico (NTFS, EXT4, XFS, Btrfs, ZFS etc.). Em casos de paridade inconsistente, reconstruímos bloco a bloco até restaurar a estrutura original. Aplicamos técnicas avançadas quando há corrupção de metadados, diretórios danificados, LVM/mdadm quebrados ou volumes que permanecem inacessíveis mesmo com todos os discos presentes.

5. Validação com o Cliente

Antes de qualquer pagamento, você visualiza a lista de arquivos recuperáveis e a estrutura final do volume. A validação confirma que os dados críticos foram restaurados com precisão, incluindo bancos de dados, VMs, volumes corporativos e pastas compartilhadas do ambiente RAID original.

6. Entrega dos Dados

Os dados são entregues em novo storage, servidor, HD externo ou ambiente seguro definido pelo cliente. Acompanhamos com orientações específicas para RAID 5, 6, 50 e 60, incluindo práticas de prevenção, riscos de rebuild, monitoramento inteligente e recomendações de backup corporativo.

Seu RAID 5/6/50/60 entrou em modo degradado, perdeu discos ou não monta mais?

Falhas em RAID exigem reconstrução forense de paridade e acesso controlado aos discos. Envie seu caso para análise especializada pelo formulário abaixo.

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