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Recuperação de máquina Virtual VMware, Hyper-V, Proxmox e XenServer corrompida, datastore inacessível ou snapshot com falha. Não consolide snapshots antes do diagnóstico — cada tentativa reduz as chances de recuperação. Diagnóstico gratuito 24/7 | Referência Nacional ⭐⭐⭐⭐⭐
O disco virtual não abre, exibe erro de leitura ou o hipervisor VMware ou Hyper-V reporta o arquivo como inválido — impedindo o boot da VM.
A máquina virtual VMDK ou VHDx foi removida do inventário do vCenter, Hyper-V Manager ou Proxmox por engano — junto com todos os seus discos virtuais.
O datastore VMFS do VMware ou o Cluster Shared Volume do Hyper-V parou de montar e todas as VMs ficaram offline simultaneamente.
Os arquivos VMDK, VHDX ou QCOW2 foram criptografados por LockBit, ESXiArgs ou variante similar — todas as VMs pararam simultaneamente.
A cadeia de snapshots delta ficou inconsistente após queda de energia ou falta de espaço. A VM não inicializa e o processo de consolidação falha.
Após migração de host, vMotion, conversão P2V ou atualização de hipervisor a VM ficou em loop de boot ou exibe erro de sistema de arquivos interno.
O tempo é crucial. Quanto mais rápido você agir, maiores as chances na recuperação de dados de VM. Preencha o formulário abaixo para um diagnóstico e orçamento gratuitos ou chame-nos no WhatsApp.
Grandes empresas confiam na E-Recovery para Recuperar Máquina Virtual, você também pode confiar!
"Degradação no arquivo iSCSI travou o acesso ao VMFS 5 e causou perda de diversas VMs. Após tentativas frustradas com a própria VMware, a E-Recovery conseguiu recuperação integral das VMs e, nos casos mais críticos, restauração completa dos dados diretamente via iSCSI. Uma experiência extremamente positiva."
"Perdemos nosso servidor virtual de e-mails Zimbra após desligamentos inesperados por falta de energia. O disco VHDX de 1.6TB corrompeu e os arquivos ficaram inacessíveis. A E-Recovery nos passou confiança desde o primeiro contato, confirmou a viabilidade rapidamente e disponibilizou acesso remoto para validação antes da entrega."
"Consultamos outras empresas mas nenhuma sabia como resolver a corrupção do disco virtual VHDX. A E-Recovery recuperou todos os dados em pouco tempo, com profissionalismo e atendimento diferenciado. A escolha foi pela competitividade e pela confiança transmitida desde o primeiro contato — algo que as outras empresas não conseguiram oferecer. Recomendo sem hesitar."
"Num único surto elétrico perdemos o no-break e o servidor. Dois discos queimaram simultaneamente, destruindo o XenServer e todas as VMs — quatro anos de trabalho em risco. A E-Recovery recuperou 100% dos dados antes do prazo de cinco dias solicitado. É ótimo saber que podemos contar com ajuda especializada quando um desastre acontece."
O Cliente: “Uma experiência extremamente positiva. A equipe conseguiu fazer algo fundamental para mantermos o negócio funcionando — onde outros falharam.”
Alessandro Capoferri, Diretor — Netpoint
O Problema
A Netpoint operava um ambiente VMware crítico com datastore VMFS 5 acessado via iSCSI quando o sistema apresentou degradação progressiva no arquivo de configuração iSCSI — sem nenhuma falha física detectável nos discos. O resultado foi o bloqueio completo do acesso ao datastore e a perda simultânea de diversas máquinas virtuais críticas para a operação da empresa — paralisando serviços essenciais que dependiam daquelas VMs para funcionar.
Antes de buscar a E-Recovery, a Netpoint consultou duas empresas americanas indicadas pela própria VMware Brasil — Gilware Data Recovery e DriveSavers — referências internacionais no setor. No entanto, nenhuma possuía operação local no Brasil, o que inviabilizava o atendimento presencial necessário para um caso dessa complexidade. O suporte técnico da própria VMware também avaliou o ambiente sem conseguir avançar na resolução. Com todas as alternativas óbvias esgotadas e as VMs críticas ainda inacessíveis, a E-Recovery foi acionada como especialista nacional em cenários avançados de virtualização — exatamente o tipo de caso onde experiência local e engenharia forense de baixo nível fazem a diferença.
O diagnóstico inicial identificou que o problema estava na camada de metadados do VMFS 5 — não nos discos físicos. A degradação do arquivo iSCSI havia corrompido os ponteiros de alocação do datastore, tornando as VMs invisíveis para o hipervisor sem comprometer os blocos de dados subjacentes.
Com as imagens forenses do ambiente protegidas em modo somente leitura, nossa equipe reconstruiu manualmente a estrutura de metadados do VMFS 5 via análise hexadecimal — identificando e corrigindo os ponteiros corrompidos que impediam a montagem do datastore. Nos casos mais sensíveis onde o datastore não pôde ser remontado diretamente, extraímos os dados das VMs diretamente da camada iSCSI — contornando completamente o VMFS e acessando os blocos brutos das máquinas virtuais sem depender do hipervisor original.
O trabalho só foi encerrado após confirmação do cliente de que todos os dados essenciais estavam íntegros e acessíveis — incluindo validação remota do conteúdo das VMs antes da entrega final.
O Resultado
Recuperação integral de todas as VMs críticas do ambiente. Nos casos mais sensíveis, reconstrução direta via iSCSI sem necessidade de remontar o datastore. Operação da Netpoint restabelecida sem perda de dados.
O Cliente: “Desde o primeiro contato, a equipe transmitiu segurança e domínio do assunto. Ficamos extremamente satisfeitos com o resultado e com o atendimento prestado.”
Danilo Marques — Chefe de Infraestrutura de TI, Prefeitura de Limeira/SP
O Problema
Uma sequência de quedas de energia atingiu o servidor Hyper-V da Prefeitura de Limeira que hospedava o ambiente de e-mails Zimbra de toda a administração municipal. O arquivo VHDX de 1.6TB sofreu corrupção severa após os desligamentos abruptos — a partição virtual ficou completamente inacessível e o servidor Zimbra parou de inicializar. Com a comunicação de toda a prefeitura comprometida, a situação exigia resolução imediata.
Cada queda de energia havia interrompido o Hyper-V no meio de operações de escrita no disco virtual — deixando transações parcialmente registradas no journal NTFS interno do VHDX. Quando a equipe de TI tentou as ferramentas de reparo nativas do Windows Server, o chkdsk falhou sem resolver as inconsistências acumuladas. O servidor Zimbra continuava recusando inicializar e cada nova tentativa de reparo automático aumentava o risco de tornar a situação irrecuperável. Com secretarias inteiras sem e-mail e documentos institucionais presos no disco virtual inacessível, a prefeitura buscou uma empresa com experiência comprovada em recuperação de ambientes Hyper-V.
Os HDs foram enviados ao laboratório e em pouco tempo a viabilidade de recuperação foi confirmada. A análise forense identificou que as quedas de energia haviam deixado o journal NTFS interno do VHDX em estado inconsistente — com transações parcialmente escritas que impediam a montagem da partição virtual pelo Hyper-V.
Com as imagens brutas protegidas em modo somente leitura, nossa equipe reconstruiu a estrutura interna do arquivo VHDX via análise hexadecimal — identificando e corrigindo as inconsistências do journal NTFS sem executar nenhuma ferramenta de reparo automático sobre o arquivo original. O processo foi conduzido com total transparência — acesso remoto foi disponibilizado ao cliente para validação completa dos arquivos restaurados antes da entrega final.
O Resultado
Dados do servidor Zimbra recuperados integralmente. Comunicação da administração municipal de Limeira restabelecida sem perda de e-mails ou configurações do ambiente.
O Cliente:“Ficamos muito satisfeitos com a E-Recovery, que possui conhecimento em soluções RAID e discos SAS. Nosso problema foi totalmente resolvido e recuperamos todas as VMs. Nos atenderam fora do horário comercial, sempre muito solícitos e atenciosos.”
Daniel Alex Carvalho Silva, Diretor Executivo — Prime Security
O Problema
A Prime Security operava um servidor Dell em RAID 5 com discos SAS Constellation 2 de 500GB quando dois HDs apresentaram problemas físicos simultaneamente — ultrapassando o limite de tolerância do array e derrubando o volume por completo. O impacto foi imediato e total: as 4 máquinas virtuais Hyper-V com Windows Server 2008 que controlavam o sistema de estacionamento de um grande shopping carioca ficaram completamente inacessíveis — paralisando cancelas, controle de acesso e faturamento de toda a operação.
O cenário combinava dois desafios técnicos simultâneos — a reconstrução do array RAID 5 Dell com dois discos SAS em falha e a posterior recuperação dos arquivos VHDX das máquinas virtuais Hyper-V. Qualquer tentativa de rebuild forçado sobre os discos degradados poderia precipitar danos adicionais nos sobreviventes e tornar a recuperação definitivamente inviável — em RAID 5 com falha dupla, cada leitura forçada sobre discos instáveis eleva a temperatura e aumenta o risco de Head Crash.
A urgência era máxima: com o sistema de estacionamento paralisado e centenas de veículos sem conseguir entrar ou sair, o shopping precisava de solução imediata — e qualquer intervenção incorreta poderia decretar a perda permanente dos dados.
O protocolo começou pelo isolamento forense de cada disco SAS individualmente — clonagem bit-a-bit em modo somente leitura antes de qualquer análise. Com as imagens brutas protegidas, reconstruímos virtualmente o array RAID 5 Dell via engenharia reversa dos parâmetros da controladora — ordem dos discos, stripe size e algoritmo de paridade — sem depender do hardware Dell original.
Com o volume RAID reconstituído em laboratório, localizamos e extraímos os quatro arquivos VHDX das VMs Hyper-V. Cada disco virtual foi analisado individualmente para verificação de integridade interna antes da entrega — garantindo que as VMs inicializariam corretamente no novo servidor sem inconsistências de sistema de arquivos.
O Resultado
Todas as 4 VMs Hyper-V recuperadas integralmente. Atendimento conduzido fora do horário comercial com total disponibilidade durante todo o processo — sem interrupções até a confirmação final pelo cliente.
O Cliente: “Num único surto, perdemos o no-break e o servidor. Dois discos queimaram simultaneamente, destruindo o XenServer e todas as VMs — quatro anos de trabalho. A E-Recovery nos atendeu prontamente e recuperou 100% dos dados antes do prazo. É ótimo saber que podemos contar com ajuda especializada nesses momentos.”
Gregory Brown, Diretor de Operações — Versão Beta
O Problema
Um surto de energia atingiu simultaneamente o no-break e o servidor da Versão Beta — queimando ambos os equipamentos num único evento elétrico. O servidor operava com 6 discos de 2TB em RAID 5, arquitetura que teoricamente garante redundância contra a falha de um único disco. O surto, no entanto, foi severo o suficiente para queimar dois discos simultaneamente — ultrapassando o limite de tolerância do RAID 5 e destruindo completamente o servidor XenServer e todas as máquinas virtuais existentes.
Quatro anos de trabalho — configurações de sistemas, projetos, bases de dados e toda a infraestrutura virtualizada da empresa — ficaram presos em discos fisicamente danificados por um evento elétrico que as regras de segurança da empresa não conseguiram prevenir. A Versão Beta acionou a E-Recovery com poucas esperanças de que a recuperação seria possível.
Cada disco SAS foi isolado e estabilizado individualmente antes da clonagem forense — os danos elétricos exigiram tratamento específico nos circuitos eletrônicos de cada unidade antes de iniciar a leitura. Com as imagens brutas protegidas, reconstruímos virtualmente o array RAID 5 XenServer via engenharia reversa dos parâmetros da controladora e extraímos os discos virtuais VHD de cada VM para análise individual de integridade.
O Resultado
100% dos dados recuperados. Processo concluído antes do prazo de cinco dias solicitado pelo cliente.
O Cliente: “Escolhi a empresa pela competitividade, profissionalismo e atendimento. Outras empresas foram consultadas mas não sabiam como resolver. O VHDX foi corrompido e a E-Recovery conseguiu recuperar os dados em pouco tempo. Recomendo!”
CDM, Central Distribuidora de Medicamentos
O Problema
A Central Distribuidora de Medicamentos perdeu o acesso ao ambiente Hyper-V após a corrupção do disco virtual VHDX que sustentava sistemas críticos da operação. A distribuição de medicamentos é uma atividade que não tolera interrupções — sistemas de controle de estoque, registros de saída, rastreabilidade de lotes e faturamento dependiam diretamente do ambiente virtualizado que havia se tornado inacessível.
Antes de buscar a E-Recovery, outras empresas do mercado de recuperação de dados foram consultadas. Nenhuma tinha capacidade técnica para resolver o problema — a corrupção de discos virtuais VHDX em ambientes Hyper-V exige conhecimento específico de estruturas internas de virtualização que vai além da recuperação convencional de HDs. Com os sistemas paralisados e fornecedores e clientes aguardando, a CDM precisava de uma empresa que efetivamente dominasse a recuperação forense de discos virtuais Hyper-V corrompidos — não de tentativas sem garantia técnica real.
Com a imagem forense do VHDX protegida em modo somente leitura, nossa equipe analisou a estrutura interna do disco virtual via engenharia hexadecimal — identificando o ponto exato de corrupção nos metadados que impedia a montagem pelo Hyper-V. A reconstrução das estruturas internas corrompidas permitiu extrair os dados com integridade total em tempo reduzido, sem nenhuma dependência do hardware original ou do ambiente Hyper-V da CDM.
O Resultado
Dados recuperados com sucesso. Operação da CDM restabelecida em pouco tempo — sem perda de registros críticos de distribuição de medicamentos.
A recuperação de máquinas virtuais exige domínio das camadas de abstração entre o dado lógico e o hardware físico. Em ambientes como VMware ESXi, Hyper-V e Proxmox, o acesso é perdido quando o hipervisor falha ao ler os metadados do Datastore. Seja por degradação de RAID ou corrupção de sistemas de arquivos VMFS, CSV e ZFS, a paralisia de servidores e bancos de dados é imediata.
Se o seu ambiente não monta volumes ou exibe erros de disco virtual, não tente consolidar snapshots nem execute ferramentas de reparo automático (como o voma ou chkdsk), pois isso pode corromper a cadeia de dados permanentemente. Na E-Recovery, atuamos diretamente na estrutura interna dos arquivos VMDK, VHDX e QCOW2. Nossa expertise permite reconstruir volumes mesmo quando o Datastore deixou de montar ou quando Snapshots foram corrompidos.
Através de engenharia reversa, isolamos falhas lógicas e físicas para extrair o conteúdo íntegro das VMs — sem depender do hardware original, sem risco de sobrescrita e com total sigilo operacional.
A recuperação de dados em máquinas virtuais exige o domínio de sistemas de arquivos que operam com múltiplas camadas de abstração. Na E-Recovery, somos especialistas em reconstruir a lógica de volumes VMFS (VMware), ReFS e NTFS (Hyper-V), além de arquiteturas baseadas em EXT4, XFS e ZFS (Linux, Proxmox e KVM). Nossa atuação abrange desde volumes LVM complexos até cenários críticos envolvendo SAN, LUNs corrompidas, discos em estado RAW ou storages que deixaram de ser montados pelo hipervisor.
Nosso laboratório está equipado com tecnologia de engenharia reversa para intervir onde as ferramentas convencionais falham. Somos referência nacional no suporte a ambientes VMware ESXi/vSphere, Microsoft Hyper-V, Citrix XenServer, Proxmox VE, VirtualBox e KVM/QEMU. Seja em servidores isolados ou infraestruturas híbridas de alta densidade, garantimos uma abordagem científica para a extração granular de dados, preservando a integridade de bancos de dados e aplicações críticas.
Falhas em Hyper-V geralmente envolvem VHDX corrompido, checkpoints que não consolidam e hosts que perdem acesso ao CSV. Reconstituímos cadeias de checkpoints e restauramos VHDX íntegros para que a VM volte a operar com consistência.
Ambientes Proxmox VE frequentemente apresentam corrupção em ZFS, LVM-Thin e contêineres LXC, causando VMs que não iniciam ou pools que deixam de montar. Atuamos na reconstrução de pools e volumes virtuais, recuperando máquinas mesmo em clusters parcialmente indisponíveis.
Falhas no VirtualBox geralmente envolvem VDI/ VMDK corrompidos, snapshots que não consolidam e VMs que travam na inicialização após interrupções bruscas. Reconstruímos a estrutura interna dos discos virtuais, recuperamos cadeias de snapshots quebradas e extraímos a VM de forma íntegra mesmo quando o hypervisor não a reconhece mais.
A perda de acesso a VMDK, snapshots e datastores VMFS é comum após falhas de storage ou manipulação incorreta de snapshots. Reconstruímos cadeias “delta”, reparamos VMFS e extraímos VMs críticas mesmo com LUNs intermitentes ou inacessíveis. Falhas comuns: Orphaned snapshots, VMFS danificado, VMDK corrompido.
Problemas típicos incluem degradação de SRs, LVM corrompido e cadeias VHD quebradas, impedindo o boot da VM. Reparamos o LVM, restauramos SRs e reconstruímos discos virtuais completos.
Uma falha em clusters de virtualização (VMware ESXi, Hyper-V, Proxmox ou XenServer) raramente é um evento isolado; ela costuma representar uma parada total de operações. O impacto real é a interrupção de serviços vitais que residem dentro das VMs, como Controladores de Domínio (AD), Bancos de Dados SQL/Oracle, ERPs (SAP, Totvs) e servidores de aplicação crítica.
Na engenharia de recuperação, diagnosticamos o problema em duas camadas interdependentes:
Neste nível, o problema reside na base onde o Datastore está ancorado. Falhas comuns incluem a degradação de RAID 5/6/10 em servidores Dell, HP ou Lenovo, ou o travamento de controladoras em Storages SAN/NAS (Synology, QNAP, NetApp). Quando o hardware falha ou os discos entram em estado de latência crítica, o hipervisor perde a comunicação com o sistema de arquivos, tornando o volume VMFS ou CSV inacessível.
Aqui, o hardware pode estar saudável, mas a estrutura lógica foi comprometida. Isso ocorre quando os arquivos de disco virtual (VMDK, VHDX, QCOW2) ou as tabelas de alocação do Datastore são corrompidos por quedas de energia, erros de sincronia de Snapshots ou exclusões acidentais. Em cenários de Ransomware, os metadados são o alvo principal, impedindo que a VM seja montada ou reconhecida pelo host, exigindo a reconstrução manual da árvore de diretórios.
Quando um Datastore, LUN ou volume que armazena suas máquinas virtuais fica inacessível, aparece como RAW, corrompido ou quando as VMs simplesmente deixam de iniciar, existem ações que podem destruir definitivamente seus arquivos de disco virtual (VMDK, VHDX, QCOW2, VDI). Evite rigorosamente as intervenções abaixo para não tornar a recuperação impossível:
Se o volume desaparecer ou for exibido como vazio, o hipervisor pode sugerir a criação de um novo Datastore ou a inicialização do disco. Não aceite. Essa operação sobrescreve metadados vitais, redefine ponteiros internos e invalida Snapshots. Uma vez recriado, a estrutura lógica original é matematicamente eliminada, tornando a reconstrução por engenharia reversa extremamente complexa ou inviável.
Quando um volume aparece como RAW, ferramentas como chkdsk, fsck ou xfs_repair tentam “corrigir” o sistema de arquivos como se fosse um disco comum. Em ambientes virtualizados, isso é fatal: essas ferramentas apagam entradas de metadados, sobrescrevem blocos de múltiplas VMs simultaneamente e fragmentam discos virtuais, causando perda permanente de servidores críticos.
Manter o ambiente online permite que serviços de segundo plano tentem reparos automáticos, sincronizações de cache parciais ou consolidações equivocadas de Snapshots. Esse comportamento silencioso altera a estrutura original do Datastore. O procedimento seguro é o isolamento imediato: desligue o host e preserve o estado atual dos discos para uma análise forense precisa.
O Risco é Coletivo: Uma intervenção incorreta não afeta apenas uma máquina, mas compromete todo o ecossistema — Controladores de Domínio (AD), Bancos SQL, ERPs e servidores de produção. Se a infraestrutura virtual falhou, o suporte especializado é a única via para garantir a integridade dos dados.
Com uma avaliação ⭐⭐⭐⭐⭐ de 4.9 / 5.0 em mais de 120 depoimentos no Google, e dezenas de outras história de sucesso compartilhadas diretamente em nosso site, a satisfação dos nossos clientes fala por si.<p>
A E-Recovery é especialista em recuperar dados de discos virtuais de alta complexidade em servidores, storages e NAS. Fundada em 2001, acumulamos mais de 20 anos de atuação e mais de 8.200 casos concluídos — tornando-nos referência nacional em cenários onde outras empresas não conseguem avançar.
Nossa equipe técnica de recuperação de máquinas virtuais trabalha exclusivamente sobre clones forenses dos dispositivos originais, utilizando hardware profissional como PC-3000 e DeepSpar em laboratório próprio em São Paulo. Cada caso recebe análise individualizada — sem soluções genéricas, sem atalhos.
A recuperação de máquinas virtuais na E-Recovery é um processo de alta precisão que integra engenharia de hardware, análise profunda de metadados e reconstrução lógica. Nossa metodologia é projetada para ser agnóstica ao hardware, permitindo intervir em falhas onde o suporte do fabricante já não oferece soluções. O protocolo segue três etapas críticas:
O processo inicia com a estabilização de cada unidade física do array. Validamos a integridade do Datastore (VMFS, CSV, ZFS, XFS ou EXT) e realizamos a clonagem setor a setor via PC-3000 ou DeepSpar. Isso garante que qualquer análise subsequente seja feita sobre cópias forenses, preservando os discos originais de qualquer estresse adicional.
Com o ambiente estabilizado, reconstruímos a estrutura lógica do volume virtual em modo somente leitura (read-only). Nesta fase, identificamos inconsistências em Uberblocks, Dnodes ou cabeçalhos de VMDK/VHDX. Nossa tecnologia permite “enxergar” através das camadas de snapshots corrompidos ou deletados, religando a cadeia de diferenciação de dados para restaurar a versão mais recente e íntegra da VM.
Após a reconstrução da árvore de diretórios virtual, realizamos a extração granular dos dados. Não recuperamos apenas o “arquivo” da VM, mas validamos a consistência interna de Controladores de Domínio (AD), Bancos de Dados SQL/Oracle e ERPs corporativos. Esse isolamento total garante que a entrega final seja previsível, íntegra e pronta para ser reintegrada à sua produção.
Cada projeto recebe um especialista responsável, que será seu ponto de contato único durante todo o processo. Você recebe atualizações proativas sobre cada etapa — diagnóstico, recuperação, validação e entrega — sem precisar solicitar. Seu caso é tratado com prioridade e total transparência.
Não vendemos peças, não formatamos computadores e não atuamos com serviços genéricos. Somos 100% especializados em recuperação de dados corporativos, com laboratório próprio, ferramentas profissionais (como PC-3000) e engenharia reversa de alto nível. Esse foco nos permite atingir taxas de sucesso superiores ao mercado.
Ambiente virtual parado significa impacto direto no negócio. Por isso, casos envolvendo servidores, VMs, storages ou datastores recebem atendimento emergencial 24×7. Do diagnóstico à entrega dos dados, nosso fluxo é projetado para ser o mais ágil possível, minimizando downtime e acelerando a retomada da operação.
Na grande maioria dos casos, você só realiza o pagamento após confirmar seus dados recuperados. Se não houver dados essenciais recuperáveis, você não paga pelo serviço. Transparência, segurança e risco minimizado para sua empresa.
A segurança das suas informações é tratada com rigor absoluto. Assinamos Acordos de Confidencialidade (NDA) e seguimos práticas alinhadas à LGPD. Toda recuperação é realizada em ambientes controlados, isolados e com equipe altamente selecionada, garantindo sigilo e proteção integral dos seus dados.
Fornecemos diagnóstico detalhado, lista de arquivos recuperáveis (quando aplicável), explicação clara da falha e estimativa real de chances de recuperação. Você recebe um orçamento fixo, sem letras miúdas, sem surpresas e sem custos ocultos.
O tempo é crucial. Quanto mais rápido você agir, maiores as chances na recuperação de dados de VM. Preencha o formulário abaixo para um diagnóstico e orçamento gratuitos ou chame-nos no WhatsApp.
Sim. A recuperação de máquina virtual com VMDK corrompido é um dos cenários mais frequentes que atendemos. Reconstruímos as estruturas internas do disco virtual sem depender do hipervisor, permitindo recuperar os dados mesmo quando o VMware se recusa a montar o volume.
Quando um snapshot entra em estado inconsistente, a cadeia de delta files fica comprometida. A recuperação de VM nesses casos exige análise da cadeia antes de qualquer consolidação — cada tentativa forçada reduz as chances de sucesso. O correto é pausar tudo e acionar um especialista imediatamente.
Recuperar dados de máquina virtual com corrupção lógica costuma levar de 24 a 72 horas. Falhas físicas no storage subjacente podem demandar de 3 a 7 dias úteis. O diagnóstico gratuito já estima o prazo com precisão antes de qualquer intervenção.
Sim. Recuperamos VM em instalações standalone com ESXi free e em ambientes vSphere Enterprise com vCenter, clusters vSAN e replicação. A recuperação de máquina virtual é feita diretamente nos arquivos .vmdk, .vmx e nos metadados do datastore.
Em muitos casos, sim. Recuperar dados de VM deletada é viável enquanto o datastore não for sobrescrito — a exclusão remove os ponteiros lógicos, mas os blocos permanecem no storage. Por isso o tempo de resposta é crítico: quanto antes o diagnóstico, maiores as chances.
A recuperação de máquina virtual Hyper-V envolve trabalhar diretamente nos arquivos .vhd e .vhdx corrompidos, incluindo discos em formato dinâmico, fixo e differencing. Também recuperamos VMs cujo checkpoint entrou em estado de falha ou loop de mesclagem.
Sim. Realizamos recuperação de VM em Proxmox com storage em LVM, ZFS ou Ceph, e em XenServer com VHD em SR local ou NFS. Cada plataforma tem estrutura de metadados própria — o diagnóstico identifica qual camada foi afetada antes de qualquer intervenção.
Primeiro: não force o remount nem tente reparar pelo vCenter. Datastore inacessível pode indicar falha no storage, corrupção de VMFS ou perda de LUN. Para recuperar a VM com segurança, qualquer ação precipitada precisa ser evitada — ela pode sobrescrever estruturas ainda recuperáveis.
Sim. É possível recuperar dados de máquina virtual de forma seletiva — extraindo arquivos, bancos de dados ou diretórios específicos de dentro do disco virtual. Isso reduz prazo e custo quando o cliente precisa apenas de um subconjunto dos dados.
Sim. Quando a falha combina problema na VM e no storage físico, trabalhamos as duas camadas em sequência: primeiro recuperamos os dados do meio físico, depois reconstituímos a máquina virtual. Temos laboratório próprio para recuperação física e lógica.
Não em nosso processo. Trabalhamos sempre sobre cópia — nunca sobre a mídia ou arquivos originais. Isso garante que, ao recuperar dados de VM, o estado original é preservado independentemente do resultado. É um padrão forense aplicado a todos os casos.
O cliente descreve o ambiente e o problema. Nossa equipe avalia remotamente ou solicita acesso seguro ao storage. Em até 24 horas úteis entregamos um laudo com viabilidade de recuperação de máquina virtual, prazo estimado e proposta — sem custo e sem compromisso.
O tempo é crucial. Quanto mais rápido você agir, maiores as chances de recuperação. Preencha o formulário abaixo para um diagnóstico e orçamento gratuitos ou chame-nos no WhatsApp.
Av Professor Noé de Avevedo 208 cj 65 - Vila Mariana - São Paulo/SP - CEP 04117-000
Voz: (11) 3422-0066
WhatsApp: (11) 93075-5919
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Recuperar máquina virtual em ambiente corporativo não é uma operação de TI como as outras. Quando uma VM cai, ela costuma levar consigo sistemas críticos — ERP, banco de dados transacional, servidor de arquivos, Active Directory — tudo que sustenta a operação em tempo real. Cada hora de indisponibilidade tem custo mensurável: produtividade paralisada, SLAs comprometidos, clientes sem atendimento.
A complexidade da recuperação de máquina virtual vai muito além de restaurar um arquivo. O ambiente virtualizado cria camadas de abstração entre o dado e o hardware físico: o hipervisor gerencia os metadados do datastore, o sistema de arquivos virtual (VMFS, NTFS dentro do VHDX, ZFS no Proxmox) armazena a estrutura interna da VM, e a cadeia de snapshots registra o histórico de estados. Quando qualquer uma dessas camadas falha — por corrupção, queda de energia, erro humano ou falha de hardware — a VM pode tornar-se completamente inacessível.
A E-Recovery é referência nacional em recuperação de máquina virtual para ambientes corporativos. Atendemos VMware ESXi, Hyper-V, Proxmox VE e XenServer com diagnóstico gratuito 24/7 e protocolo forense em todos os casos. Se sua VM está inacessível agora, não execute nenhuma operação adicional no ambiente — cada intervenção sem diagnóstico reduz diretamente as chances de recuperar dados de máquina virtual com sucesso.
Para entender como a recuperação de VM funciona, é necessário entender como as falhas ocorrem. Elas raramente são simples — na maioria dos casos, envolvem a interação entre múltiplas camadas do ambiente virtualizado.
O datastore VMFS (VMware), CSV (Hyper-V Cluster) ou pool ZFS (Proxmox) armazena os ponteiros que dizem ao hipervisor onde cada bloco de dado das VMs está localizado. Quando esses metadados são corrompidos — por queda de energia durante operação de escrita, por erro de sincronização em cluster, ou por falha no storage subjacente — o hipervisor perde a capacidade de montar o volume. Todas as VMs do datastore ficam simultaneamente inacessíveis. Recuperar VM nesse cenário exige reconstrução da estrutura de metadados antes de qualquer acesso aos discos virtuais.
O arquivo de disco virtual pode se corromper internamente sem que o datastore seja afetado. Isso acontece quando uma operação de escrita é interrompida abruptamente, quando o arquivo descritor (.vmdk) perde a referência ao flat file, ou quando o cabeçalho do VHDX é sobrescrito. O hipervisor tenta montar o disco, falha, e reporta o erro. Recuperar dados de máquina virtual nesses casos exige reconstrução da estrutura interna do arquivo sem depender do hipervisor para leitura.
Snapshots em VMware são implementados como delta files — arquivos separados que registram as diferenças em relação ao disco base desde o momento em que o snapshot foi tirado. Uma cadeia com 5 snapshots significa 5 arquivos encadeados, onde cada um depende do anterior. Se um elo da cadeia é corrompido, deletado ou fica órfão, o hipervisor não consegue montar a VM. Tentativas de consolidação forçada sem diagnóstico são a principal causa de perda definitiva em recuperação de máquina virtual: o processo tenta mesclar os delta files e, ao encontrar inconsistência, pode truncar ou sobrescrever blocos válidos.
No vCenter, a exclusão de uma VM pode ser feita com poucos cliques, e o processo remove os arquivos do datastore — ou apenas os desregistra do inventário, dependendo da opção escolhida. Em ambos os casos, os blocos de dados no storage físico não são imediatamente zerados. Recuperar dados de VM deletada é tecnicamente viável enquanto o espaço não for reutilizado por novas escritas. O fator crítico é o tempo: quanto mais o ambiente for utilizado após a exclusão, maior a probabilidade de sobrescrita.
Falha de hardware combinada com falha virtual: O cenário mais complexo em recuperação de dados de máquina virtual ocorre quando a falha de storage físico (RAID degradado, SSD com bad blocks, NAS inacessível por falha de controladora) acontece simultaneamente com ou desencadeia corrupção na camada virtual. Nesse caso, é impossível recuperar a VM sem primeiro recuperar os dados do meio físico — e cada tentativa de acesso ao storage degradado pode piorar o estado dos dados.
Cada hipervisor implementa sua camada de virtualização de forma diferente. Recuperar máquina virtual em VMware não é o mesmo processo que recuperar VM em Hyper-V ou Proxmox — os formatos de disco, sistemas de arquivos e estruturas de metadados são distintos, e exigem abordagens técnicas específicas.
O VMware armazena cada VM como um conjunto de arquivos no datastore: o arquivo descritor (.vmdk), o flat file com os dados reais (-flat.vmdk), o arquivo de configuração (.vmx), os arquivos de snapshot (-delta.vmdk, .vmsd, .vmsn) e os logs. O datastore é formatado em VMFS — um sistema de arquivos clusterizado proprietário que permite acesso simultâneo de múltiplos hosts.
Recuperação de VM em VMware envolve compreender a estrutura interna do VMFS: sua superblock, os descritores de arquivo, as bitmap de alocação e os ponteiros de extensão. Quando o VMFS perde a superblock — o que ocorre em falhas de energia durante operações de alocação — o volume aparece como RAW ou simplesmente não é reconhecido pelo ESXi. Recuperar dados de máquina virtual nesse cenário exige reconstrução manual do VMFS antes de qualquer tentativa de acesso aos VMDKs.
Em ambientes vSphere com vSAN, a recuperação de máquina virtual adiciona outra camada de complexidade: os objetos vSAN (que correspondem aos VMDKs) são distribuídos em stripe policies across múltiplos hosts. Recuperar VM em vSAN degradado exige reconstrução do CLOM (Cluster Level Object Manager) e dos componentes de objeto dispersos no cluster.
O Hyper-V armazena VMs em arquivos .vhd ou .vhdx, com checkpoints implementados como arquivos AVHD/AVHDX encadeados — o equivalente funcional dos snapshots VMware. O sistema de arquivos do host pode ser NTFS ou ReFS (em ambientes Windows Server 2012+), e em clusters Hyper-V os volumes compartilhados usam CSV (Cluster Shared Volumes) sobre NTFS ou ReFS.
Recuperação de máquina virtual Hyper-V em ambiente de cluster apresenta desafios específicos: os metadados do CSV são distribuídos entre os nós do cluster, e uma falha de nó pode deixar volumes em estado “redirect access” ou inacessíveis. Recuperar VM Hyper-V nesses casos exige análise do estado do cluster antes de qualquer operação nos discos virtuais.
Um problema recorrente em recuperação de dados de máquina virtual Hyper-V é o loop de mesclagem de checkpoint: quando o processo de merge de um AVHDX falha no meio — por queda de energia ou espaço insuficiente — o arquivo fica parcialmente mesclado, corrompendo tanto o checkpoint quanto o disco base. Recuperar dados de VM nessa situação exige extração direta do conteúdo dos arquivos corrompidos sem passar pelo processo de merge.
O Proxmox suporta múltiplos backends de storage: LVM-Thin (o mais comum em instalações locais), ZFS, Ceph e diretórios NFS/CIFS. Cada backend tem comportamento diferente em cenários de falha, e a estratégia de recuperação de VM varia conforme o tipo de storage usado.
Em LVM-Thin, a recuperação de máquina virtual após corrupção do thin pool exige reconstrução dos metadados do LVM — as physical extents mapeiam para logical extents que correspondem aos blocos dos discos virtuais. Quando o thin pool perde a tabela de mapeamento, todos os volumes thin ficam inacessíveis simultaneamente.
Em ZFS, a recuperação de dados de máquina virtual após falha de pool envolve análise dos uberblocks do ZFS (os ponteiros raiz da árvore de dados), que são escritos de forma circular nos primeiros setores de cada vdev. Se os uberblocks estão corrompidos mas os dados permanecem intactos, é possível recuperar VM reconstruindo a árvore de objetos a partir dos blocos de dados brutos.
Recuperar XenServer / Citrix Hypervisor
O XenServer armazena VMs em Storage Repositories (SR), que podem ser implementados como LVM sobre disco local, NFS, iSCSI ou Fiber Channel. Os discos virtuais são VHDs encadeados — o mesmo formato base do Hyper-V, porém com metadados de SR proprietários.
Recuperação de VM em XenServer com SR LVM exige análise da estrutura de LVM do SR, onde cada VDI (Virtual Disk Image) corresponde a um LV dentro do VG do SR. Quando o SR perde os metadados — o que pode ocorrer após falha do host ou corrupção do disco de metadata — o XenCenter reporta o SR como “broken” e todas as VMs ficam inacessíveis. Recuperar dados de máquina virtual nesse caso envolve reconstrução dos metadados do SR antes de tentar acessar os VHDs.
A diferença entre recuperar dados de máquina virtual com sucesso e perder os dados definitivamente está, em grande parte, no protocolo seguido desde o primeiro contato. A E-Recovery desenvolveu um processo estruturado em cinco etapas, baseado em princípios forenses e validado em centenas de casos reais.
O processo começa com a triagem do ambiente. O cliente descreve o problema, a plataforma (VMware, Hyper-V, Proxmox, XenServer), a topologia de storage (local, SAN, NAS, iSCSI) e os sintomas observados. Nossa equipe identifica a camada de falha provável — física, lógica ou virtual — e define o protocolo de diagnóstico.
Para ambientes remotos acessíveis, realizamos a leitura de logs do hipervisor (vmkernel.log, hostd.log no ESXi; eventos do Hyper-V Manager) e análise de estado do storage. Em até 24 horas úteis entregamos um laudo técnico com viabilidade de recuperação de VM, percentual estimado de dados recuperáveis, prazo e proposta — sem custo e sem compromisso.
Toda recuperação de dados de máquina virtual começa com a criação de uma imagem forense bit a bit de cada meio de armazenamento envolvido. Isso inclui os discos físicos do servidor, os LUNs iSCSI ou FC e qualquer storage externo conectado.
Trabalhamos exclusivamente sobre a imagem — nunca sobre os dados originais. Essa prática elimina o risco de perda adicional durante o processo de recuperação de máquina virtual, independentemente do resultado: mesmo que a recuperação falhe em alguma etapa, o estado original dos dados está preservado na imagem forense.
Com a imagem forense disponível, iniciamos a análise por camada. Se a falha é no storage físico (bad blocks, setores ilegíveis), aplicamos técnicas de leitura de baixo nível para extrair o máximo de dados possível antes de trabalhar nas camadas superiores.
Na camada de sistema de arquivos, reconstruímos as estruturas corrompidas: superblock do VMFS, metadados do LVM, uberblocks do ZFS. Isso permite montar os datastores na imagem forense sem passar pelo hipervisor original.
Na camada virtual, analisamos a integridade de cada VMDK, VHDX ou QCOW2: verificamos o cabeçalho, o arquivo descritor, a grain table e os grain directories (no caso do VMDK sparse). Para cadeias de snapshot, reconstruímos a sequência de delta files e integramos os blocos de acordo com a ordem correta de aplicação.
Após a reconstrução das estruturas, montamos o disco virtual reconstruído e realizamos a extração dos dados. Dependendo do objetivo do cliente, entregamos a VM completa e funcional, ou realizamos extração seletiva de arquivos, bancos de dados ou diretórios específicos de dentro do disco virtual.
Antes da entrega, validamos a integridade dos dados recuperados: checagem de hash dos arquivos críticos, inicialização da VM em ambiente de teste controlado, verificação de consistência dos bancos de dados. Recuperar dados de máquina virtual com integridade verificada é o critério de conclusão de todo atendimento.
Os dados são entregues via nuvem segura ou gravados em mídia fornecida pelo cliente. Após a recuperação de máquina virtual, nossa equipe orienta sobre as causas da falha e as medidas preventivas para evitar recorrência — configuração de backup adequado, alertas de storage, política de snapshots.
A maioria das perdas definitivas em recuperação de VM não é causada pela falha original — é causada pelas tentativas de correção executadas sem diagnóstico prévio. Conhecer esses erros é tão importante quanto conhecer o processo de recuperação.
Esta é a causa número um de perda definitiva em casos de recuperação de máquina virtual. Quando a cadeia de snapshots está corrompida, o processo de consolidação tenta mesclar os delta files na sequência — e ao encontrar um elo corrompido, o algoritmo nativo do vCenter pode truncar os arquivos que não consegue processar. O resultado é irreversível: os dados dos delta files corrompidos são perdidos permanentemente. Recuperar VM após consolidação forçada mal-sucedida é significativamente mais difícil, e em muitos casos impossível.
O vmkfstools é uma ferramenta de linha de comando do ESXi usada, entre outras funções, para verificar e tentar reparar VMDKs. Quando executada em um VMDK corrompido sem diagnóstico prévio, a operação de repair pode sobrescrever exatamente as estruturas que permitem a recuperação de dados de máquina virtual — o grain directory e a grain table, que mapeiam os blocos do disco virtual.
O voma é a ferramenta oficial da VMware para verificação e reparo de inconsistências em VMFS. Em cenários de corrupção severa, o voma pode reparar a estrutura do VMFS marcando como livres os blocos que considera inconsistentes — incluindo blocos que pertencem a VMDKs válidos. Executar o voma antes de um diagnóstico completo pode deletar permanentemente discos virtuais que ainda poderiam ser recuperados.
Quando um datastore VMFS desaparece após falha de storage, o ESXi pode sugerir a criação de um novo datastore para “reutilizar” o espaço. Aceitar essa operação formata o volume — destruindo todas as estruturas do VMFS anterior e tornando a recuperação de máquina virtual praticamente impossível.
Ferramentas de reparo de sistema de arquivos do Windows (CHKDSK) ou Linux (fsck) não entendem a estrutura interna do VMFS. Ao encontrar estruturas que não reconhecem, essas ferramentas podem marcar os arquivos como corrompidos e movê-los para pastas de recuperação ou simplesmente deletá-los — destruindo os VMDKs que compõem as máquinas virtuais.
A reinstalação do ESXi, Hyper-V ou Proxmox no mesmo servidor pode sobrescrever metadados do datastore que estão armazenados nos primeiros setores dos discos — exatamente onde ficam as superblocks do VMFS e os uberblocks do ZFS. Em muitos casos, esses metadados são a chave para recuperar VM: uma vez sobrescritos, a reconstrução se torna impossível.
A regra de ouro: quanto menos operações forem realizadas no ambiente após a falha, maiores as chances de recuperação de dados de máquina virtual bem-sucedida. Preserve o estado original, não execute nenhuma das operações acima, e acione o diagnóstico imediatamente.
Os ataques de ransomware corporativo migraram das estações de trabalho para os servidores de virtualização. Grupos como LockBit, BlackCat/ALPHV e Akira desenvolveram variantes específicas para VMware ESXi — o ESXiArgs, descoberto em 2023, infectou milhares de servidores em todo o mundo em poucos dias, criptografando os arquivos de configuração .vmx e corrompendo os primeiros 50 KB de cada segmento dos VMDKs.
Recuperar máquina virtual após ransomware é tecnicamente distinto da recuperação convencional. O ransomware geralmente não criptografa os dados completos dos VMDKs — isso seria lento demais. Em vez disso, os algoritmos mais sofisticados corrompem os metadados e as primeiras porções de cada arquivo, tornando a VM inacessível sem destruir a totalidade dos dados.
Em muitos casos de recuperação de VM após ransomware, é possível recuperar dados de máquina virtual mesmo sem a chave de descriptografia — trabalhando diretamente nos blocos não criptografados dos VMDKs. A viabilidade depende do tipo de ransomware, da extensão da criptografia e do tempo decorrido desde o ataque.
O que não fazer após um ataque: não tente inicializar as VMs, não execute ferramentas de reparo automático, não pague o resgate antes de consultar um especialista em recuperação de dados de máquina virtual. Em muitos casos documentados, o pagamento do resgate não resulta na entrega de uma chave funcional — e as tentativas de descriptografia com chaves incorretas podem sobrescrever os dados parcialmente recuperáveis.
A E-Recovery atende casos de ransomware em máquinas virtuais com protocolo forense completo: imagem antes de qualquer intervenção, análise da extensão da criptografia por bloco, e tentativa de recuperação dos dados não afetados — independentemente da plataforma e do ransomware envolvido.
Ambientes corporativos com clusters vSphere, Hyper-V Failover Cluster ou Proxmox Cluster adicionam camadas de complexidade que tornam a recuperação de VM significativamente mais difícil quando comparada a instalações standalone.
Em clusters com HA, quando um host falha o vCenter tenta reiniciar as VMs em outros hosts disponíveis. Se o storage compartilhado que contém o datastore também estiver comprometido, esse processo pode resultar em múltiplas tentativas de boot de VMs com discos corrompidos — cada tentativa gerando escritas adicionais no VMDK que reduzem as chances de recuperação de dados de máquina virtual.
Em clusters Hyper-V com CSVs (Cluster Shared Volumes), a recuperação de VM exige análise do estado de cada nó do cluster e do ownership do volume no momento da falha. VMs em estado de migração no momento da falha — o que é comum em ambientes com Live Migration automático — podem ter dados divididos entre dois hosts, requerendo recuperação de máquina virtual coordenada em ambos os nós.
O Ceph é um sistema de storage distribuído que implementa replicação em nível de bloco entre múltiplos OSDs (Object Storage Daemons). Recuperar VM em cluster Proxmox com Ceph degradado exige análise do estado de cada OSD, reconstrução do CRUSH map e extração dos objetos de dados antes de reconstituir os VMDKs. É um dos cenários mais complexos em recuperação de dados de máquina virtual que atendemos.
Ambientes VMware com vSAN implementam o storage dentro dos próprios hosts ESXi, distribuindo os componentes de cada objeto VM entre múltiplos nós. Quando dois ou mais nós ficam inacessíveis simultaneamente, as VMs cujos componentes estavam nesses nós entram em estado “Degraded” ou “Absent”. Recuperar VM em vSAN com múltiplos nós inacessíveis é um dos cenários mais especializados em recuperação de máquina virtual corporativa.
A melhor recuperação de máquina virtual é a que nunca precisa ser feita. Após atender centenas de casos de perda em ambientes virtualizados, identificamos os padrões que tornam as empresas mais vulneráveis — e as práticas que eliminam ou reduzem drasticamente o risco.
O erro mais comum que leva à necessidade de recuperação de VM é confundir snapshots com backup. Snapshots do VMware, checkpoints do Hyper-V e snapshots do Proxmox não são backup — eles residem no mesmo datastore que a VM, e uma falha no storage destrói tanto a VM quanto todos os seus snapshots simultaneamente. Backup real exige cópia dos dados para um storage fisicamente separado, preferencialmente com retenção de múltiplas versões e teste periódico de restore.
A maioria das falhas de storage que levam à necessidade de recuperação de dados de máquina virtual não acontece de forma súbita — elas são precedidas por sinais: bad sectors crescentes nos relatórios SMART, latência elevada nas operações de IO, eventos de rebuild de RAID que demoram mais do que o normal. Monitorar esses indicadores permite substituir componentes antes da falha, eliminando a necessidade de recuperar VM em situação de emergência.
Manter muitos snapshots ativos por longos períodos é uma das principais causas de corrupção em máquina virtual. Cada snapshot ativo significa que todas as escritas da VM vão para um delta file separado, aumentando a fragmentação e o risco de corrupção da cadeia. A recomendação é manter no máximo 3 snapshots ativos por VM, com duração máxima de 72 horas, e usar ferramentas de backup dedicadas para retenção de longo prazo.
Em ambientes críticos, a redundância não deve ser apenas no storage (RAID), mas também no nível do hipervisor: clusters com pelo menos dois hosts, storage com múltiplos controladoras e caminhos redundantes (multipath), e UPS com autonomia suficiente para encerramento gracioso dos hosts em caso de queda de energia prolongada.
A única forma de saber se um backup de VM está funcional é testando o restore em ambiente controlado. Backups de máquinas virtuais corrompidos são mais comuns do que se imagina — problemas de truncamento durante o backup, erros de transferência de dados e corrupção silenciosa de mídia podem tornar o backup inútil exatamente quando ele é mais necessário.
Existem várias empresas no mercado brasileiro que afirmam realizar recuperação de VM. O que diferencia a E-Recovery não é apenas a tecnologia — é a combinação de profundidade técnica real, protocolo forense rigoroso, infraestrutura laboratorial própria e histórico verificável de casos resolvidos.
Nossa equipe trabalha exclusivamente com recuperação de dados e tem especialização comprovada em todas as principais plataformas de virtualização corporativa: VMware ESXi/vSphere (incluindo vSAN), Microsoft Hyper-V (standalone e cluster), Proxmox VE (LVM-Thin, ZFS, Ceph), XenServer/Citrix Hypervisor e KVM/QEMU. Recuperar VM em cada uma dessas plataformas exige conhecimento específico das estruturas internas — e é exatamente esse conhecimento que determina o resultado em casos complexos.
Recuperar dados de máquina virtual quando o storage físico também falhou exige infraestrutura de laboratório: sala limpa para abertura de discos rígidos, equipamentos de leitura de baixo nível para HDDs e SSDs com firmware comprometido, e ferramentas proprietárias para análise de NAND Flash em SSDs com controladora falha. A E-Recovery possui essa infraestrutura internamente — o que elimina intermediários e garante controle total sobre o processo.
Em todos os casos de recuperação de máquina virtual, sem exceção, trabalhamos sobre imagem forense — nunca sobre os dados originais. Essa prática garante que, independentemente do resultado, o estado original dos dados está preservado. Nenhuma intervenção é realizada sem diagnóstico prévio completo.
Falhas em VM corporativa não respeitam horário. Nossa equipe está disponível a qualquer hora para iniciar o diagnóstico e orientar o cliente sobre como preservar o ambiente até a recuperação de dados de máquina virtual. Em casos de emergência, o diagnóstico remoto pode ser iniciado em minutos após o primeiro contato.
Empresas que precisaram recuperar máquina virtual — de startups a grandes corporações como Coca-Cola Femsa, Embracon e UOL Diveo — validam o processo da E-Recovery com nota máxima. Referência nacional em recuperação de VM corporativa, com histórico verificável e reputação construída caso a caso.
O primeiro passo para recuperar dados de máquina virtual é o diagnóstico. Na E-Recovery, ele é gratuito e não gera nenhuma obrigação de contratação. Em até 24 horas úteis, você recebe o laudo técnico com viabilidade, prazo e proposta — e a decisão é sempre sua.
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